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18 de janeiro de 2021 | 01:30 am

O DEDO DE GEDDEL

Tempo de leitura: < 1 minuto

Petistas veem o dedo do ministro da integração nacional, Geddel Vieira Lima, nos ataques sistemáticos e coordenados contra o assessor especial da presidência da Petrobras, Rosemberg Pinto. Geddel rivaliza com Rosemberg quem conquista mais corações de prefeitos. A briga, claro, tem como foco as eleições de 2010.
Um destes petistas avisa que o que é de Geddel está guardado. Perguntado sobre o que seria este “tesouro”, respondeu apenas, e ironicamente, que são “os votos”.
Na última referência a Rosemberg, a Folha de São Paulo cita um grupo de prefeitos que teria relatado uma abordagem diferente do homem da Petrobras em relação a patrocínios de festas juninas, principalmente na Bahia.
O patrocínio estaria garantido, mas se o prefeito aceitasse a indicação da empresa de montagem de estrutura da festa. A campeã seria a ST Estruturas. A nota da Folha está na coluna Painel, mas não cita nome de nenhum prefeito. Nome mesmo só o de Rosemberg.

Esta publicação possui 3 comentários
  1. Geddel deve tá morrendo de medo desse tal assessor, depois dessa nota. Principalmente agora, quando se fala em CPI da Petrobras, na qual o PMDB é que diz se vai haver CPI ou não. Lembrar que o Ministro maneja só metade do partido. Quanta pataquada pra agradar patrão…

  2. O que eles não conseguirão destruir é a simpatia, o carinho e respeito que Rozemberg aufere onde passa. Basta olhar a patente influência dele no Baixo sul, se for candidato, e isto se torna cada vez mais irreversível, diante de tais ataques, será o mais votado por estas bandas. Eu mesmo defendo com incontido ardor a candidatura dele, inclusive, como forma de fortalecimento político de nossa micro região. ROZEMBERG DEPUTADO JÁ. Ademais o único defeito dele é militar em defesa do fortalecimento do PT, e não ter se aliado as elites baianas, de onde se destaca o eminente Gedel, hábeis em saquear nosso Estado, mas sim unir-se aos novos portagonistas sociais para libertá-lo. Eles não nos conhecem, nós os anônimos, que sempre existimos, mas nos faziamos de mortos.

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