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2 de março de 2021 | 11:48 pm

A RAPADURA PERDEU O DOCE?

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Prefeito disse que vai pedir pra sair

Prefeito disse que vai pedir pra sair

O dinheiro da Prefeitura de Potiraguá sumiu, mas não foi por aquele (des)caminho pelo qual os recursos públicos costumam escoar. Acontece que o município sentiu de maneira arrasadora os efeitos da crise financeira, somada à diminuição do número de habitantes, o que levou abaixo a arrecadação.
Se em dezembro de 2008 o FPM de Potiraguá foi superior a R$ 860 mil, a primeira parcela de março ficou em apenas R$ 193.197,20, e toda ela foi bloqueada para o pagamento de dívidas com o INSS. Consequência: o prefeito Olintho Alves Moreira (PP) se viu sem dinheiro para o repasse da Câmara de Vereadores e o pagamento do funcionalismo.
Moreira optou por não chorar. Ele simplesmente anunciou que vai convocar a imprensa, apresentar os números e demonstrar que Potiraguá quebrou. Para completar, em um grand finale, o prefeito afirma que renunciará ao mandato assumido há apenas três meses.
Será o primeiro caso de gestor municipal que joga a toalha por falta de gás para tocar a máquina.
(Com informações da coluna Tempo Presente – Jornal A Tarde)

Esta publicação possui 5 comentários
  1. Em outra oportunidade eu disse que algum dia ainda iria ver “fusão entre pequenos municípios” e ainda houve gente que criticou, …!!!
    Há lugares que não são viáveis. Não adianta se emancipar, a não ser para favorecer a meia dúzia de políticos. Nesses casos, uma fusão com ouro município termina sendo tecnicamente a melhor solução, pois diminui “a corja que está comendo”. Serão menos Vereadores, Secretários, Prefeitos, e por aí vai, …!!!
    Até as abelhas – que são altamente eficientes – certas épocas expulsam os inúteis zangões quando a população deles aumenta muito nas colméias, …!!!
    Um caso muito próximo a nós é Aurelino Leal e Ubaitaba, por exemplo. Qual a razão de ser da existência de dois “municípios” ali, …?!?!?!
    Além disso, com a fusão, aumenta a população, a representatividade do município, além de diminuir as despesas e, na maioria das vezes, o número de secretarias e de vereadores cairá à metade, consequentemente, os gastos, …!!!
    Até mesmo as grandes empresas, bancos, conglomerados financeiros fazem isto, que dirá vilarejos que são tecnicamente inviáveis e etermamente dependentes do governo do estado e da união, e só dão prejuízo, …?!?!?!
    Tecnicamente é uma boa idéia, mas “quem só quer comer” sempre será contrário ao aspecto técnico, são favoráveis à politicagem, …!!!
    Basta esperar um pouco para vermos comentários tentando argumentar o contrário, …!!!

  2. Até que enfim este dia chegou. Sérgio tirar a aura de sabe tudo e dar uma dentro.
    Vamos lá. Perfeito seu comentário.
    Como exemplo sito o distrito de INEMA em Ilhéus, para se chegar a ele passa-se por 3 municípios.E curral eleitoral e prejuizo.

  3. De parabéns o douto professor Sérgio…perfeita a sua explanação…mas além do corte dos municípios,uma pergunta se faz pertinente:pra que tanto senador e deputado??

  4. Excelente cometário!…são muitos os exemplos.
    Não faz sentido a existência de cidades de primeira, que quando se passa para segunda a cidade acabou; e nem tão pouco cidades entre dois eixos..das rodas de um fusca.

  5. quer dizer que o ilustrissimo Prefeito so sabe governar com dinheiro? ele que pensasse antes de se candidatar. ou sera q isso nao foi um acordo com o vice?

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