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20 de setembro de 2020 | 01:40 pm

INOCÊNCIA E IMPUNIDADE NO SENADO

Tempo de leitura: < 1 minuto

Paixão Barbosa | www.politicaecidadania.atarde.com.br

A comissão formada por integrantes de diferentes setores do Senado para identificar os responsáveis pelo festival de atos secretos da Casa concluiu que não há nenhum senador envolvido com aquela prática. E apontam dois únicos culpados por todas as irregularidades, o ex-diretor geral Agaciel Maia, que comandou o órgão por 15 anos, e o ex-diretor de Recursos Humanos, João Carlos Zoghbi, seu substituto no cargo.

Descobertos em maio, os atos secretos criaram cargos e nomearam e exoneraram funcionários durante 14 anos, desde 1996. Foram editados mais de 300 boletins administrativos, contendo atos que não foram publicados, contrariando diretamente a legislação.

O texto final do relatório exime a Mesa Diretora, e todos os seus componnetes, aos longo desses anos, de qualquer responsabilidade, lembrando que a publicação dos atos é uma prerrogativa do diretor-geral e do diretor da Secretaria de Recursos Humanos da Casa.

Portanto, mais um capítulo sujo dos bastidores do Congresso Nacional foi encerrado sem que haja maiores consequências para os envolvidos. Os senadores estão livres e os dois acusados como culpados não serão demitidos. No máximo são agraciados com uma aposentadoria ou uma transferência para postos onde manterão os altos salários que sempre ganharam.

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