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:: ‘Wagner’

A FILA ANDA

marco wense1Marco Wense

 

Os planos A e B, com Lula e Jaques Wagner, podem ser sucumbidos pela Operação Lava Jato. Nos bastidores, já se conversa sobre o plano C. O que faz lembrar o ABC do Cabloco Alencar.

 

O ministro-chefe da Casa Civil Jaques Wagner é o segundo nome do PT para disputar à sucessão presidencial de 2018. O primeiro da fila é Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-governador da Bahia tem feito de tudo para agradar a militância do Partido dos Trabalhadores. Anda criticando a gestão do ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e dizendo que o impeachment do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é só uma questão de tempo.

E por falar em Cunha, não tem como não concordar com o deputado federal Jarbas Vasconcelos, um dos fundadores do PMDB: “Cunha é doente, cínico e psicopata”.

Sobre Levy, Wagner morde e assopra. Fala do processo de desgaste na relação com o Congresso e diz que “a dose aplicada na economia no lugar de ser remédio, virou veneno”. Assopra dizendo que Levy “é uma pessoa de boa fé”.

Cheguei a dizer, por mais de uma vez, assim que escolheram o titular da Fazenda, que sua permanência não seria duradoura, que a ala gastadora do PT, acostumada com o derrame de dinheiro público, fritaria Levy.

Pois é. Não deu outra. O esperado aconteceu. Bastou o ano eleitoral de 2016 aproximar, para que o “Fora Levy” viesse à tona. A gastança do PT não seria compatível com um ministro conhecido como “Joaquim da Tesoura”.

Não sou nenhum economista. Mas o óbvio ululante, seja no setor público como no privado, é que não deve gastar mais do que se arrecada. Ou se faz o ajuste fiscal, dando um chega-prá-lá na banda irresponsável do PT, ou, então, a descida para o abismo. O caos. O fim do PT e do petismo.

O problema é que quanto mais se fala na opção Wagner para a sucessão de 2018, fica a impressão de que o comando nacional do PT jogou a toalha em relação ao ex-presidente Lula.

O plano B é a prova inconteste de que os petistas passaram a acreditar que a Operação Lava Jato pode incriminar sua liderança-mor, tornando-a eleitoralmente inviável na busca do terceiro mandato.

Mas nem tudo são flores para o carioca-baiano. A cúpula do petismo e algumas de suas principais lideranças ficaram danados da vida com a declaração de Wagner de que o PT “se lambuzou” no poder.

Tarso Genro, ex-ministro da Justiça, disse que a confissão de Wagner foi “profundamente infeliz e desrespeitosa”, que faz “coro com o antipetismo raivoso que anda em moda na direita e na extrema direita do país”.

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LAVA JATO: “LAMBUZADA” ENVOLVE WAGNER

Wagner envolvido em diálogo a favor de empreiteiros e campanha de Pelegrino (Foto Pimenta).

Wagner envolvido em diálogo a favor de empreiteiros e campanha de Pelegrino (Foto Pimenta).

Grampos da Operação Lava Jato divulgados pelo Estadão nesta quinta (7) revelam uma possível intermediação do ex-governador e ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, em favor de financiamento da campanha de Nelson Pelegrino à prefeitura de Salvador, em 2012, além de pedidos de intermediação por liberação de verbas para a OAS, no Governo Federal.

De acordo com o Estadão, Wagner (WJ) é identificado pela PF nos diálogos com Léo Pinheiro, da OAS, como “Compositor” e Pelegrino como NP ou Andarilho. Os diálogos fazem parte de escuta obtida pela Polícia Federal no Paraná e enviada à Procuradoria-Geral da República, porém ainda não enviadas à Justiça.

Há diálogos entre executivos da OAS que sugerem pagamentos em trechos que o assunto é a eleição de Salvador e o apoio do ex-peemedebista Mário Kertész a Pelegrino disputa contra ACM Neto.

O Estadão informa, na matéria, ter tentado contato com o ministro Jaques Wagner, mas não houve resposta aos questionamentos. A OAS não comentou o material, enquanto Mário Kertész diz que é amigo de Léo Pinheiro, da OAS, mas não participou de arrecadação para a campanha de Pelegrino no segundo turno, quando passou a apoiá-lo. Pelegrino não teria se pronunciado, de acordo com a reportagem.

Nesta semana, o governador Jaques Wagner fez críticas ao financiamento privado de campanha e, diretamente, às relações do PT com o empresariado. Para ele, o partido reproduziu metodologias antigas e se lambuzou. Foi numa entrevista à Folha, publicada no domingo (3).

WAGNER: GOVERNO NÃO TEM COELHO NA CARTOLA PARA A ECONOMIA

Wagner diz que não há coelho nem pacote na cartola (Foto Antonio Cruz/A.Brasil-Arquivo).

Wagner diz que não há coelho nem pacote na cartola (Foto Antonio Cruz/A.Brasil-Arquivo).

O ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, disse que o governo não prepara um grande pacote para recuperar a economia neste ano, e que os problemas do setor serão resolvidos “passo a passo”. Segundo ele, o objetivo da presidenta Dilma Rousseff e da equipe econômica é retomar a confiança dos empresários, dos investidores estrangeiros e dos trabalhadores no sentido de haver mais empregos.

“Não estamos mais em tempo de pacotes, eu acho que não tem nada bombástico. Pelas perguntas parece que as pessoas estão esperando qual é a grande notícia, o coelho da cartola. Não tem coelho da cartola. A gente vai continuar buscando o equilíbrio macroeconômico, o equilíbrio fiscal, abrindo trilhas para uma retomada do crescimento”, afirmou.

Wagner conversou com jornalistas ao sair do gabinete do vice-presidente, Michel Temer. Ele solicitou o encontro como uma visita de cortesia pelo início do ano. Segundo ele, não foi discutido com Temer nenhum assunto específico.

IMPEACHMENT

Questionado sobre o impasse no PMDB sobre a liderança da bancada do partido na Câmara dos Deputados e sobre apoio de integrantes da legenda, que podem ser importantes na análise do processo de impeachment contra a presidenta Dilma, o ministro disse que essa é uma questão interna do partido.

O ministro voltou a defender que a pauta do impeachment tenha um desdobramento o mais rápido possível. Na opinião dele, o governo vai derrotar o pedido de afastamento da presidenta já na Câmara dos Deputados. “Não temos nenhum interesse de manter essa agenda. Ela não é boa para o Brasil, joga instabilidade. Quanto mais rápido [houver um desfecho], melhor. Essa, aliás, não é agenda nossa. É agenda que está na Câmara. Eu reconheço que perdeu força, mas o bom é que ela termine definitivamente”, declarou.

WAGNER: PAÍS PRECISA ENXOTAR INTOLERÂNCIA POLÍTICA

Wagner diz que Brasil precisa enxotar intolerância religiosa (Foto José Cruz/Agência Brasil).

Wagner diz que Brasil precisa enxotar intolerância religiosa (Foto José Cruz/Agência Brasil).

O ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, disse hoje (26) que a sociedade brasileira precisa “enxotar” qualquer tipo de intolerância, incluindo a política. “A democracia só prospera num ambiente de tolerância”, ressaltou, durante discurso em evento promovido, na capital paulista, pela Revista Carta Capital, que premiou as empresas mais admiradas no Brasil.

Para Jaques Wagner, a crise atual não aponta para nenhuma catástrofe. Aumento do diálogo e defesa da democracia são ideias que têm de ser debatidas. O economista Luiz Gonzaga Belluzzo defende o debate sobre a reforma tributária, que, na sua opinião, precisa ser mais racional e justa. O trabalhador que recebe até cinco salários mínimos gasta 55% da sua renda com impostos. Nas camadas mais ricas, esse gasto diminui. “É um sistema muito regressivo”, avalia Belluzzo.

Outro participante da premiação, o economista e ex-ministro da Fazenda Delfim Netto declarou que não houve um desvio de conduta da presidenta Dilma Rousseff que justifique pedido de impeachment. “As pedaladas fiscais sempre existiram nos estados, nos municípios, na União”, destacou. Delfim afirma que aceitar o resultado das últimas eleições é um processo didático para a oposição.

WAGNER DIZ QUE ARTICULAÇÃO POLÍTICA FICARÁ COM BERZOINI

Wagner refuta papel de articulação, que caberá a Berzoini (Foto Antonio Cruz/A.Brasil).

Wagner refuta papel de articulação, que caberá a Berzoini (Foto Antonio Cruz/A.Brasil).

O ministro da Defesa, Jacques Wagner, disse hoje (30) que, mesmo que seja convidado e assuma a Casa Civil da Presidência da República, o trabalho de articulador político do governo deve continuar com o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini.

“Acho que é isso que a presidenta [Dilma Rousseff] está buscando: a negociação política, não só com as duas Casas [do Congresso Nacional], mas com os governadores, estar a cargo do ministro Berzoini”, disse Wagner, cotado para assumir a chefia da Casa Civil no lugar do atual ministro Aloízio Mercadante.

Wagner explicou que não trabalha na condução da reforma administrativa e que o papel de ministro da Casa Civil é outro. “Eu vivi como articulador político quando a presidenta Dilma estava na Casa Civil e não houve nenhum tipo de esbarrão. Cada qual tinha sua missão, e na época o presidente Lula foi muito claro quanto a isso”.

Segundo Wagner, a Casa Civil tem a obrigação de normatizar e auxiliar na condução de programas prioritários, negociando, sim, com partidos da base e da oposição para facilitar as votações no Congresso. A articulação política tem uma função diferenciada, ressaltou.

O ministro disse, porém, que ainda não foi convidado formalmente, mas pode contribuir com sua boa relação com o Congresso. “Eu tenho essa fama de ser adepto do diálogo. As pessoas acham que há dificuldades nessa área e que eu possa contribuir. Mas não acredito que alguém seja o solucionador isolado, isso não existe. É um trabalho de equipe, comandado pela presidenta da República”, afirmou Wagner. Ele destacou que tem uma boa relação com as lideranças do PMDB, um dos partidos da base aliada ao governo.

No comando do Ministério da Defesa, Wagner disse que sempre tenta ajudar no projeto de governo. “São ministérios [Defesa e Casa Civil] igualmente importantes. As Forças Armadas são instituições centenárias. Não vou negar, se for formalizado o convite, vou cumprir minha missão, mas deixo a pasta com tristeza porque eu vislumbrava uma caminhada ainda com muita coisa a melhorar”, disse o ministro. Informações da Agência Brasil.

WAGNER ASSUMIRÁ CASA CIVIL, DIZ BLOG

Dilma colocará Wagner na Casa Civil (foto Alberto Coutinho/GovBA-Arquivo).

Dilma colocará Wagner na Casa Civil (foto Alberto Coutinho/GovBA-Arquivo).

Do Blog do Fernando Rodrigues

A presidente Dilma Rousseff cedeu ao seu antecessor e decidiu retirar o ministro Alozio Mercadante da Casa Civil. Para esse posto vai Jaques Wagner, atualmente ministro da Defesa.

Luiz Inácio Lula da Silva defendia de forma ostensiva a saída de Mercadante do Palácio do Planalto como forma de “distensionar” as relações do Poder Executivo com o Legislativo. Na Casa Civil, Mercadante acumulou muito poder e era visto como um interlocutor arestoso por vários deputados e senadores aliados ao governo.

Nessa troca, a Defesa ficará com Aldo Rebelo (PC do B), que sai da pasta da Ciência e Tecnologia. Já Aloizio Mercadante, que ficou sob forte bombardeio durante vários meses, será realocado para o Ministério da Educação, local que já ocupou durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff.

PARA WAGNER, TEMER FOI VÍTIMA DE INTRIGAS

Para Wagner, vice-presidente acabou sendo vítima de intriga.

Para Wagner, vice-presidente acabou sendo vítima de intriga.

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, apoiou hoje (7) o vice-presidente da República, Michel Temer, em razão de suas declarações recentes sobre a popularidade do governo. Wagner disse que a fala de Temer de que “nenhum governo resiste três anos e meio com esse índice de popularidade” é “óbvia”.

Para Jaques Wagner, as pessoas deram uma “conotação diferente” ao que foi dito pelo vice-presidente. “É óbvio que todos nós que estamos no governo estamos trabalhando para que o índice de aprovação do governo cresça. Ninguém acha bom ter 7%, 8%, 9% [de aprovação]”. Para Wagner, Dilma chegará sim ao fim de seu mandato “porque nós já começamos o processo de recuperação”.

O ministro da Defesa disse que há pessoas querendo “fazer intrigas” contra o vice-presidente, mas Temer continua contando com o apoio dos colegas de governo. “Pessoalmente não vejo nenhum constrangimento e continuo assinando embaixo das declarações dele. Temer é um homem que tem uma história, é um constitucionalista e eu acho que tem muita gente que gostaria de intrigá-lo. E eu tenho certeza que todo trabalho que ele está fazendo é no sentido de desfazer essa intriga. Pelo menos comigo a conversa foi exatamente essa e eu continuo tendo o maior apreço por ele”.

Ontem (6), a assessoria de imprensa do vice-presidente divulgou nota na qual afirma que Temer não é um “frasista” e que age dentro dos limites da lei. Na nota, a assessoria também afirma que Temer não tem atitudes conspiratórias e que “a divisão e a intriga são hoje grandes adversárias do Brasil”, agravando a crise política e econômica. Informações da Agência Brasil.

WAGNER ESTRANHA FIOL FORA DE PACOTE

 (Foto Pimenta).

(Foto Pimenta).

O ex-governador Jaques Wagner, hoje ministro da Defesa, lamentou a ausência da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) do pacote de mais de R$ 200 bilhões em infraestrutura e logística anunciado na última terça (9).

– Estranhei essa ausência, fiquei surpreso. Não tive oportunidade de conversar sobre o assunto, mas gostaria muito que o projeto tivesse entrado no programa – disse ele ao Estadão.

A ferrovia, quando – e se pronta, ligará o Tocantins ao sul da Bahia, onde deverá ser construído o Porto Sul, em Ilhéus.

A estimativa é de que a obra consuma em torno de R$ 3,5 bilhões.

TRIBUNAL ANALISA CONTAS DE WAGNER

Wagner terá contas analisadas pelo TCE amanhã.

Wagner terá contas analisadas pelo TCE amanhã.

O plenário do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE) aprecia nesta terça-feira (2) o parecer prévio sobre a prestação de contas referente ao último ano da gestão do Governo Jaques Wagner. A relatora do processo é a conselheira Carolina Costa.

Na sessão, que terá início às 14h30min, os conselheiros apreciarão as conclusões apresentadas pela conselheira relatora. O resultado final será encaminhado à Assembleia Legislativa, a quem cabe fazer o julgamento das contas de governo.

CONTINUA RESPIRANDO

marco wense1Marco Wense

A tábua de salvação de Geraldo Simões são as pesquisas de intenção de votos para a sucessão municipal de 2016. Em todas elas, GS aparece na frente, empatado tecnicamente com Fernando Gomes.

Discordo do falatório de que o petista Geraldo Simões esteja perto do seu fim político, como apregoa o antigeraldismo, hoje protagonizado por Davidson Magalhães, figura-mor do PCdoB.

Que Geraldo Simões vive o seu pior momento político é inconteste e inegável. Sua derrota para o Parlamento federal, impedindo o terceiro mandato consecutivo, é fato complicador.

A imprudente, descabida e atabalhoada candidatura do filho Tiago Feitosa a deputado estadual fica como a causa principal da não recondução de Geraldo Simões ao Legislativo.

Geraldistas mais lúcidos tentaram dissuadir Tiago Feitosa da ideia de se lançar candidato. Mas logo desistiram: o filho era mais renitente do que o pai.

O inferno astral de GS não se resume só a seu fracasso eleitoral na eleição de 2014. O enfraquecimento político decorre de um somatório de acontecimentos.

O início de tudo, do desmoronamento político, foi o lançamento da candidatura de Juçara Feitosa na segunda tentativa de torná-la prefeita de Itabuna, contrariando o então governador Jaques Wagner.

O morador mais ilustre do Palácio de Ondina temia, com toda razão, em decorrência da cisão oposicionista, uma vitória do candidato do DEM, Capitão Azevedo (reeleição).

A sorte de GS é que Vane do Renascer, hoje Claudevane Leite, saiu vitorioso. Se o democrata ganha, seria um Deus nos acuda para o teimoso ex-alcaide de Itabuna, cujo sonho era ser o primeiro-damo.

Geraldo continua respirando, avalia Wense.

Geraldo continua respirando, avalia Wense.

Sem seguir uma ordem cronológica, de memória e sem consultas, alguns posicionamentos de GS: 1) Defendeu a candidatura de Waldir Pires ao Senado. Deu no que deu: Otto Alencar eleito senador. 2) Não queria Everaldo Anunciação no comando do PT. Deu no que deu: Anunciação é o presidente estadual da legenda. 3) Torceu intensamente pela derrota de Josias Gomes. Deu no que deu: Josias, além de se reeleger, é o secretário de Relações Institucionais do governo Rui Costa. 4) Trabalhou contra Aldenes Meira. Deu no que deu: o comunista é reconduzido à presidência da Câmara de Vereadores. 5) Queria Wáater Pinheiro como candidato do PT a governador. Deu no que deu: Rui Costa eleito no primeiro turno. 6) Ainda tem Davidson Magalhães assumindo o mandato de deputado federal.

A tábua de salvação de Geraldo Simões são as pesquisas de intenção de votos para a sucessão municipal de 2016. Em todas elas, GS aparece na frente, empatado tecnicamente com Fernando Gomes.

Essa viabilidade eleitoral deixa Geraldo Simões vivo. Esse momentâneo favoritismo é seu balão de oxigênio. A sabedoria popular diria que GS não é nenhum “cachorro morto”.

Geraldo Simões continua respirando, mesmo com dificuldades.

Marco Wense é articulista político do Diário Bahia.

WAGNER ATUARÁ NA COORDENAÇÃO POLÍTICA E NO MINISTÉRIO DA DEFESA EM GOVERNO DILMA

Wagner deixará o governo baiano para assumir Ministério da Defesa (Foto Roberto Stucket Filho).

Wagner deixará o governo baiano para assumir Ministério da Defesa (Foto Roberto Stuckert Filho).

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, há pouco, o nome de 13 ministros que farão parte da equipe do segundo mandato. Todos os novos integrantes do primeiro escalão do governo devem assumir oficialmente suas funções no dia da posse da presidenta, marcada para as 15h do dia 1º de janeiro.

Aldo Rebelo deixa o Ministério do Esporte, no qual coordenou as ações do governo durante a Copa do Mundo, para assumir a pasta de Ciência, Tecnologia e Inovação. Desde o governo Lula, o deputado assumiu a presidência da Câmara, foi ministro da Coordenação Política e líder do governo e do PCdoB na Câmara.

Jaques Wagner, atual governador da Bahia, será o novo ministro da Defesa no lugar de Celso Amorim. O petista foi eleito deputado federal três vezes e ocupou cargos do primeiro escalão no governo Lula, como o comando do Ministério do Trabalho e Emprego, antes de Ricardo Berzoini, atual titular da pasta de Relações Institucionais. Wagner foi eleito governador em 2006.

Na Educação, foi confirmado o nome de Cid Gomes, atual governador do Ceará. Gomes obteve o primeiro mandato eletivo em 1990 como deputado estadual. Seis anos depois, foi eleito prefeito de Sobral e reeleito para mais um mandato. Em 2006 chegou ao governo do estado, eleito no primeiro turno. O cearense foi responsável pela coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva para o segundo turno da eleição presidencial.

Pelo menos seis peemedebistas foram confirmados no comando de pastas do segundo mandato do governo Dilma. O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) assumirá o Ministério de Minas e Energia. O engenheiro vai substituir o também peemedebista Edison Lobão, que comanda a pasta desde o início do governo Dilma.

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DONA ENEDINA, UM SÍMBOLO!

Wagner

Dona Enedina e o filho Lourival são homenageados por Wagner e Fátima Mendonça

Os oito anos do Governo Wagner são retratados em edição especial da revista Bahia Terra de Todos Nós. A publicação foi lançada em evento especial no Palácio Rio Branco, em Salvador, em evento que reuniu políticos e teve homenagens a figuras atendidas com ações de governo, a exemplo de Maria Enedina Pereira, moradora de Ilhéus.

Dona Enedina aprendeu a ler e escrever depois dos 100 anos de idade, transformando-se na mais famosa aluna do Programa Todos pela Alfabetização (Topa), do governo baiano. A Bahia Terra de Todos Nós ainda resume principais projetos, programas e ações do governo estadual no período de 2007 a 2014.

WAGNER NA COORDENAÇÃO POLÍTICA DO GOVERNO DILMA

Wagner confirma ministério na área política (Foto Pimenta).

Wagner confirma ministério na área política (Foto Pimenta).

Jaques Wagner trabalhará na coordenação política do futuro governo da presidente Dilma Rousseff. Foi o que ele disse hoje, em Buerarema. Embora não tenha dito em qual ministério, Wagner assim se pronunciou:

– Vou trabalhar na coordenação política.

Hoje, ele visitou os municípios de Buerarema, São José da Vitória e Almadina, onde entregou ônibus escolares novos e assinou ordem de serviço para reforma e cobertura da feira livre de Buerarema.

Wagner aproveitou para dizer que, se governo fosse olimpíada, o dele levaria medalha de ouro em praticamente todas as áreas. Citou programas e números como recuperação ou construção de estradas (8 mil quilômetros), construção de moradias populares (160 mil entregues e 100 mil em fase de conclusão), construção de cinco hospitais regionais e um em conclusão, redução do analfabetismo e aumento de 4 para 30 escolas técnicas.

INAUGURAÇÃO DO SAC DE ITABUNA

SAC de Itabuna funcionará no Shopping Jequitibá (Foto Pimenta).

SAC de Itabuna funcionará no Shopping Jequitibá (Foto Pimenta).

 (Foto Pimenta).

(Foto Pimenta).

O governador Jaques Wagner visita o sul da Bahia nesta segunda (15), quando entrega ônibus escolares e assina ordens de serviços em Buerarema, São José da Vitória e Almadina. O primeiro compromisso será em Buerarema, às 9h.

Até deixar o cargo, no dia 31, Wagner ainda retornará à região para inaugurar as novas instalações do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) de Itabuna, que funcionará ao lado da Riachuelo, no Shopping Jequitibá.

O SAC já funciona em shoppings em cidades como Salvador e Vitória da Conquista. O SAC de Itabuna adere ao conceito, contando com o apoio do Grupo Chaves, proprietário do Jequitibá.

WAGNER EM BUERAREMA

Wagner retorna ao sul da Bahia na segunda (Foto Pimenta).

Wagner retorna ao sul na segunda (Foto Pimenta).

O governador Jaques Wagner vai a Buerarema na próxima segunda (15). Será a primeira vez que o mandatário baiano visitará o município desde quando assumiu o Estado, em 2007.

Buerarema vive conflito entre pequenos produtores rurais e indígenas. Lá, Wagner entregará um ônibus escolar e assinará ordem de serviço das obras de cobertura da feira livre do município.

– Esta obra é uma luta de muitos anos – afirma o vereador Elinho Almeida (PDT), que destaca o empenho do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo, para assegurar a reforma da feira municipal.

O governador também vai a São José da Vitória, onde também fará entrega de um ônibus, às 10h30min. Wagner poderá visitar Almadina, às 12h. Ele quer encerrar o mandato tendo feito algo inédito: ser o primeiro governador a ter visitado todos os municípios baianos no exercício das suas funções.






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