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16 de abril de 2021 | 02:47 pm

“CACAU É MAIS QUE CRÉDITO”

Tempo de leitura: < 1 minuto

Uma reunião a portas fechadas com o secretário da Agricultura, Roberto Muniz, deixou desolado o presidente do Sindicato Rural de Itabuna, Wallace Setenta. A decepção foi motivada pelo que o dirigente classificou como “opinião formada sobre a cacauicultura”.

Traduzindo: o secretário acredita que tudo está às mil maravilhas ou, pelo menos, sendo resolvido, a partir do PAC e da inclusão do cacau no FNE Verde. “Eu disse a ele que não se trata de crédito. O cacau é muito mais complexo. Mas ele já tem opinião formada, ele ouve pessoas que pensam dessa forma”, desabafou Setenta.

Ele diz agora que espera uma reunião “de verdade” com o secretário, já que a de hoje, no estande da Seagri na Expofenita, não avançou um milímetro. “Essas autoridades estão acostumadas a vir aqui para ouvir os elogios, ouvir que a festa está bonita. Mas queremos discutir a realidade da região”.

Quem presenciou a conversa diz que Muniz perdeu o chão quando se viu contestado em suas certezas… Em tempo, uma das ‘vozes no ouvido’ do secretário é a do novo diretor da Biofábrica, Henrique Almeida.

Esta publicação possui 0 comentários
  1. O sindicalista W S é um maluco beleza. Nem o conheço de perto, mas sei que ele é maluco beleza.
    e eu assim como ele prefiro ser a meta-morfose ambulante do que ter opinião formada sobre a cacauicultura.

    Esse post falou do novo diretor da Biofábrica. Eu acredito no novo. Vamos acreditar no novo. O velho quase fechou a fabrica biológica.

    Voltando ao assunto… CACAUICULTURA, a propósito o que isso mesmo?

    Meu pai depois de 36 anos de CEPLAC não soube me explicar ainda.

    Eu penso que meu pai, também, é um maluco bela. Que não tem opnião formada.

    PS.: Alguém me explica o que é CACAUICULTURA por favor!

    Eu preciso socializar esse conhecimento para o povinho atrasado da região cacaueira.

    por favor!

  2. O sindicalista W S é um maluco beleza. Nem o conheço de perto, mas sei que ele é maluco beleza.
    e eu assim como ele prefiro ser a meta-morfose ambulante do que ter opinião formada sobre a cacauicultura.

    Esse post falou do novo diretor da Biofábrica. Eu acredito no novo. Vamos acreditar no novo. O velho quase fechou a fabrica biológica.

    Voltando ao assunto… CACAUICULTURA, a propósito o que isso mesmo?

    Meu pai depois de 36 anos de CEPLAC não soube me explicar ainda.

    Eu penso que meu pai, também, é um maluco beleza*. Que não tem opnião formada.

    PS.: Alguém me explica o que é CACAUICULTURA por favor!

    Eu preciso socializar esse conhecimento para o povinho atrasado da região cacaueira.

    por favor!

  3. Esse Wallace Setenta é o mesmo que acabou com CNPC? É o mesmo que não larga o sindicato rural de Itabuna? É o mesmo que se juntou com Geraldo Simões vassorinha de bruxa? É o mesmo que está a vinta anos com a verborreia que não resolve nada? É o mesmo que vivia com o pessoal da coopercacau central e Itaisa que acabaram de tanto roubo? Me faça uma garapa, toma vergonha, pede seu boné e sai de mansinho antes que uma CPI lhe joque na lama mais do que voce já está.

  4. O problema do cacau é recorrente. O secretario é influenciado pelos grandes devedores que querem um cargo político (Henrique Almeida) ou projetos que lhe beneficiam, limitando a discussão ao credito. No final todos se rendem… Coitado do cacau!!!

  5. Esse Wallace Setenta, Presimente eterno do SRItabuna,não tem o respaldo dos produtores de cacau.Nem eleições ele deixou realizar.fora esse continuismo no SRItabuna.Não confiamos em quem nada produz de cacau em nosso sindicato.O Secretário está com toda razão, ele já deve ter ouvido a fama desse tal de setenta.

  6. No comentário anterior, Vinicius tem razão… “No final todos se rendem”. Não importa quem defendeu, importa quem tem coragem de dizer a verdade,Infelizmente o comentário de Paulo dizendo que o secretario tem razão, só Pq foi Wallace que falou é muito desagregador, talvez por isso a questão não chegue a uma solução!!! Tem muito puxa saco.

  7. Outro comentário afirma que: (esta há vinte anos com a verborréia que não resolve nada). Prova que os produtores falam ao vento… Pois bem… Aposto mais alguns anos que vai continuar sem resolver nada, por mais que o secretario tenha boa vontade, explico pq:Talvez ele consiga resolver o debito referente o PRLC,mas com relação a negociação anteriores de securitização e pesa vamos encontrar dificuldades na esfera federal e continuaremos inadimplentes.

  8. Zelão diz: – Não é de se admirar!

    Quem conhece toda a história sabe o porquê.

    Comenta-se de a muito tempo, que o ilustre secretário, Roberto Muniz, foi uma “indicação direta” do agronegocio instalado no Oeste da Bahia. Por isso mesmo, nunca esteve na pauta de prioridades do secretário, resolver ou mesmo conhecer a realidade da “cacauicultura” do Sul da Bahia.
    São questões de prioridades.

  9. Em momentos de descontração quando se encontra na região cacaueira, o Secretario costuma contar que na juventude namorou a filha de produtor de cacau ,mas o romance não decolou,será que o secretário ficou magoado ou arrependido e ta se vingando???…kkkkkkkkkk

  10. Gostei Zelão….O atual diz que ta cheio de boa vontade e avançou muito,escolheu como orientador A FAEB e Henrique Almeida, mas até agora de concreto nada.O anterior Geraldo Simões, só queria status político,escolheu para guru um grupo de trabalho com figuras extremamente vaidosas,exemplos: Itazil,Gonçalo, Carlos Sodré(Pial bicudo),Moacir lima ,conseqüentemente nada produziu. E ai está a cacauicultura mais uma vez desamparada.

  11. Zelão diz: – Defender a cacauicultura não dá votos!

    Foi o tempo em que a força econômica da lavoura cacaueira, permitia o voto de “cançela fechada”, no qual o produtor garantia ao político o voto da família e de todos os empregados e agregados.

    Sempre tive dúvidas quanto a não participação do PT, na dissiminação da vassoura de bruxa. A economia cacaueira, era a principal fonte de financiamento de campanha e de votos para os políticos da direita conservadora, notadamente o carlismo. Fazer secar a fonte de financiamento, seria, portanto, a primeira estratégia da esquerda, para derrotar o carlismo, notadamente na nossa região.

    Nos tempos atuais, quando milhares de ex-trabalhadores rurais se empilham na periferia das cidades, mendigando pela inclusão no “bolsa família” ou às margens das rodovias esperando um pedaço de terra que quase nunca chega, não se pode esperar ou desejar, que essa leva de ignorados, faça coro de revindicação pelos ex-patrões, por quem; salvo poucas exceções, foram explorados e maltratados na época das “vacas gordas” da economia cacaueira.

    Essa massa de desesperados, está preocupada apenas com a própria sobrevivência, e disso os “governos petistas”, tratam de se aproveitarem, usando-os como “massa de manobra” e de currais eleitorais.

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