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:: ‘wenceslau’

O DILEMA DE GERALDO

marco wense1Marco Wense

O que se comenta nos corredores do Palácio de Ondina é que o PCdoB, com Vane fora da disputa, tende a uma reaproximação com Geraldo Simões, sob pena de ficar isolado no processo sucessório

Pessoas bem próximas do ex-deputado Geraldo Simões, assentadas no argumento de que o PT não faria tamanha malvadeza com um ilustre e histórico filiado, tratavam sua saída da legenda como uma invencionice.

Os geraldistas, para fugir do assunto e encerrar a conversa, diziam que era mais uma intriga da oposição, da desinformação de setores da imprensa e de incautos comentaristas políticos.

E quando os “incendiários de plantão” citavam o PMDB dos irmãos Vieira Lima como opção partidária, era um Deus nos acuda, cruz credo, um xô satanás.

Esses mesmos correligionários, que achavam que tudo não passava de mais uma picuinha inerente ao movediço e traiçoeiro processo político, já defendem um xaveco do líder-mor com o peemedebismo.

O problema é que a candidatura de Geraldo Simões depende do prefeito Claudevane Leite. Ou seja, GS só será candidato se o enigmático chefe do Executivo não disputar o segundo mandato.

São favas contadas que a reeleição de Vane conta com o apoio do governador Rui Costa e do diretório estadual do PT, tendo na linha de frente o ex-geraldista e ex-vereador Everaldo Anunciação.

E como fica o PCdoB? Se Vane for candidato, fica tudo no mesmo. E se o prefeito desistir da reeleição, os comunistas lançam candidato próprio? Confesso que tenho minhas dúvidas.

Aliás, o que se comenta nos corredores do Palácio de Ondina é que o PCdoB, com Vane fora da disputa, tende a uma reaproximação com Geraldo Simões, sob pena de ficar isolado no processo sucessório.

O que se espera, diante de um iminente e inevitável bafafá entre o PCdoB e o PRB, entre os prefeituráveis Davidson Magalhães e Roberto José, é uma neutralidade do chefe do Executivo.

O dilema de Geraldo Simões vai ficar cada vez mais intenso, já que a posição do prefeito Claudevane Leite só será conhecida na véspera do limite permitido para se mudar de partido.

Vale ressaltar que o “sim” de Vane, decidindo enfrentar as urnas na eleição de 2016, está condicionado ao comportamento do segmento evangélico diante da reeleição.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

COMEMORAÇÃO PROSSEGUE

É realmente de prefeiturável a agenda do vice-prefeito de Itabuna, Wenceslau Júnior (PCdoB), nestes últimos dias.

Na sexta, reuniu quase 300 pessoas em um almoço na churrascaria Los Pampas, para comemorar seu aniversário de 45 anos. Hoje, dia 25, o vice fecha as comemorações em uma missa na Catedral de São José. Depois, segue para atividades em Itajuípe.

Se a candidatura ainda é uma incógnita, a movimentação não deixa dúvidas quanto à disposição do comunista.

WENCESLAU BOTA O BLOCO NA RUA

Wenceslau comemora aniversário em evento com cheiro de política

Wenceslau comemora aniversário em evento com cheiro de política

Depois de anunciar que poderá ser o candidato a prefeito de Itabuna em 2016 (confira aqui), o atual vice-prefeito de Itabuna, Wenceslau Júnior (PCdoB), reuniu amplo leque de convidados em evento nesta sexta-feira (23).

A reunião, na Churrascaria Los Pampas, foi organizada para comemorar os 45 anos do vice. Mas não deixou de servir como termômetro de sua força política.

Participaram do almoço, entre outros, os prefeitos de Ilhéus, Jabes Ribeiro (PP), e o de Itabuna, Claudevane Leite (PRB); o deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB); a reitora da Uesc, Adélia Pinheiro; e o presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Aldenes Meira (PCdoB). Reforçou o grupo um grande número de representantes do segmento empresarial.

Nos discursos, lembranças da trajetória do aniversariante, que milita no PCdoB há 25 anos, com destaque para histórias da última sucessão municipal, quando Claudevane Leite e Wenceslau saíram da Câmara de Vereadores para se eleger, respectivamente, prefeito e vice de Itabuna.

LAMBE-LAMBE
Um dos causos contados por Wenceslau envolveu o prefeito Claudevane (Vane).

No início da campanha de 2012, ele e seu então companheiro de chapa foram a Salvador para contratar alguns serviços. Chegaram à agência de propaganda Objetiva e o candidato se espantou com o requinte das instalações.

– Rapaz, com tanto luxo esse pessoal deve cobrar é muito caro – comentou Vane. Wenceslau e Davidson Magalhães, que acompanhava a dupla, deram risada do sobressalto.

Em seguida, foram procurar um profissional para a foto oficial da campanha. Orçamento do serviço: 6 mil reais.

Vane não se conteve:

– Wenceslau, vamos procurar um “lambe-lambe”. Isso vai sair por uns 10 reais.

PT AINDA CORTEJA VANE, O INDECISO

Vane segue na base do "não sei se vou ou se fico"

Vane segue na base do “não sei se vou ou se fico”

O futuro político do prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), continua a ser um grande mistério. A pessoas próximas, o gestor municipal já afirmou por diversas vezes que não deseja tentar a reeleição, chegando a animar possíveis substitutos, como é o caso do vice Wenceslau Júnior.

No entanto, caso haja uma reviravolta nos humores do prefeito, ainda é bem possível que ele retorne para seu antigo partido, o PT. Esse projeto tem a assinatura de petistas de alto coturno, principalmente do deputado federal Josias Gomes, atual secretário de Relações Institucionais da Bahia.

A justificativa é de que o ingresso de Vane no PT ajudaria a unificar os partidos de centro-esquerda em Itabuna para 2016, além de promover uma mudança na correlação de forças que compõe o governo municipal.

O efeito colateral seria tirar o deputado federal Geraldo Simões da corrida sucessória. Aliás, uma eventual candidatura do parlamentar é vista como fator de divisão, que facilitaria as pretensões do tucano Augusto Castro de conquistar o poder municipal.

WENCESLAU ADMITE CANDIDATURA A PREFEITO

Wenceslau2 coletiva www.pimenta.blog.brO vice-prefeito de Itabuna, Wenceslau Júnior (PCdoB), admitiu hoje, em entrevista ao programa Resenha da Cidade (Rádio Difusora), a possibilidade de ser candidato a prefeito em 2016. A candidatura comunista, segundo ele, está condicionada a uma eventual decisão do prefeito Claudevane Leite (PRB) de não tentar a reeleição.

Segundo o vice, a primeira opção do PCdoB é reconduzir o gestor municipal para um novo mandato. Porém, se Claudevane refugar, o comuna se apresenta como substituto natural.

Nos bastidores, circula a informação de que o prefeito já teria sinalizado o desejo de pendurar as chuteiras em dezembro do ano que vem. Diante disso, Claudevane chegou a fazer um apelo para que os comunistas e evangélicos que coabitam no centro administrativo busquem uma harmonia em prol da sucessão.

DAVIDSON: “PRECISAMOS REPACTUAR NOSSA ATUAÇÃO POLÍTICA NA REGIÃO”

davidson - pimentaO comunista Davidson Magalhães não conseguiu se eleger deputado federal, mas avalia que os mais de 65 mil votos obtidos no dia 5 de outubro o credenciam a atuar como liderança no campo da esquerda no Sul da Bahia.

Nesta entrevista concedida ao PIMENTA, o ex-presidente da Bahiagás demonstra otimismo com a possibilidade de assumir uma cadeira na Câmara Federal, após a composição do governo Rui. Por enquanto, afirma que a prioridade é eleger Dilma Rousseff no segundo turno.

Sobre as sinalizações das urnas para Itabuna, onde Rui Costa perdeu, Davidson defende a reorganização das forças de esquerda em nome do “projeto maior”. Numa referência ao deputado federal petista Geraldo Simões, que não se reelegeu, o comunista diz que alguns líderes regionais precisam “calçar as sandálias da humildade”.

Leia abaixo os principais trechos:

PIMENTA – Como você analisa seu desempenho nas eleições?
Davidson Magalhães – Eu considero uma vitória, principalmente no contexto em que ocorreu esse processo eleitoral. Foi uma eleição bastante disputada, na qual houve uma queda de votos muito grande, e mais uma vez a região confirmou uma característica de pulverização de votos. Nós tivemos aqui muitos candidatos de fora sendo votados e isso reduziu muito a possibilidade de uma eleição concentrada. Terminou saindo do sul da Bahia, de novo, um único deputado federal eleito, o que é mais um prejuízo político para a região. Foi reduzido o número de deputados estaduais e não se ampliou o número de federais.

PIMENTA – Chegou-se a se ensaiar na cidade um movimento em defesa do voto regional…
DM – É um prejuízo porque ficam vários segmentos aqui fazendo o discurso do voto para fortalecer a região e na “hora H” esses mesmos segmentos, por interesses menos nobres, terminam contribuindo com a pulverização dos votos. Seguimos como uma região que tem uma pulverização de votos muito acentuada, o que termina por debilitar nossa representatividade política.

PIMENTA – Essa debilidade pode chegar ao ponto de comprometer projetos estruturantes sinalizados para o Sul da Bahia?
DM – Nossas duas principais cidades (Ilhéus e Itabuna) poderiam ter contribuído mais para o fortalecimento desse projeto regional, mas acabaram ficando extremamente prejudicadas. Nós poderíamos ter um desempenho melhor, o que teria como resultante uma maior consistência política, mas isso é algo que precisará ser superado. Como ganhamos o Governo do Estado, ele, que é o responsável por esses grandes investimentos, juntamente com o Governo Federal, deverá tratar desse problema. Inclusive, o sul da Bahia foi uma das regiões onde o governador eleito Rui Costa teve o menor desempenho, e isso exigirá uma atenção especial para permitir a retomada política da região.

PIMENTA – Como você vê essa vitória de Rui Costa no primeiro turno?
DM – Foi um demonstração definitiva do esgotamento do carlismo, que apostava suas penúltimas fichas no Paulo Souto e num desgaste do governo. Fizeram uma avaliação equivocada e mais uma vez perderam a eleição. Já são três eleições seguidas perdidas pelo carlismo e dessa vez o ACM Neto expôs sua condição de líder político e perdeu inclusive em Salvador. Ou seja, nós derrotamos a principal liderança da oposição e fizemos o senador, o que também demonstra um esgotamento do Geddel (Vieira Lima). A lição que nós tiramos é de que há uma avaliação positiva do governo Wagner e de um projeto em curso que está mudando a Bahia.

PIMENTA – Wagner sempre demonstrou acreditar na vitória de Rui…
DM – O governador sempre insistiu nisso nas reuniões com os partidos: vamos ganhar no primeiro turno. E a argumentação dele era muito sólida: “se comparar o que eles fizeram em 30 anos e o que fizemos em oito, nós damos um banho”. O povo soube ver e entender isso quando tivemos a oportunidade de expor os dados na campanha eleitoral. A diferença entre os dois governos de Paulo Souto e os dois de Wagner é abissal.

PIMENTA – Mas o Sul da Bahia e particularmente Itabuna indicaram não pensar da mesma forma.
DM – Em nossa região, é preciso “cair a ficha” para o que está acontecendo. Experimentaremos um desenvolvimento que tende a ser ampliado com a continuidade desse projeto político com Rui Costa. Isso vai permitir à região dar uma virada substancial a partir da implantação do Complexo Multimodal do Porto Sul.

PIMENTA – Já é possível apresentar um panorama de como ficará o tamanho das bases do governo e da oposição na Assembleia?

DM – As assembleias legislativas têm jogado um papel político muito pequeno na história brasileira, por isso eu acho que Rui não terá problema no relacionamento com o legislativo. Ficamos com a maioria da composição da Câmara Federal e acho que ganharemos a eleição presidencial, o que não põe em risco o projeto.

PIMENTA – Qual o tamanho do PCdoB após essas eleições?
DM – Nosso partido ampliou bastante o espaço político que ocupa na região. Em 2010, quando Wenceslau Júnior disputou o mandato de deputado estadual, teve 31.800 votos, e nós saímos agora com mais de 65 mil votos. É um saldo significativo, que indica uma acumulação de força política nesse período. A possibilidade inclusive de assumir o mandato é importante, já que essa lacuna que ficou na representação do sul Precisará ser preenchida. Nos governos estaduais, tradicionalmente, vários deputados são chamados para assumir cargos, tanto no governo federal quanto no estadual, e isso pode abrir um espaço de atuação política nossa na região. :: LEIA MAIS »

ALDENES REALIZA PLENÁRIA EM ITABUNA

Vereador reuniu militantes para discutir o mandato e conjuntura política

Vereador reuniu militantes para discutir o mandato e conjuntura política

O vereador e pré-candidato a deputado estadual Aldenes Meira (PCdoB) realizou plenária de seu mandato na noite desta sexta-feira (30). Na atividade, o comunista falou sobre aspectos de sua atuação legislativa e participou de um debate sobre a conjuntura política municipal, estadual e nacional.

O evento, no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Rurais em Itabuna, reuniu militantes da Federação dos Trabalhadores da Agricultura (Fetag), Movimento de Luta pela Terra (MLT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), sindicatos e associações de moradores.

Um dos participantes foi o vice-prefeito de Itabuna, Wenceslau Júnior, que fez um balanço do governo municipal e mais uma vez afirmou que o atual prefeito enfrentou dificuldades por ter encontrado uma administração desorganizada e endividada. Wenceslau também falou sobre os avanços sociais conquistados nos últimos anos pelo Brasil e convocou a militância a defendê-los.

Aldenes declarou que seu mandato tem buscado levantar bandeiras associadas à melhoria da qualidade de vida da população, citando como exemplo a questão da mobilidade urbana. O vereador disse ainda que está empenhado na reorganização da Câmara Municipal e uma das propostas nesse sentido é a realização de um concurso público para contratação de servidores. O edital, segundo ele, será publicado em breve.

VANE TIRA FÉRIAS E WENCESLAU ASSUME PREFEITURA

Vane (à direita) passará comando do município para Wenceslau, temporariamente (Foto Pimenta).

Vane (à direita) passa comando do município para Wenceslau(Foto Pimenta).

Em primeira mão

O prefeito Claudevane Leite (PRB) vai tirar férias em fevereiro. E pretende ficar afastado do cargo por 20 ou 30 dias, o que vai depender dos desdobramentos da sua decisão de cancelar o carnaval deste ano. Será a primeira vez que o vice-prefeito Wenceslau Júnior (PCdoB) assumirá o comando do município.

A assessoria do prefeito confirmou ao PIMENTA que Vane vai tirar um tempo para descanso, mas, inicialmente, por apenas dez dias. A decisão de tirar férias foi tomada antes do cancelamento do carnaval, que estava previsto para o período de 13 a 16 de fevereiro. Wenceslau está fora de Itabuna – de férias e se preparando para o test-drive.

A promessa de Vane ao seu “núcleo duro” é de um retorno com mais altivez no comando do município. Mas é altivez na relação com o PCdoB. Existem preocupações com a área da saúde, que não caminha em ritmo satisfatório. Vane cobrará mudanças.

O PCdoB parece ter se antecipado ao prefeito. O posto de subsecretário da Saúde sofreu alteração com a saída de Ramon Cardoso e entrada de Rosivaldo Pinheiro.

Para os capas-pretas do partido, a mudança surtiu efeito. Rosivaldo tem mais perfil de administrador e teria detectado em duas semanas falhas e correções não percebidas por Ramon em quase um ano, segundo fonte comunista.

Vane tem dito que reconhece o tamanho do PCdoB. E compreende a fragilidade do seu partido, o PRB. E se foi pouco altivo – e ativo – até agora na relação com os “comunas”, o foi pelo reconhecimento à contribuição dos comunistas na sua chegada ao Centro Administrativo Firmino Alves e, principalmente, à sua amizade com o vice-prefeito Wenceslau Júnior.

Quem conhece Vane, duvida dessa mudança prometida – e esperada.

WENCESLAU, O “BOMBEIRO”

Wenceslau2 coletiva www.pimenta.blog.brO vice-prefeito de Itabuna, Wenceslau Júnior (PCdoB), apressou-se a apagar um foco de incêndio que mais uma vez ameaçava as relações entre os comunistas e o grupo de dirigentes municipais afinado com o prefeito Claudevane Leite (PCdoB).

No caso, com o perdão do trocadilho, o foco estava situado na Ficc.

Surgiram rumores de que o PCdoB operara para boicotar uma festa de Réveillon organizada pelo presidente da fundação de cultura, professor José Roberto da Silva. A versão era a de que a iniciativa melindrou os comunistas e gerou mal-estar no governo.

Segundo Wenceslau, não houve boicote nem mal-estar, mas simplesmente uma decisão administrativa do prefeito relacionada ao decreto de estado de emergência por causa das chuvas. Além disso, haveria preocupação com a segurança do evento, no qual estariam presentes nomes como Zeca Baleiro e a banda Detonautas.

Ah bom!

“RECALL”

No embalo da exoneração do secretário Renan Araújo (Saúde), já se fala em outras mudanças no governo do prefeito de Itabuna, Claudevane Leite. Um forte candidato a ser dispensado é o titular do Desenvolvimento Social, o taciturno José Carlos Trindade.

Nas discussões internas, Mariana Alcântara migraria da Secretaria da Administração para o lugar de Trindade. E o vice-prefeito Wenceslau Júnior deixaria a pasta do Planejamento, passando a ocupar a Administração.

O PCdoB, provavelmente, indicaria o substituto de Wenceslau.

DA MUDANÇA À DÚVIDA

Cláudio Rodrigues | aclaudiors@gmail.com

 

Se os colaboradores de Azevedo, que hoje fazem parte da equipe de Vane e Wenceslau, fossem bons técnicos e profissionais competentes, Itabuna não estaria nessa triste situação em que se encontra e Azevedo certamente não teria perdido a eleição.

 

Estou entre os 45.623 eleitores que, nas eleições de 2012, depositaram na dupla Vane/Wenceslau a esperança de mudança na condução dos destinos de nossa cidade. Durante o processo eleitoral, a equipe de comunicação da campanha de Vane e Wenceslau explorou a palavra mudança com muita competência.

A chapa encabeçada por Vane passou a ser sinônimo de esperança, ética, moralidade administrativa, política de segurança, planejamento, fim do nepotismo e, acima de tudo, de mudança. Até porque as últimas gestões foram caracterizadas por desmandos e incompetência administrativa, comprovadas pelas obras inacabadas e de péssima qualidade, falta de políticas sociais e denúncias de corrupção.

Após 30 dias à frente da administração municipal, Vane e Wenceslau conseguiram transformar a palavra mudança, que foi a marca da campanha, em dúvida, muita dúvida. Compor a equipe com pessoas da administração anterior, pessoas essas responsáveis direta ou indiretamente pelo completo estado de abandono em que a cidade se encontra, fica difícil de entender.

A justificativa do vice-prefeito de que as nomeações atendem a critérios políticos dos partidos aliados, mostra que o “toma lá, dá cá”, uma das piores práticas da política brasileira será uma das marcas desse governo. As nomeações de quadros da gestão do ex-prefeito Nilton Azevedo, como o ex-secretário de Desenvolvimento Urbano, José Alencar, responsável direto pelas obras de péssima qualidade e muitas inacabadas, que passa a ser o braço direito da secretaria comandada pelo vice-prefeito Wenceslau, é dose para leão. O que era ruim ontem, hoje é tudo de bom.

Outro nome que causa espanto é o de Alfredo Melo, que presidiu a Emasa nos dois primeiros anos de Azevedo e teve as duas prestações de contas rejeitadas pelo TCM. Agora, Melo dirige a pasta de projetos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano. Isto sem falar em outras nomeações, de pessoas que no governo passado tiveram seus nomes envolvidos em práticas no mínimo suspeitas. Nada de pessoal contra os ex-colaboradores de Azevedo, até porque não os conheço, apenas sei que, como profissionais, suas qualidades deixam muito a desejar.

As escolhas do prefeito e do vice-prefeito, dos quadros de Azevedo para auxiliar a conduzir os destinos de Itabuna pelos próximos quatro anos, são fonte de questionamentos. Se a proposta era a da mudança, por que manter pessoas que não apresentaram resultados satisfatórios na gestão anterior?

Se os colaboradores de Azevedo, que hoje fazem parte da equipe de Vane e Wenceslau, fossem bons técnicos e profissionais competentes, Itabuna não estaria nessa triste situação em que se encontra e Azevedo certamente não teria perdido a eleição.

Cláudio Rodrigues é empresário.

PREFEITOS QUEREM FORTALECER AGENDA COMUM

Jabes Ribeiro recebe Vane e Wenceslau no Palácio Paranaguá (foto Alfredo Filho)

Jabes Ribeiro recebe Vane e Wenceslau no Palácio Paranaguá (foto Alfredo Filho)

Jabes Ribeiro (PP), prefeito de Ilhéus, e Vane do Renascer (PRB), de Itabuna, afinam o discurso em torno de uma agenda de interesse dos dois municípios.

Nesta sexta-feira, 18, o gestor itabunense, acompanhado pelo vice Wenceslau Júnior (PCdoB), foi recebido no Palácio Paranaguá, sede do governo ilheense. A pauta da conversa girou em torno da proposta de criação da região metropolitana, que reuniria Ilhéus, Itabuna e outros municípios sul-baianos.

A intenção é de que os representantes de Itabuna e Ilhéus atuem em conjunto, em busca de soluções para demandas comuns. No final do mês, a dupla de prefeitos fará tabelinha em Brasília, onde a presidenta Dilma Rousseff receberá os gestores municipais eleitos em outubro. Na capital, irão engrossar a defesa pela redistribuição dos royalties do petróleo.

DAVIDSON E AUGUSTO CASTRO

Por falar em possíveis dobradinhas (ver nota abaixo), outra que se cogita é entre o atual presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, do PCdoB, com o deputado estadual Augusto Castro (PSDB). O assunto foi tratado com bastante entusiasmo num encontro ocorrido neste sábado, 22, entre o vice-prefeito de Itabuna, Wenceslau Júnior, e o próprio deputado.

Magalhães deverá disputar cadeira na Câmara Federal.

VANE FALA EM CRESCIMENTO

Wenceslau e Vane (à esq.), eleitora e candidatos a vereador Nadson Monteiro e Isaías da Cebola.

O prefeiturável Vane do Renascer (PRB) e o vice, Wenceslau Júnior (PCdoB), sacudiram o encontro com os 100 candidatos a vereador da coligação, ontem à noite, na sede do PP itabunense. A resposta para tanta alegria pode ser encontrada em duas recentes sondagens eleitorais, uma delas encomendada pela coligação.

Vane e Wenceslau falam em dobrar a militância nas ruas. O planejamento da coligação “Na frente para Itabuna mudar!” é chegar à liderança nas pesquisas antes mesmo do início do horário eleitoral no rádio e na TV, que começa no dia 21 de agosto. “Vamos intensificar o trabalho de “corpo a corpo” junto à população”, afirma Vane. O candidato faz “bandeiraço” na Avenida do Cinquentenário, nesta manhã, e “corpo a corpo” no Vila Zara à tarde.

MÁFIA DOS CONSIGNADOS: WENCESLAU DIZ QUE NÃO SE BENEFICIOU

Um dos alvos de ação civil pública do Ministério Público Estadual, por suposto envolvimento na máfia dos empréstimos consignados, na Câmara de Itabuna, o vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) se defendeu por meio de nota na qual afirma ter aberto seus sigilos bancário, fiscal, telefônico e eletrônico. Esta medida foi formalizada por meio de ofício protocolado na Vara da Fazenda Pública.

Na nota, Wenceslau afirma que não se beneficiou “de eventuais empréstimos consignados tomados pelos assessores que prestaram serviço ao meu gabinete” e ainda que “todos os empréstimos consignados por mim tomados aos bancos de Itabuna estão completamente quitados, exceto o do Banco do Brasil, cuja última parcela vence no dia 25 deste mês”.

Para o vereador, existem grupos interessados em desgastá-lo. Segundo ele, “setores da política itabunense, de forma oportunista, desrespeitosa, procuram tirar proveito da situação, visando a alcançar objetivos escusos, justamente no momento em que nosso partido apresentou para o povo de Itabuna o meu nome como pré-candidato a prefeito”.

A FRENTE NA BATALHA

Pré-candidatos a prefeito e a vereador de cinco partidos participaram do encontro

Membros do PRB, PDT, PCdoB, PV e PSC se reuniram ontem (14) em Itabuna para discutir estratégias da frente que se propõe a marchar unida nas próximas eleições municipais. Pré-candidatos a vereador desses partidos também participaram do encontro e ouviram informações sobre a legislação eleitoral.

O evento serviu para os representantes das legendas reforçarem o compromisso com a aliança. Para fortalecer o debate em torno de um novo projeto para Itabuna, com a união dos cinco partidos, a frente pretende se ampliar, atraindo outras forças políticas.

Por enquanto, o grupo tem três pré-candidatos a prefeito: Vane do Renascer (PRB), Wenceslau Júnior (PCdoB) e Acácia Pinho (PDT), mas sonha atrair o PMDB, que tem a pré-candidata Leninha Alcântara.

O PC DO B TEM TODO O DIREITO DE ENTRAR NA DISPUTA

Ricardo Ribeiro | redacao@pimentanamuqueca.com.br

 

O PT de Itabuna vive o mal típico dos arrogantes, que conseguem enxergar o cisco no olho do outro, mas não percebem uma trave na própria visão.

 

PT e PCdoB, partidos que militam no mesmo campo, têm entre si uma relação de amor e ódio. Aliás, pode-se dizer que é mais de conveniência e arranca-rabos, pois a união das legendas sempre se deu muito mais pela necessidade de se fortalecer para viabilizar projetos eleitorais do que pela alegada afinidade programática, que fica somente na superfície.

A briga entre os partidos se dá principalmente quando o PCdoB, o polo mais frágil da relação, ensaia andar com as próprias pernas. Nesses momentos, o PT se arvora de um autoritarismo patriarcal e vê a liberdade dos comunistas como rebeldia. É bem o que acontece neste momento em Itabuna.

Wenceslau Júnior, vereador em terceiro mandato, militante comunista oriundo do movimento estudantil universitário, foi confirmado como o nome do PCdoB na disputa sucessória. Ele integra um bloco formado por cinco partidos (PCdoB, PRB,PV,PDT e PSC), onde há outros dois pré-candidatos: Vane do Renascer, do PV, e Acácia Pinho, do PDT. O compromisso é de que o melhor posicionado nas pesquisas e de maior capacidade para aglutinar os partidos da frente terá o apoio dos demais.

Para o PT, a estratégia do PCdoB é uma atitude destrambelhada, um acinte, um desacato à autoridade. Há pressões de todos os lados, desde os que lembram a posição dos comunistas de satélite do petismo nas esferas federal e estadual (o tom é sempre de ameaça) até aqueles petistas que procuram ironizar, diminuir e constranger os antigos aliados. Um deles utiliza velho ditado para alertar o PCdoB: “formiga quando quer se perder, cria asa”.

Há ainda os que relembram 1996, quando o PCdoB lançou candidatura própria em Itabuna e o nome então apoiado pelo PT, Renato Costa, perdeu para Fernando Gomes, à época no PTB. A pecha de laranja foi colocada pelos petistas inconformados, como se não houvesse outro caminho para os comunistas, senão o de ser uma sombra do PT.

Mais uma vez, repetem o argumento. Advertem que a divisão das esquerdas pavimentará o caminho do prefeito Capitão Azevedo (DEM) à reeleição, mas se esquecem de que a candidatura petista é fruto de imposição autoritária e não agrada aos partidos que historicamente têm se aliado ao PT. Caso Azevedo se reeleja, será por culpa dos comunistas ou da insistência em uma candidatura desagregadora?

O PT de Itabuna vive o mal típico dos arrogantes, que conseguem enxergar o cisco no olho do outro, mas não percebem uma trave na própria visão.

Ricardo Ribeiro é advogado e um dos blogueiros do PIMENTA.

PC DO B CONFIRMA VOO SOLO NAS ELEIÇÕES

Wenceslau, pré-candidato comunista em Itabuna

PCdoB e PT, aliados nacionais, estarão realmente em palanques diferentes este ano, nas eleições  em grande parte dos municípios de maior porte. Essa estratégia dos comunistas foi confirmada ontem (1º), no encontro do Comitê Central do partido, em São Paulo. Estavam reunidos os presidentes estaduais e lideranças da legenda que hoje completa 90 anos de atividade no Brasil.

Na Bahia, o PCdoB confirmou candidaturas próprias em Salvador, Itabuna, Vitória da Conquista, Juazeiro, Brumado, Guanambi e Lauro de Freitas.

Em Itabuna, os comunistas integram um bloco também formado por PV,PRB,PDT e PSC e sonham com a adesão do PMDB. O pré-candidato do partido é o vereador Wenceslau Júnior, mas há um acordo das legendas de se aglutinar em torno da candidatura mais forte.

Nesse caso, o cururu terá que estar na frente de Claudevane Leite (PRB) e Acácia Pinho (PDT). Se o PMDB entrar na “salada”, é preciso ver também como estará posicionada a pé-candidata Leninha Duarte.

FESTA COMUNISTA EM BRASÍLIA

Se ontem pela manhã o vereador itabunense Wenceslau Júnior era alvejado abaixo da linha da cintura por um panfleto apócrifo, à noite ele se refestelava no Centro de Tradições Gaúchas em Brasília. No local, ocorreu jantar comemorativo dos 90 anos do PCdoB, com a presença dos chamados “capas pretas”, os homens e mulheres fortes da legenda.

Na foto, Wenceslau aparece entre a deputada Alice Portugal e os senadores Inácio Arruda e Vanessa Grazziotin, líder da bancada comunista no Senado.

CAÇA AO CURURU

Os comunistas, carinhosamente apelidados de cururus, passaram a ter a cabeça a prêmio em Itabuna desde que o vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) confirmou sua pré-candidatura a prefeito pelo partido. A ratificação se deu no sábado, 24, e já na manhã desta segunda-feira, 26, circulava na cidade um panfleto apócrifo descendo o malho no pleiteante.

Para despistar, também apanham o presidente da Câmara, Ruy Machado, e os vereadores Claudevane Leite (também pré-candidato, pelo PRB) e Gerson Nascimento, aquele que deu atestado de cegueira a Machado. O grupo é acusado no panfleto de ter recebido uma bolada para aprovar as contas de Azevedo, que ainda serão  analisadas pelo legislativo.

Wenceslau, que “viu estrelas” em virtude da pancada, afirma saber de onde partiu a maldade. Mas prefere não comentar…

ITABUNENSES RECEBEM MEDALHA DOIS DE JULHO

O oftalmologista Rafael Andrade terá merecida homenagem pela iniciativa do Mutirão do Diabético

Além da sessão ordinária onde serão discutidos problemas sociais e econômicos de Itabuna e região, o programa Assembleia Legislativa Itinerante, que estará na cidade nesta quinta-feira, 22, vai agraciar cinco personalidades locais com a Medalha Dois de Julho.

A honraria tem como justificativa os serviços prestados à coletividade, mas por uma “mera coincidência” três deputados escolheram correligionários para fazer a homenagem.

O deputado José de Arimatéia, do PRB e ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, entregará a medalha ao apresentador do programa Alerta Total, da TV Cabrália, Tom Ribeiro. Ângela Sousa, também do PRB, indicou o vereador itabunense Vane do Renascer, do mesmo partido. Já o deputado estadual petista J. Carlos vai pendurar sua medalha no pescoço de Juçara Feitosa, pré-candidata do PT a prefeita de Itabuna. Tudo em casa.

Sem vínculo partidário, mas com uma notável ação social como criador do Mutirão do Diabético na cidade, o oftalmologista Rafael Andrade receberá a homenagem do deputado estadual Augusto Castro, do PSDB. O presidente da AL, Marcelo Nilo, entregará a Medalha Dois de Julho ao deputado federal Geraldo Simões (PT).

Outras duas homenagens serão feitas ao prefeito Capitão Azevedo (DEM) e ao vereador Wenceslau Júnior (DEM). Segundo a Assembleia, os dois políticos deram relevante apoio ao programa Assembleia Itinerante.








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