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:: ‘zika’

ITABUNA E ILHÉUS CORREM RISCO DE SURTO DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA, DIZ MINISTÉRIO DA SAÚDE

Itabuna e Ilhéus correm risco de epidemia de dengue zika e chikungunya

O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nesta sexta-feira (8), mostra que dezenas de municípios baianos correm sério risco de enfrentar um surto de dengue, zika e chikungunya. De acordo com o Ministério da Saúde, a situação é muito preocupante em localidades como Itabuna (13,1%) e Ilhéus (11,6%).

Em Itabuna, de cada 100 imóveis pesquisados, pelo menos 13 estão com larvas do mosquito Aedes aegypti. Em Ilhéus, a situação é parecida. Foram encontrados criadouros em 11 de cada 100 imóveis visitados pelos agentes de combate a endemias. O risco de surto  de dengue, zika e chikungunya é muito alto também em Buerarema (9,1%), Ibicaraí (10,2%) e Itapé (8,1%).

Há risco de surto ainda em Camacan, Itapintaga, Jussari, Canavieiras, Itajuípe e Mascote. Nessas localidades, os índices de infestação de larvas do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya variam de 4,9% a 7,1%. O município com o maior índice infestação no país é baiano. Em Itiúba, de cada 100 imóveis pesquisados, 28,6% estão com criadouros.

Os dados do Ministério da Saúde mostraram ainda que 1.153 (22%) municípios em todo o país apresentaram alto índice de infestação do Aedes aegypti. Além das cidades em situação de risco, o levantamento identificou 2.069 localidades em alerta, com o índice de infestação predial (IIP) entre 1% a 3,9% e 1.711 municípios com índices satisfatórios, inferiores a 1%.

MOSQUITO AEDES AEGYPTI PROVOCA EPIDEMIA DE TRÊS DOENÇAS EM COARACI

Mosquito Aedes aegypti faz estrago em Coaraci || Foto Portal Mix

Se morar numa cidade com altos índices de dengue, zika e chikungunya é algo que ninguém quer, imagine, então, no  município da Bahia que passa por uma epidemia simultânea dessas três doenças, classificadas como arboviroses por serem transmitidas por insetos – neste caso, o temido mosquito Aedes aegypti.

Esse é o drama dos 19 mil moradores de Coaraci, no sul da Bahia, e a manicure Maria Augusta Silva Sales, 26 anos, conhece bem. “Três pessoas da minha família – um sobrinho, uma tia e um cunhado – tiveram dengue e foi um sufoco. Tenho muito medo de pegar também, e busco tomar cuidados para não deixar água acumulada”, disse.

Coaraci aparece no relatório anual de arboviroses da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) como a única cidade baiana que o coeficiente de incidência de arboviroses foi maior ou igual a 100 casos por 100 mil habitantes em 2017.

“Dessa forma, o município de Coaraci apresenta uma tríplice epidemia, considerando parâmetro do Ministério da Saúde”, afirma a Sesab no relatório divulgado na semana passada.

Em 2017, o município notificou 20 casos suspeitos de zika, 75 de Dengue e 26 de chikungunya. No ano anterior, foi pior: 191 notificações de zika, 200 de dengue e 18 de chikungunya, atendidos no Hospital Geral de Coaraci, de baixa complexidade. A unidade possui 100 leitos. Leia mais no Correio  24 hs.

ITABUNA TEM 23,3% DOS IMÓVEIS INFESTADOS PELO AEDES AEGYPTI

Aedes aegypti é o transmissor da zika, dengue e chikungunya (Foto Fiocruz).

Aedes aegypti é o transmissor da zika, dengue e chikungunya (Foto Fiocruz).

Lísias Miranda, secretária de Saúde de Itabuna.

Lísias Miranda, secretária de Saúde de Itabuna.

O índice de imóveis infestados por larvas do Aedes aegypti praticamente não caiu em Itabuna nos últimos dois meses. Agora em abril, a Secretaria de Saúde detectou que 23,3% deles tinham larvas do mosquito que transmite dengue, zika e chikunguya. Significa que, a cada grupo de 100 imóveis visitados, 23 estavam infestados pelo mosquito. Em fevereiro, eram 24 (24,1%).

A baixíssima queda fez reacender o sinal de alerta. A secretária de Saúde de Itabuna, Lísias São Mateus, pede “que a comunidade continue vigilante em relação aos cuidados” contra o mosquito.

Cuidados essenciais são aqueles para não manter água parada nem reservatórios destampados. Pneus, cascas de ovos, vasos de plantas e garrafas, por exemplo, pode se tornar criadouros do mosquito, se houver água parada neles.

Para se ter uma ideia, o índice registrado agora em abril é mais de 22 vezes superior ao aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A organização considera que o percentual satisfatório de infestação de larvas é menos que 1%. Ou seja, Itabuna continua muito longe do ideal.

ZIKA: OMS NEGA PEDIDO PARA ADIAR OLIMPÍADAS

Aedes aegypti é o causador da zika, dengue e chikungunya (Foto Fiocruz).

Aedes aegypti é o causador da zika, dengue e chikungunya (Foto Fiocruz).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) rebateu neste sábado (28) as declarações de um grupo de cientistas e afirmou que não há motivos para adiar ou cancelar os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, previstos para agosto, devido ao surto do vírus Zika, informa a Agência Brasil.

Na avaliação da OMS, eventual mudança no calendário da competição não alteraria significativamente a propagação do vírus. O Brasil é um dos 60 países que registraram a presença do Zika em seu território.

“Com base na avaliação atual do vírus Zika circulando em quase 60 países globalmente e em 39 nas Américas, não há nenhuma justificativa de saúde pública para adiar ou cancelar os Jogos. A OMS continuará monitorando a situação e atualizando as recomendações, se necessário”, afirmou a entidade, em comunicado.

A manifestação da OMS foi provocada por uma carta aberta na qual pesquisadores de pelo menos 15 países pediram à organização e ao Comitê Olímpico Internacional (COI) o adiamento do evento esportivo em nome “da saúde pública” devido à presença do vírus Zika na cidade.

Em nota, a OMS também ressaltou que está fazendo recomendações ao governo brasileiro e ao Comitê Olímpico sobre formas de reduzir o risco de atletas e turistas de contraírem o vírus durante os Jogos, como o combate ao mosquito Aedes aegypti,que além do Zika, transmite a febre chikungunya, febre amarela e a dengue.

Ontem (27), após a divulgação da carta dos cientistas, o Ministério da Saúde esclareceu que o mês de agosto, quando a competição será realizada, é o período do ano de baixa incidência das doenças provocadas pelo mosquito. O ministério ressaltou ainda o fato de a OMS não ter feito nenhuma recomendação para restrição de viagens, exceto às grávidas.

ANVISA APROVA TESTE RÁPIDO DA ZIKA DESENVOLVIDO PELA BAHIAFARMA

Governador Rui Costa anuncia aprovação de teste rápido da zika (Foto Mateus Pereira/GovBA).

Governador baiano anuncia aprovação de teste rápido da zika (Foto Mateus Pereira/GovBA).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o teste rápido desenvolvido pela Bahiafarma para detecção do vírus da zika. O teste foi desenvolvido pela empresa farmacêutica baiana em parceria com a sul-coreana Genbody Inc., no Brasil.

A novidade foi revelada pelo governador Rui Costa em seu perfil oficial no Facebook, hoje (25), que elogiou os servidores públicos da Bahiafarma, laboratório farmacêutico público.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), além de inédito, o teste também é o primeiro feito sem a participação da Fiocruz. O teste torna mais fácil e rápida a detecção do vírus no organismo de pessoas infectadas.

Ainda de acordo com a Sesab, a realização do teste rápido não apenas confirma o diagnóstico de possíveis pacientes, mas também colabora para o mapeamento de ocorrências da doença, facilitando ações de combate em locais específicos, e auxilia nas pesquisas sobre a doença.

O desenvolvimento do teste rápido para zika vírus teve início no primeiro semestre de 2015, quando começaram a ser detectados casos suspeitos da doença no sul da Bahia e na região de Feira de Santana, centro-norte do Estado.

APROVADA MP QUE PREVÊ MEDIDAS CONTRA DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA

aedes a 2Tentando retomar a normalidade dos trabalhos, a Câmara dos Deputados aprovou hoje (18) a Medida Provisória 712/15, que trata de medidas de combate ao Zika vírus, à dengue e à febre chikungunya. O plenário da Câmara não votava nada desde o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Casa, no dia 5 de maio.

A proposta, que segue agora para o Senado, autoriza a entrada de autoridades em imóveis públicos e privados considerados foco de mosquitos transmissores das doenças. A medida será aplicada nos casos de imóveis em situação de abandono, na ausência de pessoa que possa permitir o acesso após duas visitas comunicadas dentro do intervalo de dez dias e nos casos de recusa, negativa ou impedimento de acesso do agente público ao imóvel.

O texto estabelece o sábado como dia de realização de atividades de limpeza dos imóveis, a necessidade de campanhas educativas, em especial às gestantes, de orientação à população e também cria o Programa Nacional de Apoio ao Combate às Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti (Pronaedes), de modo a financiar projetos com recursos de doações dedutíveis do Imposto de Renda. Da Agência Brasil

DE ZIKA A CHIKUNGUNYA, O PAVOR DO VERÃO

Celina Santos | celinasantos2@gmail.com

 

No ano de 2015, conforme reconheceu o Sindicato de Agentes de Endemias, Itabuna ficou cerca de cinco meses recebendo apenas 20% do larvicida usado para dizimar os focos do “Aedes”.

 

Caem as folhas no poético outono, vem aí o aconchego do inverno, mas uma pergunta inquieta o cidadão itabunense, após uma epidemia de proporções inimagináveis do trio de doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti: o que nos espera no próximo verão? O “QG” montado no centro da cidade conseguiu registrar mais de 36 mil pacientes com suspeita de dengue, zika ou chikungunya.

Mas é certo que o número pode ser duas – quiçá, três– vezes maior. Afinal, muitos não procuraram atendimento médico. E apesar de a epidemia estar sendo dada como vencida, fica uma série de interrogações. As dúvidas vão muito além das mortes decorrentes de complicações, das recaídas em forma de dor (principalmente, nos casos da tal chikungunya) e da insegurança a rondar as mulheres que querem ser mães.

Pelos quatro cantos de Itabuna e do Brasil veem-se campanhas contra as referidas patologias. Quanto ao combate ao mosquito, é cobrado, sempre, à população o cumprimento da responsabilidade de não acumular água parada e tomar até o cuidado de fiscalizar a vizinhança. Entretanto, sabemos que não basta!

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HOSPITAL PEDE SOCORRO EM IBICARAÍ

Prefeito pediu ajuda à Sesab, mas resposta foi negativa (Foto Marcos Japu).

Prefeito pediu ajuda à Sesab, mas resposta foi negativa (Foto Marcos Japu).

Com dificuldades financeiras, o Hospital Arlete Maron, de Ibicaraí, terá que reduzir os atendimentos. A expectativa é do prefeito Lenildo Santana (PT), que na segunda-feira (4) foi até Salvador para pedir ajuda ao Governo do Estado, na tentativa de evitar o colapso da unidade de saúde.

Segundo Lenildo, a dificuldade de atender os pacientes se acentuou com o avanço dos casos de zika, dengue e chikungunya no município de 24 mil habitantes. O prefeito alega que o hospital não tem recebido o suporte necessário da Secretaria de Saúde do Estado.

Lenildo pediu a intervenção do secretário de Relações Intitucionais, Josias Gomes, junto à Sesab, mas a resposta foi desanimadora. Ao site Bahia Notícias, o prefeito declarou que a Sesab disse não ter condições de oferecer ajuda no momento.

De acordo com o gestor de Ibicaraí, o Hospital Arlete Magalhães tem uma despesa mensal de R$ 120 mil e acumula dívidas no valor de R$ 250 mil. A unidade, segundo Lenildo, atende cerca de 300 pessoas por dia.

AEDES DÁ FOLGA E QG REDUZ EXPEDIENTE

QG passará a funcionar das 7 às 19 horas (Foto Pimenta).

QG passará a funcionar das 7 às 19 horas (Foto Pimenta).

O chamado QG de Combate ao Mosquito, que cuida de pessoas infectadas pelo Aedes aegypti, já atendeu cerca de 23 mil pessoas desde que foi instalado em Itabuna, no dia 18 de fevereiro. Nos primeiros dias, a unidade, que funciona na Avenida Cinquentenário, vivia lotada de pacientes com zika, dengue e chikungunya, mas felizmente o movimento começou a cair nas últimas duas semanas.

Diante da boa notícia de que o mosquito caiu de produção, a Secretaria Municipal da Saúde resolveu mudar o regime de funcionamento do QG. Em vez de ficar aberto 24 horas por dia e 7 dias por semana, a unidade passará a atender somente das 7 às 19 horas. A mudança vale a partir de sexta-feira, dia 1º.

O QG tem uma equipe de 120 profissionais, que inclui médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem.  Voluntários de igrejas, escolas e estudantes da área de saúde contribuem com a unidade e no auxílio aos pacientes.

BLOG CRITICA COMBATE AO AEDES EM ILHÉUS

mosquito-da-dengueO Blog do Gusmão publica nota na qual faz um comparativo entre o trabalho de combate ao Aedes aegypti realizado nas cidades de Itabuna e Ilhéus. Para o veículo, enquanto a primeira faz adequadamente o dever de casa, a última peca pela negligência e falta de organização nas ações.

Entre os pontos positivos do trabalho em Itabuna, o blog cita a instalação do QG de Combate ao Mosquito, que conta com laboratório próprio (agilizando os diagnósticos), e maior número de agentes de controle de endemias (183 contra 51).

O QG itabunense chega a atender mais de 1 mil pacientes por dia, enquanto a unidade especializada em pacientes acometidos por arborviroses em Ilhéus não chega a dar conta de 200 pessoas a cada dia. A falta de um laboratório próprio também retarda os diagnósticos.

O blog critica ainda a falta de transparência das autoridades responsáveis pelo controle da epidemia em Ilhéus. Segundo o veículo, o governo ilheense “brinca” no combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.

PREFEITURA DIZ QUE “CEMITÉRIO DE ÔNIBUS” RECEBE VISTORIA SISTEMÁTICA

A respeito da nota publicada há pouco pelo PIMENTA, sobre uma área que seria potencial foco do mosquito Aedes aegypti na Rua Alício de Queiroz, a Prefeitura de Itabuna informou que tem ciência do problema e desde janeiro realiza um monitoramento sistemático do terreno.

De acordo com a Secretaria de Comunicação, as vistorias ocorrem a cada quinze dias, desde que o governo recebeu denúncia de moradores do condomínio Jorge Amado, situado na mesma rua.

Além da área onde estão abandonadas sucatas de ônibus e entulho, os agentes da Vigilância Epidemiológica têm vistoriado outros terrenos na mesma vizinhança, que também representariam ameaça de se tornar criadouros do mosquito transmissor da dengue, da zika e da febre chikungunya.

Informações e denúncias sobre possíveis focos podem ser transmitidas à Vigilância por meio do telefone 3612-8324.

PARQUE DE DIVERSÕES DO AEDES AEGYPTI

A gravíssima epidemia de arboviroses associadas ao mosquito Aedes aegypti tem causado intenso sofrimento a muitos itabunenses. Basta ir a ao “QG de Combate ao Mosquito” ou ao pronto-atendimento do Hospital Calixto Midlej Filho para se ter uma ideia do estrago que o inseto está provocando.

Apesar dessa situação calamitosa, a cidade ainda convive com exemplos absurdos de descaso e falta de respeito com a saúde pública.

As fotos abaixo são de um enorme terreno situado na Rua Alício de Queiroz, vizinho ao Centro Integrado Oscar Marinho Falcão (Ciomf). No local, ônibus velhos, verdadeiras sucatas, juntam-se ao mato e montes de entulho, com diversos focos do mosquito que transmite dengue, zika e a terrível chikungunya.

Uma pessoa que contraiu essa última doença compara a dor que sente à de alguém que teve todos os ossos do corpo esmigalhados. Uma agonia que pode acompanhar o portador do vírus durante meses, fingindo desaparecer e voltando quando se menos espera, como uma tortura.

Ouvir relatos como esse e ver imagens hediondas como as da foto é de causar indignação. Que a Prefeitura adote as devidas providências para coibir esse descaso criminoso!

foco aedes

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Imagens do descaso e da falta de respeito com a saúde pública

Imagens do descaso e da falta de respeito com a saúde pública

BANCO DE SANGUE PRECISA DE DOADORES DO SEXO MASCULINO

Epidemia pressiona demanda no Banco de Sangue da Santa Casa de Itabuna

Epidemia pressiona demanda no Banco de Sangue da Santa Casa de Itabuna

A alta demanda por transfusões de sangue em Itabuna, pressionada pelo atendimento de pacientes com suspeita de dengue hemorrágica, torna ainda mais dramática a situação do Banco de Sangue da Santa Casa de Misericórdia.

De acordo com a instituição, apesar da campanha por doações, o número de doadores ainda está distante do ideal para fazer frente à epidemia de viroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Quem pega dengue, zika ou chikungunya fica impedido de doar sangue por, pelo menos, 30 dias após o desaparecimento dos sintomas.

Outro complicador é o aumento da demanda pelo concentrado de plaquetas, um dos componentes do sangue, normalmente utilizado no controle de sangramentos de pacientes em tratamento da leucemia e outros tipos de câncer, os que são submetidos a transplante de medula óssea, cirurgias cardíacas e as vítimas de trauma, além dos casos suspeitos de dengue hemorrágica. Para o aproveitamento das plaquetas, o doador precisa ser do sexo masculino.

Segundo a biomédica Raquel Gois, coordenadora do Laboratório do Banco de Sangue de Itabuna, o sangue coletado das mulheres não é indicado para a produção das plaquetas, pois está associado a um tipo de reação que pode causar lesões pulmonares, entre outros problemas.

A quantidade de doadores do sexo masculino para a produção de plaquetas também é grande. Para cada transfusão de plaquetas, são necessárias de seis a oito bolsas de sangue. “Por isso é importante que as pessoas continuem realizando doações de sangue, encorajando principalmente os homens”, apela o enfermeiro Adelson Bispo, coordenador do Banco de Sangue.

GOVERNO REALIZA MOBILIZAÇÃO NACIONAL CONTRA O AEDES

Governo busca eliminar focos do mosquito em prédios públicos

Governo busca eliminar focos do mosquito em prédios públicos

O governo federal promove nesta sexta-feira (11) nova mobilização com servidores em prédios públicos federais e de empresas estatais em todo o país. O objetivo é eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, que transmite os vírus da dengue, da febre chikungunya e da zika. A ação envolve ministros e presidentes de empresas, bancos públicos e autarquias.

Segundo o Ministério do Planejamento, o objetivo é reforçar a atenção da sociedade, em especial do funcionalismo público federal, para o combate ao Aedes aegypti e assegurar que todos os servidores estejam informados e engajados de forma permanente em ações para eliminação dos criadouros do mosquito.

De acordo com a pasta, a ação intensifica as vistorias nos imóveis federais e serve para que os gestores públicos verifiquem a regularidade das ações executadas e se estão sendo realizadas de forma adequada, além de reforçar a continuidade do trabalho. Os gestores também deverão fazer um balanço das atividades de combate ao mosquito desenvolvidas até o momento. Da Agência Brasil








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