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7 de março de 2021 | 06:06 am

A ELEIÇÃO DE DILMA ROUSSEF E O PESO SIMBÓLICO

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do Política Livre
Uma eventual eleição da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para a Presidência em 2010 seria um “acontecimento duplamente simbólico e lisonjeiro para a democracia brasileira”, segundo o jornal francês Le Monde de quarta-feira. “Imaginemos o que Dilma representa: uma mulher, pela primeira vez presidente, oito anos depois da eleição de um operário”, justifica o diário.
Em um artigo que traça o perfil e a trajetória política da ministra, o Le Monde a apresenta como a ex-militante radical de esquerda que hoje tem a reputação de “dama de ferro” e que é a mais provável candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições presidenciais do ano que vem.
O Le Monde lembra, no entanto, que apesar da imensa popularidade de Lula, a vitória de Rousseff em 2010 não está garantida. “Ela possivelmente terá como adversário um homem de peso, José Serra, governador de São Paulo e ex-rival derrotado por Lula em 2002″.

Esta publicação possui 10 comentários
  1. Tem tudo para ser uma das melhores campanhas, pois são duas pessoas com muitas qualidades técnicas, competentes, muito pouco populares, políticos diferenciados do que estamos acostumados a ver por aí, …!!!
    Só espero que mantenham uma disputa com um bom nível, …!!!
    Agora, quanto às eleições para Deputado e Senador (ou seriam membros e/ou clientes de agência de viagens?), creio que será difícil de empolgar a população, principalmente depois de tanta lambança que assistimos diariamente, tal qual farra com o dinheiro público, …!!!

  2. Prezado Carlos Alberto, é por atitudes complacentes como essas suas que nossa política, a do rouba mas faz, faz sucesso em nosso país. Desse modo, ACM’s, Geraldo’s e Fernando’s se propagarão eternamente. Nos Estados Unidos (que não é um país perfeito, nós sabemos) nenhum político “ficha suja”, sem suas contas aprovadas, com envolvimento em sequestros ou corrupção jamais poderá concorrer a cargo algum. Muda, amigo, que o mundo muda também.

  3. Prezado Gustavo,
    Uma coisa é uma pessoa fazer parte de um grupo que combatia um uma ditadura militar, arriscando sua vida para isso. Podem ter cometido excessos, sim, mas não na intenção de enriquecer às custas do trabalho dos outros. Outra coisa são pessoas que assaltam o erário público diariamente, fazendo-se valer de posição privilegiada, muitas das quais tendo sido beneficiárias da ditadura.
    É verdade que algumas pessoas que antes combatiam a ditadura (algumas à distância, bem seguros) mudaram de idéia e hoje estão de braços dados com aqueles que dela participaram ou se serviram, servindo aos mesmos interesses daqueles que nadam na concentração de renda e poderes que caracterizam o que há de pior no Brasil. Outros converteram sua forma de lutar, das armas ao exercício de democracia, sem perder o principal fim que é a melhora das condições de vida do povo. Não é muito difícil, na maioria das vezes, saber a quem se aplica cada uma destas situações.

  4. Olha Gesil, é muito bonitinha sua intervenção, muito certinha, entretanto gostaria que você me explicasse o que significa para você, o que chama de “exercício de democracia”. Seria isso o que os castristas fizeram em Cuba ou o que Mao fez na China, ou ainda o que Lênin fez na URSS? Os objetivos desses meliantes eram aqueles que sabemos todos, qual seja: tomar o poder, montar um governo revolucionário (leia-se: ditadura socialista) e exterminar, no paredão, seus adversários políticos. Ora, esse discurso, todo certinho, funciona só da boca pra fora, pois como vimos e vemos ainda, os outrora “paladinos da moralidade” estão mais para “ladinos imorais”. É só estar atento à verdadeira história do nosso país e dos comunistas ao redor do mundo.

  5. Prezado Sr. Felicíssimo,
    Fico até sem jeito para te responder, porque nunca fui comunista. Se o senhor lesse direito o que escrevi, não há lá qualquer defesa do Maoísmo ou da URSS. Pessoalmente, acho que os dois foram tão ruins que só se entende como acontecferam lendo sobre o que havia antes, que era ainda pior. Outra coisa que não entendo é por que, para alguns, ainda estamos vivendo num mundo e que as pessoas são separadas entre quem está a favor do “Brasil Varonil ame-o ou deixe-o” ou se é um bolchevique-comedor-de-criancinhas-e-aliado-incondicional-de-Stalin-e-Mao (que, aliás, não se bicavam).
    Óbvio que respeito muito mais uma pessoa que tem coragem de arriscar a sua vida pelo seu povo, mesmo não concordando totalmente com o que essa pessoa pensa ne com seus métodos, do que aquela que simplesmente aproveita o bem-bom de ser amigo do Rei (ou General), e dane-se os outros, escondendo-se na defesa de uma “democracia” contra a qual sempre luta.
    Agora, se o senhor identifica no comportamento da Sra. Ministra Dilma Roussef o “terror Bolchevique” ou “Maoísta” ou “Castrista” ou seja-lá-o-quê-mais… das duas uma:
    a) o senhor enxerga muito melhor que eu.
    b) o senhor vê coisas.
    Lembro dos que diziam que Lula ia transformar o Brasil numa “grande Cuba”. O senhor está vendo isso também?

  6. Sou eleitor de Lula, desde sempre, mas sou daqueles, que já empunharam a bandeira do socialismo e que percebeu que socialismo, mesmo, não existe, tampouco existirá enquanto o homem continuar a ser esse, pobre de reais valores. Homem pobre, tempo pobre. Também empunhei a bandeira do sindicalismo, com meus livros de Marx debaixo do braço, e me decepcionei com a dialética disforme que vi em tantos sindicatos onde trabalhei. Conheço a história do Araguaia, melhor, conheço gente que esteve lá, também as atrocidades cometidas. Não tenho dúvida, o intuito daquela gente era montar uma outra ditadura no Brasil, a dita ditadura popular, que de popular não possui nada. Por fim, meu caro Gesil, a opção certa é a A. No mais, sinceramente, prefiro falar de poesia que manter um debate como esse. Conheça meu blog: http://www.sopadepoesia.blogspot.com

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