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:: ‘Wagner’

DILMA ASSINA CONTRATO DO METRÔ DE SALVADOR E ENTREGA CASAS EM CONQUISTA

Wagner e Dilma assinam contrato de obra do metrô. Previsão é de que primeiro trecho esteja operando em junho do ano que vem (foto Alberto Coutinho/Secom)

Wagner e Dilma assinam contrato de obra do metrô. Previsão é de que primeiro trecho esteja operando em junho do ano que vem (foto Alberto Coutinho/Secom)

A presidenta Dilma Rousseff e o governador da Bahia, Jaques Wagner, participam nesta terça-feira, 15, em Salvador, da assinatura do contrato de concessão do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. No mesmo dia, os dois entregam 1.740 residências do programa “Minha Casa, Minha Vida” em Vitória da Conquista.

A cerimônia em Salvador será realizada às 9h30, no Gran Hotel Stella Maris. O contrato de Parceria Público-Privada (PPP), a ser assinado com a Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), prevê a conclusão da Linha 1 e implantação da Linha 2 do metrô. De acordo com os prazos estabelecidos na concessão, o trecho da estação Lapa até a estação Retiro entrará em funcionamento em junho de 2014; já a operação comercial no trecho Lapa – Pirajá está prevista para começar em janeiro de 2014. A concessão terá duração de 30 anos.

A CCR venceu o leilão do metrô em agosto, com proposta que prevê contrapartida anual de R$ 127,6 milhões do Estado. O valor representa um deságio de 5,05% em relação ao teto do edital, que era de R$ 136 milhões.

Conquista – A entrega de apartamentos em Conquista está programada para as 11h30, no bairro Senhoria Cairo. Serão entregues os residenciais Jequitibá, com 500 unidades, Ipê (366), Pau Brasil (374) e Acácia (500). De acordo com o governo baiano, o empreendimento do “Minha Casa, Minha Vida” beneficiará 7 mil pessoas.

PROJETO QUE ATENDE PESCADORES TEM LANÇAMENTO ADIADO EM ILHÉUS

Em novembro de 2012, Wagner não escondeu sua frustração com a obra do Terminal Pesqueiro (foto Pimenta)

Seria lançado nesta sexta-feira, 11, em Ilhéus, o programa “Ação Cidadã Pescando o Futuro”, que tem como proposta a inclusão social de pescadores, marisqueiras e caranguejeiros.  O lançamento ocorreria no Terminal Pesqueiro da cidade e contaria com as presenças do governador Jaques Wagner; do ministro da Pesca, Marcelo Crivella; e do presidente da Bahia Pesca, Cássio Peixoto.

Ontem, dia 10, a Prefeitura de Ilhéus anunciou que o evento fora adiado. Segundo a Bahia Pesca, o motivo do adiamento seria um conflito de agenda do governador.

Em Ilhéus, porém, o tal conflito é visto por alguns como pretexto. A verdadeira razão seria o descontentamento de Wagner com o resultado ainda não percebido do investimento de R$ 13 milhões na instalação do Terminal Pesqueiro de Ilhéus. Uma insatisfação que o governador demonstrou já no dia da inauguração do equipamento.

MINISTRO QUER CONVERSAR COM ÍNDIOS E PRODUTORES RURAIS EM BUERAREMA

Wagner e Cardozo conversaram sobre o conflito em Buerarema

Wagner e Cardozo conversaram sobre o conflito em Buerarema

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, recebeu nesta terça-feira, 8, em Brasília, o governador da Bahia, Jaques Wagner. O assunto tratado pelos dois foi o conflito entre índios e pequenos produtores rurais no sul da Bahia, principalmente em Buerarema.

Cardozo defendeu uma solução dialogada e se comprometeu a visitar a região, sinalizando como data provável da visita o dia 25 de outubro. A intenção do ministro é ouvir ambos os lados envolvidos no conflito, o que foi confirmado por Wagner.

Segundo o governador, a agenda do ministro da Justiça no sul da Bahia “será elaborada de forma que possa ter contato com os índios e com os produtores rurais”.  Wagner elogiou a decisão de Cardozo de verificar a situação pessoalmente.

A audiência em Brasília contou também com a presença do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra.

DEZ SECRETÁRIOS DO GOVERNO WAGNER DEVEM DISPUTAR ELEIÇÕES EM 2014

Robinson confirmou desejo de disputar vaga à Câmara Federal.

Robinson confirmou desejo de disputar vaga à Câmara Federal.

Pelo menos dez dos 26 secretários estaduais devem deixar os seus respectivos cargos até dezembro deste ano para disputar as eleições de 2014. O prazo de desincompatibilização vence em 5 de abril do próximo ano, mas o governador Jaques Wagner alertou a quem deseja participar do pleito eleitoral a necessidade de sair até dezembro.

De acordo com matéria d´A Tarde, a fila de secretários-candidatos tem Eduardo Salles (PP), da Agricultura; Wilson Brito (PP), da Integração e Desenvolvimento Regional;  e Paulo Câmera (PDT), da Ciência e Tecnologia. Dois nomes certos na disputa por vaga na Câmara dos Deputados são Jorge Solla (Saúde) e Robinson Almeida (Comunicação Social).

A lista é completada por Moema Gramacho (PT), do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza; Domingos Leonelli (PSB), secretário do Turismo. Outros nomes são tidos como potenciais candidatos: Cícero Monteiro, do Desenvolvimento Urbano; Almiro Sena (PRB), da Justiça; Ney Campello (PCdoB), da Secopa; e Elias Sampaio (PT), da Promoção da Igualdade.

ARGÔLO QUER SDD COM O PT

Argôlo e Paulinho em audiência com Ideli Salvati

Argôlo e Paulinho em audiência com Ideli Salvati

O partido Solidariedade, identificado pela sigla SDD, tem posições conflitantes na esfera nacional e, no caso da Bahia, na estadual. Em Brasília, o SDD se alinha com a oposição ao governo Dilma e deve apoiar ou Aécio Neves (PSDB) ou Eduardo Campos (PSB) na sucessão presidencial.

Esse, no entanto, não é o desejo de todos os filiados à nova legenda.

O deputado federal Luiz Argôlo, por exemplo, que deixou o PP para entrar nas fileiras do SDD, defende que o partido apoie a reeleição de Dilma, posição que manifestou na noite desta terça-feira, 1º, em audiência com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati. Do lado do SDD, o grupo era encabeçado pelo seu presidente, Paulo Pereira da Silva, o “Paulinho da Força Sindical”.

Não se sabe se o apoio à Dilma será concretizado, mas na Bahia Argôlo diz que está firme e forte ao lado do candidato de Wagner à sucessão. Ontem, inclusive, o deputado teve boas conversas com o secretário da Casa Civil do governo baiano, e “governadorável”, Rui Costa.

ERNESTO MARQUES: “O PT PRECISA REDESCOBRIR SUA MATRIZ ORIGINAL”

Ernesto diz que o PT precisa restabelecer o diálogo com os movimentos sociais (foto Pimenta)

Ernesto diz que o PT precisa restabelecer o diálogo com os movimentos sociais (foto Pimenta)

O jornalista Ernesto Marques, vice-presidente da Associação Baiana de Imprensa, tem consciência de que trava uma luta desigual, mas diz que representa a voz da “planície” na disputa pela presidência do PT na Bahia. Segundo ele, o partido se burocratizou, seus dirigentes se encastelaram nas instituições e perderam as linhas de comunicação com os movimentos sociais.

Ernesto prega que é preciso “acordar um certo tipo de dirigente petista que, como diz o presidente Lula, se acostumou a ficar com a bunda na cadeira e se esqueceu de que a obrigação de todo petista é estar o tempo inteiro com um pé na institucionalidade, mas o outro na vida real, na rua”.

O petista, que enfrentará no Processo de Eleição Direita (PED) a poderosa chapa encabeçada por Everaldo Anunciação, secretário estadual de Organização do PT, discorda dos “companheiros” que classificaram as manifestações de junho como orquestrações da direita e afirma que os brasileiros finalmente aprenderam que a democracia funciona.

Em tempo: as eleições dos novos diretórios petistas em todo o País serão realizadas no dia 10 de novembro.

 

PIMENTA – Para começar, como o senhor avalia essa situação ma disputa pelo diretório de Salvador, onde o secretário Rui Costa teria incentivado a formação uma chapa para combater Marta Rodrigues, liderança ligada a Walter Pinheiro. Já temos aí uma prévia da disputa de 2014?

Ernesto Marques – O que está em vias de se configurar em Salvador é mais ou menos o que a gente observava no começo do ano, como aglutinação de campos divergentes dentro do partido. Nós criamos um campo chamado “PT Mais Forte”, que deu origem à nossa chapa e tinha basicamente as mesmas forças que hoje estão se aglutinando em torno de Marta (Rodrigues). É claro que para nós já estava evidente, desde aquele primeiro momento, onde se encontram as contradições. Não era à toa que nós constituíamos esse campo, exatamente na expectativa de ter um espaço para debate sobre 2014, mas também sobre 2013.

PIMENTA – Onde estão as contradições?

EM – Primeiro você estrutura um partido, prepara esse partido do ponto de vista organizativo, para que então você tenha melhor condição de enfrentar a batalha eleitoral. Os argumentos do agrupamento majoritário foram suficientes para quebrar a unidade do campo, mas não para nos submeter a ponto de aderir à ideia do “chapão”.  Decidimos manter a postulação que já apresentávamos antes, de que esse agrupamento tinha consistência e força política para disputar e vencer as eleições internas do partido. Como houve algumas defecções, inclusive da própria EDP (Esquerda Democrática Popular), liderada pelo deputado (Nelson) Pelegrino, nós mantivemos a nossa “levada” e estamos cada vez mais convencidos do acerto da nossa posição.

 

PIMENTA – Mas há um tensionamento no PT na capital…

EM –  O tensionamento em Salvador recoloca exatamente o confronto, no bom sentido, como nós estamos acostumados no PT, entre dois campos que têm visões não exatamente opostas, mas em alguns pontos divergentes em relação à condução que deve dar ao partido aqui na Bahia, assim como com relação às questões nacionais. Há uma tentativa de antecipar as coisas em relação a 2016, o que talvez seja um pretexto para se aglutinar um bloco com a intenção –  segundo se diz na imprensa, mas não ouvi isso de nenhuma liderança – de isolar o deputado Nelson Pelegrino dentro da sua principal base, que é Salvador e a Região Metropolitana. É difícil fazer isso porque qualquer pessoa pode contestar a trajetória do companheiro Pelegrino, mas ninguém pode negar a liderança que ele é e o papel que exerceu na construção do partido em Salvador. A capital hoje é o berço do que antes a gente chamava de carlismo e nós não temos nenhuma dúvida de que precisamos fazer uma oposição muito séria, consistente e contundente à Prefeitura, e isso não se confunde com fazer oposição à cidade, são coisas muito diferentes. Temos visões muito diferentes sobre como tratar os problemas de Salvador.

PIMENTA – O senhor faz uma crítica à forma como o PT fez oposição a João Henrique e propõe uma atuação diferenciada agora com ACM Neto. Em que pontos devem se estabelecer as diferenças?

EM – Há uma coisa muito estranha quando o prefeito propõe o aumento do IPTU e cinco dos sete vereadores do PT aprovam esse aumento. É um sinal muito preocupante de que o partido não está conseguindo tratar as matérias adequadamente e esgotar o debate interno antes de ir para as votações na Câmara. Segundo o tributarista e também vereador Edvaldo Brito (PTB), é um aumento que pode chegar a 35% e ainda restabelecer a tributação em cascata, que é uma coisa que o Brasil já tinha abolido há muito tempo. O vereador Waldir Pires (PT) também já apontava sérios vícios de inconstitucionalidade na reforma tributária. Essas questões estão sendo tratadas como se cada vereador fosse dono do seu mandato, mas na verdade os mandatos pertencem ao partido, e este faz oposição ao prefeito ACM Neto. No fundo, o que está em jogo é qual a qualidade da oposição que vamos fazer. Será uma oposição low profile, de baixa intensidade, ou faremos uma oposição sistemática, que, repito, não se confunde com oposição à cidade, mas deixa muito claro qual é o entendimento nosso sobre política urbana, habitação popular, transporte público, movimentos sociais e mais uma série de questões que nos diferenciam bastante. E não dá para misturar água com óleo.

PIMENTA – O senhor discorda da política de “boa vizinhança” entre o PT e ACM Neto?

EM – Essa tentativa de isolar Pelegrino talvez seja exatamente pelo desejo de fazer uma oposição de baixo perfil, o que, no caso do prefeito João Henrique, gerou para nós uma conta muito grande a pagar. Inclusive porque uma parte da população de Salvador não identificava os investimentos do Estado, vendo-os como obras do ex-prefeito João Henrique, a exemplo da Via Expressa. O fato de termos apoiado João Henrique no segundo turno de 2004 e termos participado de seu primeiro governo deixou essa coisa mal resolvida, porque o PT não apresentou claramente para a cidade se era oposição ou se era situação no governo João Henrique. Neste atual governo, não pode haver qualquer margem de dúvida, até porque o prefeito ACM Neto, com toda justiça, personifica o outro campo da política baiana, contra o qual nós sempre nos opusemos. Não há porque mudar de posição, tendo em vista que o prefeito ACM Neto continua fiel ao seu berço político e nós também não mudamos. Pelo menos uma parte do PT.

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Não há porque mudar de posição, tendo em vista que o prefeito ACM Neto continua fiel ao seu berço político e nós também não mudamos. Pelo menos uma parte do PT.

 

PIMENTA – Esses conflitos do PT não decorrem da opção que o partido fez pela política de alianças para alcançar resultados eleitorais? Ou seja, não é uma consequência do pragmatismo do partido?

EM – O PT vive problemas que são naturais em um partido que tem 33 anos de idade, embora não seja um dos partidos mais velhos do país. Nesse tempo, nós deixamos de ser um partido pequeno, de gueto, para progressivamente conquistar cadeiras nos parlamentos em todos os níveis: prefeituras, governos estaduais, até o governo federal. A gente vive as dores de um partido que já tem um bom tempo no governo e este exercício naturalmente expõe as nossas contradições, o que inclusive é muito salutar, principalmente se a gente entende a contradição como uma coisa natural da democracia, a ser enfrentada sem muito receio.

PIMENTA – Seria o lado positivo da crise?

EM – Essa é a parte da crise que eu acho natural e a gente tem que conviver com ela, discuti-la exaustiva e permanentemente, para encontrar as saídas sem perda de consistência política. Em relação a alianças, a história mostra que ninguém ganhou sozinho. Nem nas revoluções armadas, nem nos processos democráticos. Sempre é necessário se fazer alianças e na democracia ganha mais quem agrega mais. O governador Jaques Wagner ensina isso e reafirma a todo tempo. Fazer alianças não é problema e isso o PT já tem resolvido há muito tempo. Você pode questionar a qualidade das alianças e a gestão dessas alianças após as eleições. Nós podemos observar que é difícil constituir e manter uma aliança que seja muito ampla no espectro ideológico e no aspecto numérico.

PIMENTA – Não é esse o caso da aliança “super ampla” em torno do governo Wagner?

EM – Gerir uma base com cerca de 50 parlamentares em 63 é de fato uma engenharia política extremamente complexa. Aquela lógica que a gente aprende em casa, de ceder sempre o  lugar para a visita, é mais ou menos assim que acontece na política. Para acomodar os aliados, é natural que o partido que é o centro da aliança seja mais generoso na abertura de espaços para acomodar os aliados. O problema é exatamente a gestão desses espaços e nos parece que houve equívocos graves na direção partidária, na hora de gerir as alianças, seja na distribuição dos espaços no governo, seja no posicionamento na hora das coligações. Ter ex-carlistas no governo também não representa nenhuma dificuldade porque comunistas trabalharam nos governos carlistas o tempo inteiro, ou sendo servidores de carreira, e portanto cumprindo sua obrigação como servidor público, ou em alguns casos porque atenderam convites profissionais e tiveram também que de alguma maneira cumprir uma tarefa política. E eu não me lembro de um governo carlista ter virado comunista por causa disso.

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GEDDEL COM AÉCIO

Geddel: irregularidades em convênios (foto Bah

O governador Jaques Wagner há muito tempo anda queixoso por causa da estranha condição do peemedebista Geddel Vieira Lima, que, apesar de ocupar cargo de confiança no Governo Federal – é vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica -, vive dando estocadas no PT.

As queixas de Wagner devem aumentar, agora que Geddel está de affair  com o senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB. Manifestações de carinho recíproco ocorreram na última sexta-feira, 20, quando da visita do tucano a Salvador.

Diante de um elogio de Aécio, Geddel afirmou que não tem a menor dificuldade em conversar (leia-se “apoiar”) o senador para a sucessão de Dilma, acrescentando que este poderá ser o caminho natural, dadas as relações do PMDB da Bahia, onde tem se alinhado com DEM e PSDB e combatido o governo do petista Wagner.

Aliás, Geddel declarou não apenas a facilidade de diálogo com Aécio, mas também com Eduardo Campos e Marina Silva, outros dois presidenciáveis.

Pelo visto, há dificuldade apenas com Dilma.

LÍDICE AFIRMA QUE É CANDIDATA AO GOVERNO ATÉ SEM O APOIO DE WAGNER

Lídice da Mata: candidatura mesmo sem apoio de Wagner (Foto Tácio Moreira/Metropress).

Lídice: candidatura mesmo sem apoio de Wagner (Foto Tácio Moreira/Metropress).

A senadora Lídice da Mata (PSB) afirmou em entrevista à Rádio Metrópole na manhã desta segunda-feira (23) que sairá candidata ao governo da Bahia, mesmo sem o apoio do governador Jaques Wagner. “Eu luto para ser a candidata do governo e do governador, acho que reúno condições para isso. Mas, havendo uma negativa do governo, mesmo assim, vou ser candidata”, disse.

Durante a conversa, Lídice ainda explicou a saída do PSB da base do governo Dilma Rousseff. “As conversas para a saída já estavam acontecendo há algum tempo. O que motivou a saída foi uma queixa generalizada de que um segmento tentava constranger as opiniões públicas do partido, devido a uma possível candidatura de Eduardo Campos à presidência”.

A senadora disse ainda que mesmo saindo da base do governo, o PSB está à disposição da presidente para apoiá-la no parlamento. “A vida segue em frente. Agora estou me concentrando em montar a chapa de candidatos do PSB a deputado federal”, finalizou. Do site Metro1.

AFAGO EM PINHEIRO

Faixa Pinheiro Governador foto Pimenta www.pimenta.blog.br

Setor da militância petista declara apoio a Pinheiro (Foto Pimenta).

Dos petistas que postulam a sucessão do governador Jaques Wagner, apenas o secretário de Planejamento José Sérgio Gabrielli compareceu ao ato de fundação da Universidade Federal do Sul da Bahia. Mas passou quase despercebido.

Um setor da militância, porém, fez questão de dizer quem prefere como candidato. No caso, o ausente (no evento) senador Walter Pinheiro.

Um faixa na área externa da Reitoria afirmava: “Pinheiro Governador”.

Quem fez a homenagem carimbou a seguinte assinatura: “Militância merece respeito”

VANE: “É UMA DATA HISTÓRICA PARA ITABUNA”

Vane afirmou que Ufesba vai impulsionar desenvolvimento regional (foto Pimenta)

Vane afirmou que Ufesba vai impulsionar desenvolvimento regional (foto Pimenta)

Falando há pouco no ato de fundação da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba), o prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, definiu este dia 20 de setembro de 2013 como “data histórica” e a instalação da escola como “uma das mais importantes conquistas para Itabuna e região”.

Para o prefeito, a Ufesba vai impulsionar o desenvolvimento regional. Ele observou que a região ainda sofre os efeitos da crise da lavoura cacaueira e destacou a relevância dos investimentos de R$ 200 milhões para a implantação da universidade, lembrando que ela irá gerar 1.200 empregos diretos e terá uma oferta de 10.800 vagas para cursos de ensino superior.

Em seguida ao prefeito, falou o governador Jaques Wagner. Ele antecipou que a aula inaugural da Ufesba já tem data marcada: 9 de setembro de 2014.

O ATO DE FUNDAÇÃO DA UFESBA

Reitor preside a cerimônia (foto Pimenta)

Reitor preside a cerimônia (foto Pimenta)

O reitor pro tempore da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba), Naomar Almeida Filho, preside neste momento o ato de fundação da instituição de ensino no bairro de Ferradas, em Itabuna, onde está instalada a Reitoria. A cerimônia conta com a presença do governador Jaques Wagner, do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo, e do prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, entre outras autoridades.

No mesmo ato, Naomar Almeida dá posse a pró-reitores e diretores acadêmicos da Ufsba. Haverá também ainda nesta sexta-feira, 20, a nomeação e posse dos membros do Conselho Universitário.

NILO: “UFSBA DEMOCRATIZA CRESCIMENTO DO ESTADO”

marceloniloO deputado estadual Marcelo Nilo (PDT), presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, afirma estar entusiasmado com o projeto da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsba), que terá seu ato de fundação nesta sexta-feira, 20, às 15 horas, em Itabuna. A solenidade, que será presidida pelo reitor pro tempore da Ufsba, Naomar Almeida Filho, terá a presença do governador Jaques Wagner e do ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Para o parlamentar, “a instalação de universidades, institutos federais tecnológicos e escolas técnicas que possam dialogar com as características territoriais é fundamental para o desenvolvimento e a consolidação de um estado moderno”.

Ele destacou que a nova instituição permitirá que os jovens tenham menos necessidade de sair da região para fazer um curso superior, ao mesmo tempo em que contribui para atrair gente de outros municípios e estados. “Isso por si só já ajuda a desenvolver as cidades”, aposta o deputado.

 

WAGNER DEVERÁ ENFRENTAR PROTESTOS NA VISITA A ITABUNA

Wagner vem para evento de fundação da Ufesba (Foto José Nazal).

Wagner vem para evento de fundação da Ufesba (Foto José Nazal).

O governador Jaques Wagner estará em Itabuna na próxima sexta-feira (20) para participar da solenidade de fundação da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba).

Wagner deverá receber pressão de produtores que tiveram suas terras desapropriadas na região da Barragem do Rio Colônia. Foram desapropriadas, mas dinheiro que é bom… “Necas”.

O prefeito de Itapé, Pedro Jackson Brandão, o Pedrão, já iniciou mobilização para cobrar de Wagner a retomada das obras da barragem, paralisadas por completo no início deste mês.

Pedrão disse ter conversado com engenheiros da empreiteira responsável pela obra. A informação é de que a construção da barragem somente será retomada em 2014, com novo orçamento estadual.

O mandatário baiano deverá ainda contar com recepção calorosa dos produtores dos municípios de Buerarema, Una e Ilhéus prejudicados pelo conflito com tupinambás. Outro protesto prometido é o de terceirizados da Educação, que se encontram há três meses sem salários.

WAGNER: BAHIA FORA DO HORÁRIO DE VERÃO

horário de verão

A Bahia está fora do Horário de Verão, segundo antecipou hoje o governador Jaques Wagner. Precisando fazer média com o eleitorado, o mandatário da boa terra decidiu seguir decisão já tomada em 2012.

– Nós fizemos uma experiência no ano retrasado, então, independente daquilo que eu acho, eu tenho que ouvir a ampla maioria da população. A rejeição foi muito grande – disse o Galego de Ondina.

Assim, os baianos terão de ficar atentos a mudanças de horário de serviços de transporte interestadual e compensação bancária. Nestes casos, vale o “relógio de Brasília”, que será adiantado em uma hora.

WAGNER IRÁ A BRASÍLIA DISCUTIR CONFLITO

Wagner confirma fábrica em Itororó (Foto Pimenta).

O governador Jaques Wagner confirmou que irá a Brasília para discutir o conflito entre índios e pequenos produtores rurais no sul da Bahia. A audiência com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, deve ocorrer ainda esta semana.

A situação de Buerarema foi destacada hoje (10) no programa Conversa com o Governador, produzido pela Secretaria da Comunicação do Governo da Bahia. Wagner disse estar atento e “em contato direto com o governo federal, esperando que a gente possa ter um desfecho tranquilo, negociado, para que a paz possa reinar na região”.

O governador declarou ainda que o processo de demarcação em Buerarema ainda está sujeito a questionamentos judiciais e sugeriu, como melhor caminho, “fazer uma negociação para a saída dos não-índios, pagando todas as benfeitorias”.

Sobre os produtores, Wagner observou que não se trata de latifundiários. “São várias famílias, com 60, 70, 80 anos que estão na terra, plantando mandioca, cacau, sobrevivendo disso”.

WAGNER COMEMORA CRESCIMENTO DO PIB BAIANO

Governador criou comissão para apurar crimes cometidos pelo Estado na ditadura militar (foto Pimenta)

Governador diz que tem trabalhado para atrair empreendimentos (foto Pimenta)

O crescimento da economia baiana em escala maior que a brasileira é um dos assuntos comentados por Jaques Wagner no programa Conversa com o Governador, edição veiculada nesta terça-feira, 3. “Minha alegria, evidente, fica maior ainda com a Bahia, já que nós tivemos um crescimento 50% acima da média brasileira”, afirma.

O governador observa que o setor industrial na Bahia teve um incremento 30 vezes superior ao do País no ano passado e  salienta que o crescimento econômico implica na geração de empregos.

Entre outros temas, o programa aborda também o turismo, com destaque para regiões como a Chapada Diamantina e o Vale do Rio São Francisco. Wagner cita a participação da Bahia na 41ª Feira de Turismo das Américas, que começa nesta quarta-feira, 4, em São Paulo.

Clique aqui para ouvir o programa, produzido pela Secretaria de Comunicação do Governo da Bahia (Secom).

REUNIÃO DE CÚPULA

Coluna Tempo Presente (A Tarde)

Jaques Wagner convocou os líderes dos partidos políticos aliados para uma reunião amanhã à tarde. Pauta: avaliação do momento político e da situação financeira do Estado.

No bojo, a necessidade de cortar gastos demitindo ocupantes de cargos comissionados, a parte mais dolorosa do caso.

LÍDICE E A SUCESSÃO

marco wense1Marco Wense

Todas as pesquisas eleitorais visando o Palácio de Ondina, encomendadas pelos dois lados, oposição e situação, apontam ACM Neto em uma posição privilegiada.

E mais: a diferença de Neto para a turma do governo, sob a batuta do governador Jaques Wagner, é considerável. Outro detalhe é que Paulo Souto e Geddel, segundo e terceiro colocados, são oposicionistas.

A fila segue com Lídice da Mata, Wálter Pinheiro, Otto Alencar, Rui Costa e Marcelo Nilo, respectivamente na quarta e oitava colocações. Todos da base de apoio ao governo estadual.

O engraçado no traiçoeiro e movediço jogo sucessório, quase sempre marcado por desconfianças recíprocas, fica por conta da senadora Lídice da Mata.

A ilustre parlamentar, que é presidente estadual do PSB e líder da legenda no Senado, quer o apoio do governador Jaques Wagner independente do cenário nacional.

“Se Eduardo Campos for candidato não impede que o governo me tenha como candidata”, diz a senadora. Campos é governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB.

Pois é. Lídice quer um palanque diferenciado, sem a presença de Dilma, que busca a reeleição, e de Lula. Quer se fortalecer com o apoio de Wagner para pedir votos para Eduardo Campos.

Lídice também criticou a articulação política do governo Dilma: “Ninguém imaginava Cézar Borges como ministro e Otto Alencar como vice de Wagner. O PT se misturou”.

Se o saudoso Gonzaguinha estivesse vivo, diria que o governador Jaques Wagner não tem “cara de panaca” e “jeito de babaca”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

NAMORO ADMINISTRATIVO

Da coluna Tempo Presente (A Tarde)

Na Fieb, ontem (8), Jaques Wagner foi abordado pelo jornalista Biaggio Talento:

– E aí, governador, como é que está o namoro com ACM Neto?

– Por enquanto, é só administrativo.

ACM Neto ia passando, Wagner chamou:

– Olha, Neto. Biaggio está me perguntando como vai nosso namoro e eu estou dizendo a ele que por enquanto é só administrativo.

WAGNER AUTORIZA REFORMA DE GINÁSIO DE IBICARAÍ

Estado reformará ginásio de Ibicaraí (Foto Divulgação)

Estado reformará ginásio de Ibicaraí (Foto Divulgação)

O prefeito de Ibicaraí, Lenildo Santana, recebeu de presente, hoje, a documentação que assegura a reforma completa do Ginásio de Esportes Nicécio Bráulio. A promessa de recuperação do equipamento esportivo havia sido feita por Wagner em 8 de janeiro deste ano. O ginásio pertence ao Governo do Estado.

A obra custará R$ 507.781,33, conforme ofícios e autorizações assinados pelo secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Nilton Vasconcelos. A recuperação do ginásio está entre as principais reivindicações da população ibicaraiense. A reforma foi solicitada ao governo baiano pelo prefeito Lenildo Santana e o deputado estadual Rosemberg Pinto, ambos do PT.






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