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:: ‘Zé Neto’

PAULO HENRIQUE AMORIM SERÁ CIDADÃO BAIANO

Paulo Henrique Amorim receberá título de cidadania baiana (Foto Marival Guedes).

Paulo Henrique Amorim receberá título de cidadania baiana (Foto Marival Guedes).

O jornalista e escritor Paulo Henrique Amorim receberá no dia 6 de novembro, sexta-feira, na Assembleia Legislativa da Bahia, o título de Cidadão Baiano. A honraria da Casa Legislativa é concedida a figuras que contribuíram ou contribuem para o desenvolvimento social do Estado e da sociedade em geral.

O título, proposto pelo deputado estadual e líder do governo, Zé Neto (PT), foi motivado, de acordo com o parlamentar, por toda a trajetória e trabalho do jornalista, que participou ativamente da construção e do crescimento do Brasil, nos seus 50 anos de carreira. O evento ocorre no Plenário da Assembleia Legislativa, às 9h.

Filho do jornalista baiano, Deolindo Amorim, da cidade de Baixa Grande, Paulo Henrique dos Santos Amorim nasceu em 22 de fevereiro de 1942, no Rio de Janeiro. Formado em Sociologia e Política, pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, abraçou a carreira de jornalista, conquistando lugar de destaque nos veículos que trabalhou e na mídia nacional e internacional.

Repórter e correspondente internacional, na maior parte de sua carreira, Paulo Henrique Amorim, cobriu a Guerra Civil de Ruanda, a rebelião Zapatista do México, a eclosão do vírus Ebola na África, a Guerra do Iraque, o escândalo Watergate, a eleição do Presidente Clinton, o fim da União Soviética, a queda do Muro de Berlim, os conflitos de Kosovo e Sarajevo.

A primeira grande cobertura da sua carreira foi em 1961, para o jornal A Noite, do Rio de Janeiro, quando cobriu a renúncia do presidente Jânio Quadros, e a movimentação do governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola que mobilizou soldados e jornalistas para garantir a posse do vice, João Goulart.
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DIVALDO FRANCO RECEBERÁ COMENDA 2 DE JULHO

Divaldo Franco, ao lado de Tio Nilson, receberá Comenda 2 de Julho (Foto Divulgação).

Divaldo Franco, que aparece ao lado de Tio Nilson, receberá Comenda 2 de Julho.

Reconhecido como o maior orador espírita contemporâneo e o maior e mais importante médium em atividade no Brasil, o baiano Divaldo Franco receberá, na próxima quinta-feira (6), na Assembleia Legislativa da Bahia, a Comenda 2 de Julho. A condecoração é a mais alta honraria concedida pela Casa Legislativa, e é outorgada a figuras ilustres que contribuíram ou contribuem para o desenvolvimento social do Estado e para a sociedade em geral.

A comenda foi proposta pelo líder do Governo, Deputado Zé Neto, e pelo líder do PT, Deputado Rosemberg Pinto, por toda a trajetória e trabalho do médium na Mansão do Caminho, a maior obra social da Bahia e com grande importância para a cidade do Salvador. O evento ocorre no Plenário da Assembleia Legislativa da Bahia às 14h.

Fundada há mais de seis décadas, a obra social funciona no periférico bairro de Pau da Lima e já tirou 160 mil pessoas da miséria oferecendo escola e profissão. Na Mansão do Caminho funcionam creche e escolas que atendem mais de 3 mil crianças, que são diariamente educadas e alimentadas de graça.

A escola de primeiro grau da instituição tem um dos menores índices de violência e evasão escolar e um dos mais altos índices de acompanhamento, incentivo e disciplina. Além disso, o local conta com um centro de saúde que atende mais de 2 mil adultos, também gratuitamente. A Mansão conta também com o Centro de Parto Normal Marieta de Souza Pereira que já realizou mais de 1.800 partos sem nenhum custo às mães, além de ser o primeiro do Norte e Nordeste.

São assistidos também idosos e pessoas inválidas, portadores de doenças irrecuperáveis e degenerativas, que recebem cestas básicas, atendimento médico e remédios através da Caravana Auta de Souza. Para manter toda a obra social funcionando, a Mansão do Caminho conta com 400 voluntários. Circulam pelo local, diariamente, cerca de 5 mil pessoas, entre estudantes, assistidos, funcionários, voluntários e visitantes.

A Mansão do Caminho é a “cidade” nascida pelas mãos de Divaldo Franco e Nilson Pereira, já falecido. Pioneira na América do Sul, a primeira sede da Mansão do Caminho funcionou no bairro da Calçada, em 1952, e atendia como lares substitutos para crianças órfãos. Passado alguns anos, a Mansão do Caminho passou para o bairro de Pau da Lima, tornou-se um complexo educacional, deixou de funcionar como lar substituto e transformou-se na obra social do Centro Espírita Caminho da Redenção.

Atualmente, está instalada em uma área com 83 mil metros quadrados, onde foram construídas mais de 50 casas onde funcionam panificadora, cursos profissionalizantes, ambulatório, gráfica, biblioteca, casa de idosos, entre outros. Mais de 35 mil crianças passaram, até hoje, pelos vários cursos e oficinas da Mansão do Caminho. A obra é basicamente mantida com a venda dos livros mediúnicos e das fitas gravadas nas palestras, seminários, entrevistas e mensagens do médium Divaldo Franco.

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BABESP: PARA ZÉ NETO, ELEIÇÃO ESTÁ EM ABERTO

Zé Neto: jogo em aberto.

Zé Neto: jogo em aberto.

O deputado estadual Zé Neto (PT) passou a lupa nos números da pesquisa Babesp e, com base no que viu, acredita que o jogo está mais que aberto. O levantamento revela que 79,6% dos eleitores consultados ainda não têm candidato. Para ele, este percentual joga a favor dos candidatos mais desconhecidos do eleitorado, a exemplo do companheiro de partido Rui Costa, nome escolhido por Jaques Wagner para concorrer ao governo baiano.

– Isto (o percentual de 79,6% sem candidatos na espontânea) mostra que a eleição está completamente em aberto e, com o crescimento que Rui vem tendo não há dúvida de que dentro de pouco tempo as novas pesquisas irão mostrar um quadro diferente, e o nosso candidato vencerá a pesquisa real, que é a das urnas – disse o líder do governo na Assembleia Legislativa.

Confira mais dados da pesquisa Babesp aqui.

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA APROVA AUTONOMIA DO CORPO DE BOMBEIROS

Corpo de Bombeiros 1

Corpo de Bombeiros será desvinculado da PM na Bahia.

Zé Neto é líder do governo na AL-BA.

Zé Neto é líder do governo na AL-BA.

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que torna independente da Polícia Militar o Corpo de Bombeiros na Bahia foi aprovado nesta segunda (30) pela Assembleia Legislativa (AL-BA). Com a autonomia, a corporação passará a ser chamada Corpo de Bombeiros Militar da Bahia.

– Eles agora terão autonomia e liberdade para se adequar às suas necessidades, ter planejamento e diretrizes próprias, sem com isso perder condição militar – afirma o líder do Governo, Zé Neto (PT).

A proposta de autonomia do Corpo de Bombeiros foi discutida durante a greve da Polícia Militar, em abril. A PEC foi encaminhada pelo governador Jaques Wagner ao legislativo em maio (relembre aqui).

A Assembleia ainda deverá votar, nos próximos dias, a Lei de Organização Básica da Polícia Militar, segundo o deputado Zé Neto (PT). O projeto está recebendo emendas e modificações, sugeridas por militares, e deverá ser apreciado em regime de urgência.

PROFESSORES

Ainda na sessão de hoje, o legislativo baiano aprovou  duas propostas que beneficiam os professores. A primeira altera o Estatuto do Magistério e modifica itens na carreira. Os docentes de níveis fundamental e médio farão um curso de aperfeiçoamento que garantirá as promoções.

Outro ponto é que aqueles educadores que exercem cargos de confiança terão a opção de continuar a receber a Gratificação de Estímulo a Atividades de Classe ou receber a Gratificação por Condições Especiais de Trabalho (CET), que passará a ser a diferença entre o valor atribuído ao cargo comissionado e o da primeira bonificação. Redação com informações do Bahia Notícias.

ZÉ NETO X PETISTAS

Zé Neto: tacada em Gabrielli e Luiza Maia.

Zé Neto: tacada em Gabrielli e Luiza Maia.

O deputado estadual Zé Neto (PT) distribuiu clipagem de matérias de vários veículos baianos e nacionais. Alguns dos textos foram devidamente destacados com a cor amarela.

Dois chamam a atenção. O primeiro recorta nota da revista Época que informa a “decisão” de Jaques Wagner de tirar o secretário de Planejamento, José Sérgio Gabrielli, da disputa pelo governo baiano em 2014. O texto é do colunista Felipe Patury, que há dias recuados, como diria o saudoso Eduardo Anunciação, participou do Roda Viva (TV Cultura) em que o entrevistado foi o governador Jaques Wagner.

Outra matéria destacada na clipagem é uma chamada à sua briga com a também colega de partido e legislatura, deputada Luiza Maia. A parlamentar acusa Zé Neto de boicotar a CPI do Tráfico de Pessoas. Zé ataca Luiza: “Ela nunca discutiu nada comigo”.

DEPUTADO ZÉ NETO ELOGIA JABES E IRRITA PETISTAS

Zé Neto: louvação a Jabes.

Zé Neto: louvação a Jabes.

O deputado estadual Zé Neto deixou petistas vermelhos de raiva em sua passagem por Ilhéus. Isso porque, segundo o Blog do Gusmão, o parlamentar rasgou elogios ao prefeito Jabes Ribeiro (PP) em palestra proferida na Associação Comercial ilheense, entidade presidida pelo petista e ex-prefeiturável Nilton Cruz.

Para Neto, “o retorno de Jabes à prefeitura trouxe novos ares para Ilhéus”. Na louvação ao novo gestor ilheense, o parlamentar petista destacou que Jabes é nome de importância no Conselho Político do governo baiano “e um dos responsáveis por manter coesa a base de apoio ao governador” Jaques Wagner.

E o novo prefeito – não custa lembrar – derrotou um quadro petista na disputa ao Palácio Paranaguá (Professora Carmelita), ano passado. Mais que isso, tornou-se sucessor de um ex-petista – o prefeito Newton Lima, que foi “sapecado” pelo deputado xodó do “Barbudinho de Ondina”.

WAGNER FALA DE GOVERNO, ELEIÇÕES E MENSALÃO E DIZ QUE A “VEJA VIROU PARTIDO POLÍTICO”

Governador durante inauguração de base comunitária em Itabuna (Foto Pimenta).

O governador Jaques Wagner esteve no final de semana em Itabuna, onde inaugurou a primeira Base Comunitária de Segurança no interior da Bahia. A base de segurança é aposta para redução dos índices de criminalidade em áreas onde há domínio do crime.

Após a inauguração no Monte Cristo e entrevista ao Alerta Total, da TV Cabrália, o governador concedeu entrevista ao PIMENTA. O mandatário baiano falou de greves no funcionalismo, gestão pública, eleições e reflexos eleitorais do julgamento do Mensalão, no Supremo Tribunal Federal (STF). Wagner fez crítica à Revista Veja pela postura de “partido político” assumida pela publicação da Editora Abril.

O governador também abordou o processo eleitoral na Bahia e ainda vê a disputa embolada em Itabuna. Ele afirmou que, na reta final, poderá vir a Itabuna apoiar o candidato da base aliada que estiver melhor posicionado – Vane do Renascer (PRB) ou Juçara Feitosa (PT).

PIMENTA – Quais os resultados já obtidos com as Bases Comunitárias nas áreas onde foram instaladas?

JAQUES WAGNER – A depender do tempo de instaladas, os índices de criminalidade apresentam redução de 40% a 50%. Na área do Calabar [Salvador], tivemos período longo com zero homicídio e as bases têm se mostrado a melhor política, mas é óbvio que não vamos colocar bases em todos os bairros, todo interior, mas as colocamos em cidades com índices elevados, como é o caso de Itabuna. Semana que vem estou indo a Feira de Santana, tem uma projetada para Porto Seguro, é uma política de instalar em bairros onde existe o tráfico conflagrado.

O governo fez opção de instalar a Base Comunitária numa área de quadra poliesportiva. Não há uma incoerência governamental entre discurso e combate ao crime?

Na verdade, foi demandado à prefeitura o oferecimento de um terreno. Também acho que é ruim suprimir uma quadra de esporte para colocar uma base comunitária, que é bem-vinda. A unidade nossa é provisória, mas o terreno ao lado [da quadra] é que será usado.

Existem demandas no sul da Bahia, como a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna . Quando esta obra vai sair?

A duplicação ficou a cargo do governo federal . O Derba [órgão estadual] já entregou o projeto ao Dnit e está sendo adequado pelo Ministério dos Transportes. O dinheiro está reservado dentro do PAC II. É o Dnit terminar o projeto, sair a licença ambiental e fazer a obra. Eu tenho convicção de que a gente consegue começar essa obra no primeiro semestre de 2013.

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Com a aproximação da eleição, se um candidato da base estiver disputando com o adversário, no caso de Itabuna é com o DEM, a gente pode vir para reforçar.

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Falando de eleições, como se posicionará em Itabuna, onde a base tem dois candidatos?

Para não ser desleal, a minha postura é sempre ficar equidistante onde temos dois candidatos e estes participaram da minha campanha [em 2010]. Com a aproximação da eleição, se um candidato da base estiver disputando com o adversário, no caso de Itabuna é com o DEM, a gente pode vir para reforçar. Por enquanto, há a informação de que a disputa está embolada e eu estou me mantendo distante não só aqui como em todos os lugares. Sou do PT, mas sou de uma coligação. Então, se existem dois candidatos da base, a gente mantém essa distância.

Qual o mapa eleitoral que o governo projeta para este ano?

A projeção que temos é de que, dos 417 municípios, faremos 320. Gente mais otimista fala em 330. Eu boto 320, o que já seria um número bastante representativo, ficando perto de 100 com a oposição, mas ressalvando alguns municípios, pois o PMDB é parte do governo da presidenta Dilma e oposição ao governo estadual, mas não há “interdição” de alianças. Tem prefeitura que vai ser ganha pelo PMDB, mas com o apoio de gente nossa e do PT. E tem lugares onde o PT deve ganhar com o apoio do PMDB. Mas eu diria que, na minha base, estaremos acima de 320 prefeituras.

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Nelson Pelegrino tem crescido bastante e o candidato do DEM, na minha opinião, vem perdendo fôlego.

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E Salvador?

Nelson Pelegrino tem crescido bastante e o candidato do DEM, na minha opinião, vem perdendo fôlego. Em Feira, a eleição é dura, mas a reação de [Zé] Neto é muito boa. Já em Vitória da Conquista, Guilherme Menezes está bem. Aqui em Itabuna, como já disse, está embolado e em Ilhéus nós temos dois candidatos da base, assim como em Barreiras. Então, acho que o resultado vai ser bastante positivo.

Nacionalmente, qual será o impacto do Mensalão para o projeto eleitoral do PT?

Eu estava dizendo que houve julgamento do povo. O episódio do Mensalão já foi público. Em 2005, 2006, teve gente cassada ou que renunciou para não perder o mandato… Na minha opinião, o impacto maior se deu naquela época. Nós já tivemos as eleições de 2006, 2008 e 2010. Algumas pessoas se desestimularam em relação ao PT, mas, pelo desempenho nas eleições, eu diria que não foi um golpe como a oposição gostaria que fosse. Até porque, se o PT tem erros, e seguramente tem, os outros não estão isentos.

Os reflexos hoje seriam menores?

A população não é mais ingênua. Sabe que fazer o discurso da moralidade é fácil, mas teve, por exemplo, o episódio do Mensalão do DEM, com gente filmada colocando o dinheiro no bolso e por aí vai. E o PSDB, também [Minas Gerais]. Então, eu não gosto de generalizar. Seguramente, não somos um partido dos santos, mas de homens e mulheres, como todos são, com erros e acertos. Agora, alguém tentar posar de partido dos santos, de partido detentor da moralidade absoluta acaba soando como mentira para a população. Então, algum impacto acho que tem, mas não estou sentindo, pelo menos por onde tenho andado.

E na Bahia?

É óbvio que não tenho andado por outros estados, mas não estou sentindo isso.

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Eu digo sempre que com o pecado do pecador o povo já se acostumou. O pecado do pregador assusta muito mais. Quando acontece alguma coisa com alguém do PT, vira escândalo.

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O senhor esteve em São Paulo em apoio a Fernando Haddad. Lá, o senhor não sentiu?

Algum reflexo tem, é óbvio. Eu digo sempre que com o pecado do pecador o povo já se acostumou. O pecado do pregador assusta muito mais. Como nós sempre pregamos a moralidade e o bom uso do dinheiro público, quando acontece alguma coisa com alguém do PT vira um escândalo. Por quê? Porque somos pregadores do bom uso do dinheiro público. O episódio foi em 2005, há o julgamento e a postura de condenação. Agora, não acredito que isso vá ser… Vamos ver em São Paulo, onde o Haddad está crescendo, o Russomano está consolidado na primeira posição. Espero que [no segundo turno] dê Russomano e o Haddad, mas vamos esperar mais um pouquinho.

E o que muda com o envolvimento do nome do ex-presidente Lula, segunda a Veja?

Olha, a Revista Veja, ultimamente, tem se transformado quase que num partido político, como já aconteceu em outros países democráticos como Inglaterra, Estados Unidos. Alguns órgãos de imprensa esquecem de que a imprensa tem direito a ter sua opinião – e nós defendemos a liberdade de imprensa, mas tem momentos que ela assume uma posição e se contamina até diante da sociedade. A tentativa, na minha opinião, é absurda. Eu fui ministro que cuidava de toda aquela questão à época do Mensalão. Eu era o articulador político do presidente Lula… No dia que estive em São Paulo, estava saindo a revista e eu disse “posso garantir que o presidente nunca se encontrou com Marcos Valério nem no Palácio do Planalto nem no Alvorada ou na Granja do Torto”.

Mas a pressão é grande.

Essa tentativa [de envolver o ex-presidente Lula] já foi rechaçada no começo pelo Supremo. É tentativa de contaminar uma pessoa que, para tristeza das oposições, continua morando no coração de 80% dos brasileiros, pelo trabalho que ele fez. Mas não acho que isso vá prosperar. Insisto que é falta de argumento da oposição e aí tenta bater só nessa tecla. O povo ouve a palavra, mas julga pela ação. Creio que a ação do PT ao longo desses anos, seguramente, não é perfeita, mas a gente tem feito processo de prosperidade bastante grande no Brasil e na Bahia.

O senhor sempre foi visto como homem do diálogo e oriundo da base sindical. Por que se enfrentou duas greves duras só neste ano, principalmente a dos professores, que foi a mais desgastante e longa?

A greve da Polícia Militar, na verdade, tinha uma agenda nacional, que era a PEC 300. Então, iniciou-se um processo de greves em outros estados e chegou na Bahia e tomou contornos inaceitáveis e violentos. Graças a Deus, superamos aquela fase. Fizemos uma oferta salarial à Polícia Militar que começa a ser cumprida agora em novembro.

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Os negociadores do meu lado e do lado dos professores não exercitaram bem o que é sagrado – a mesa de negociação e o diálogo – e a greve acabou adentrando por uma conotação de politização.

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E na greve dos professores?

No caso dos professores, considero que houve erro de parte a parte na mesa de negociação. Os negociadores do meu lado e do lado dos professores não exercitaram bem o que é sagrado – a mesa de negociação e o diálogo – e a greve acabou adentrando por uma conotação de politização. Só lembrar que, seguramente, não sou governador da Bahia duas vezes, deputado três vezes e ex-ministro do presidente Lula por que seja burro. É óbvio que se num ano eleitoral eu pudesse alargar os proventos do funcionalismo público para estar em cada canto com gente satisfeita… Eu tenho limite e tenho que governar dentro da responsabilidade fiscal. Eu só quero lembrar, sem voltar a esse debate, que nós fizemos e vamos completar em março 53% de ganho real sobre a reposição da inflação. Houve desgaste, mas ele vai sendo superado. O governo não é julgado só por esse episódio. É julgado pelo conjunto da obra de cinco anos e meio. Graças a Deus, a gente tem avaliação bastante positiva da população.

Só que as pesquisas ainda apontam desgaste.

Não, você está falando da pesquisa de Salvador. É que o povo tem a mania de pegar pesquisa de Salvador.

Nos maiores centros, como Itabuna, também ainda há reflexo.

Em Feira de Santana virou completamente. Pode não ser igual às outras cidades do interior, mas a avaliação é positiva. Inclusive, em Salvador a regressão da desaprovação já é bastante grande e a gente já tem aprovação superior a não-aprovação. Salvador foi o grande foco da greve dos professores. Mas em época de eleição as coisas são… (pausa)

Mais acirradas?

(…) Mais acirradas e ninguém [da oposição] vai falar das bondades. Mas sou pessoa tranquila. Vou dar o exemplo de Salvador [em relação a pesquisa]: tinha gente comemorando antes da hora e me parece que a festa não vai ser como eles estavam imaginando. Vamos aguardar porque, pelas pesquisas, eu não iria nem para o segundo turno em 2006 e acabei ganhando no primeiro. Achava impossível ganhar do primeiro turno em 2010… Não falo isso com arrogância, mas como recomendação porque pesquisa é fotografia do momento. Eu acabei de ouvir do diretor da própria rede aqui [Marcelo Almeida, da TV Cabrália] que as coisas mudam com muita rapidez em Itabuna. Em São Paulo, todo mundo achava que Celso Russomano (PRB) ia cair [nas pesquisas]  com duas semanas de televisão. Consolidou em 35% e está todo mundo agora batendo perna, não entendendo o que está acontecendo. Então, vou continuar com minha humildade. Evidente que eu sei os problemas que o governo tem, mas também eu sei das entregas que a gente fez e não são poucas, e o povo julga pelo conjunto da obra.

GOVERNO “BAIXA” EM FEIRA EM APOIO A ZÉ NETO

Convenção atraiu cúpulas do PT e do Governo a Feira de Santana (Franklin Dórea).

Se as condições para a disputa em Feira de Santana são adversas, o deputado e prefeiturável petista Zé Neto pode comemorar o prestígio no seu partido, o PT, e no governo do qual foi líder na Assembleia Legislativa.

Além de Jaques Wagner, oito secretários estaduais “baixaram” em Feira, afora o senador Walter Pinheiro e deputados estaduais e federais. Eles participaram, na Estação da Música, da convenção que homologou o nome de Neto e de Eliana Boaventura, respectivamente, como candidatos a prefeito e vice-prefeito da Princesinha do Sertão.

Wagner, que anda chamuscado pelos 80 dias de greve dos professores, encontrou plateia amiga. E, por lá, declarou-se apaixonado pela campanha de Zé Neto. Paixão que, aliás, vai gerar ciúmes bem ali: o prefeito Tarcízio Pimenta – ex-DEM, hoje PDT – é da base governista.

LEI DA GRATUIDADE SERÁ VOTADA DIA 10

Zé Neto e Bira Coroa conversam com portadores de deficiência em Itabuna

A Assembleia Legislativa da Bahia irá apreciar na próxima terça-feira, dia 10, o projeto de lei que prevê a gratuidade no transporte intermunicipal para pessoas portadoras de deficiência. Nesta terça-feira, 3, a casa aprovou por unanimidade o regime de urgência para a tramitação da matéria, graças a um acordo entre os líderes da bancada governista e da oposição, respectivamente, os deputados Zé Neto (PT) e Paulo Azi (DEM).

A pressão para que a matéria seja logo aprovada ganhou força durante a sessão itinerante da Assembleia Legislativa, realizada em Itabuna no dia 22 de março. Na ocasião, um grupo de portadores de deficiência protestou contra a lenta tramitação, salientando o fato de que a Bahia é um dos poucos estados que ainda não concedem a gratuidade no transporte intermunicipal.

Durante o protesto em Itabuna, os manifestantes carregaram dois caixões, destinados ao “sepultamento” dos deputados Bira Coroa (PT), relator do projeto, e Ronaldo Carletto (PP), que batalha contra a aprovação da lei, já que sua família é proprietária de empresas de ônibus. Depois de uma conversa no local com Bira Coroa, que se comprometeu em dar celeridade à tramitação, o grupo que protestava manteve apenas “enterro” de Carletto.

Zé Neto, que também conversou com os portadores de deficiência em Itabuna, afirma que trabalha por uma solução que atenda esta classe. “Esperamos o suficiente. Combinamos com as partes envolvidas que em março seria o limite. Estamos trabalhando para que na próxima terça-feira já possamos votar este projeto e entregar uma decisão que atenda às expectativas dos deficientes. Assim, estaremos cumprindo o compromisso que tínhamos acertado com representantes de baianos e baianas que merecem justiça”, diz o parlamentar.

Caso seja finalmente aprovado na próxima semana, o projeto de lei 19.585/2011, enviado pelo Executivo em novembro do ano passado, vai assegurar para pessoas com deficiência “comprovadamente carentes, a gratuidade no sistema de transporte coletivo intermunicipal no Estado da Bahia, nos modais rodoviário, ferroviário, aquaviário e metroviário”.

PETISTAS “REBOLAM” PELA UNIDADE NA AL-BA

Jonas Paulo e Yulo ouvem Zé Neto reconhecer unidade petista.

O governo baiano sofreu derrota na semana passada ao tentar aprovar a reforma administrativa que cria dezenas de cargos comissionados. Não houve quórum necessário para a pretensão governista, o que acabou por provocar um reboliço no Palácio de Ondina. Ontem, petistas de alto coturno na Assembleia Legislativa estiveram reunidos por duas horas para discutir a situação.

O líder da bancada petista, Yulo Oiticica, fez questão de enfatizar a unidade petista na Assembleia. “Os 14 deputados estão unidos e mostraram total entrega para reconciliar os interesses petistas com os interesses da base aliada”, ressaltou.

A reunião abordou ainda o comportamento dos aliados governistas, insatisfeitos. O líder do Governo na Assembleia, Zé Neto, ele também um petista, saiu do encontro despreocupado quanto ao comportamento do PT na sessão que ocorre hoje à tarde. O problema está entre os demais partidos da base.

Jonas Paulo, presidente do PT baiano, ainda ciente das dificuldades governistas na Assembleia fala em espírito de unidade também em relação às outras legendas. “A coesão entre o PT e a base aliada será a tônica do debate”, diz. O encontro ainda contou com a participação do primeiro secretário da Mesa Diretoria da Assembleia, o petista J. Carlos.

TARGINO “RASGA SEDA” PARA LÍDER

Para Targino Machado, a liderança com Zé Neto "tem futuro"

Em marcha de aproximação com a bancada governista, o bloco PSC/PTN na Assembleia Legislativa da Bahia ainda segue em ritmo de “não sei se vou ou se fico”. A dúvida não se deve ao PSC, que não vê a hora de se declarar governo sem medo de ser feliz, mas no PTN existem algumas dificuldades. Pesam as antigas relações dos três deputados desta legenda com o carlismo.

Impaciente, o lado “social-cristão” do bloco força a barra para ver se o enlace sai logo. Ontem, o deputado Targino Machado (PSC) fez rasgados elogios ao líder do governo, Zé Neto, afirmando que com ele a liderança “tem futuro”.

É namoro ou amizade?

FOI SÓ UMA PARADINHA…

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, Zé Neto (PT), entrou em contato com o PIMENTA e afirmou que não recebeu multa da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A versão do deputado é que estava ao telefone com o senador Walter Pinheiro (PT) e decidiu parar em plena BR-324 porque o sinal da operadora apresentava falhas. “Policiais me abordaram para saber se o veículo havia quebrado”, conta.

O parlamentar diz que não estava ao volante em sua SW4, mas o seu motorista. Zé Neto disse ainda que um dos policiais que o abordaram era seu amigo e conversaram sobre a movimentação na rodovia após a implementação do pedágio. A conversa foi ao fundo do veículo e com um dos policiais com uma prancheta na mão.

DEPUTADO INDIGNADO COM A TWB

Por meio do Twitter, o deputado estadual Zé Neto (PT) manifestou toda a sua indignação com a empresa TWB, que opera o sistema de ferry-boat na Baía de Todos os Santos.

Neto aguardou hoje à tarde nada menos que duas horas para embarcar no ferry Ivete Sangalo. “Em plena quarta!”, fez questão de frisar o deputado, que já decidiu convocar uma audiência pública para discutir o problema na Assembleia Legislativa.

“A TWB tem prestado péssimos serviços aos baianos e vamos pra cima com gosto”, avisa.






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