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11 de abril de 2021 | 04:19 am

CUMA É, PEDINHA?

Tempo de leitura: < 1 minuto

O deputado Geraldo Simões (PT) recebeu convite daqueeele grupo, o Grupo de Ação Comunitária (GAC), para participar de um almoço, ontem. Conselhos não faltaram para que o parlamentar federal não fosse ao encontro do tipo prestação de contas do mandato. “É campo minado”, asseverou um conselheiro.

O parlamentar foi preparado. E deu-se o previsto. À saraivada de ‘balas’, assumiu um estilo diplomático, vaselina mesmo.

Em um campo majoritariamente fernandista (ou seria azevedista?), Geraldo disse até ser a favor da conclusão do teatro e do mini-centro de convenções de Itabuna, obras (polêmicas!) executadas em terras do ex-prefeito Fernando Gomes. Fez até cálculos: “daria uns R$ 4 milhões [concluí-los]“.

Para ele, no entanto, esses não seriam presentes dignos para o centenário do município. Bons presentes? A duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna e a instalação, aqui, do polo têxtil. Disse o que queriam ouvir os membros do GAC e amoleceu resistentes.

É a tal Vaselina GS.

Esta publicação possui 0 comentários
  1. Zelão diz: – Essa é “pedinha quente” nas mãos de Wagner.

    Do seu jeito “matreiro”, Geraldo Simões, aproveitando-se da “simpatica platéia”, colocou nas mãos do Governador Jaques Wagner, uma das sua “pedinhas quentes”.
    Em um Estado com as finanças “desorganizadas” e as vésperas de uma eleição, Geraldo, sabe que dificilmente o governador iria investir recursos tão altos como os necessários para a duplicação da rodovia Ilhéus X Itabuna, ou que; conseguria viabilizar aqui, a instalação do polo textil. E para arrematar a “batata quente”, foi logo avisando que um “presentinho” de apenas 4,5 milhões, não significará um presente para o nosso centenário.
    Êta vingança maligna, sô!

  2. Não concordo com as insinuações apresentadas, mesmo porque o GAC não é um campo minado de Fernandistas ou Azevedistas, mas naquele ambiente almoçam juntos homens e mulheres de bem os quais discutem assuntos diversos sem interesses politicos/partidários, mas de interesse da cidade de Itabuna. Segundo, Geraldo Simões não recebeu nenhuma bata quente ou sequer foi ofendido ou pressionado para qualquer coisa, ao contrário, foi muito bem recebido, ficou bastante a vontade, falou mais de cacau do que qualquer outro assunto, ao término foi bastante asssediado, trocou idéias, ouviu sugestões e pedidos, foi bastante ético nas colocações politicas, enfim, o almoço foi tão decente, que chegou inclusive realizar a sua reunião em dia especial apenas para atender a agenda do deputado que só poderia se fazer presente na sexta-feira.
    Vamos acabar com esse negócio de escrever informações sem veracidade, Itabuna já não comporta mais esse tipo de politica mesquinha, pequena, nojenta e suja, vamos crescer, nos respeitar, sair do provincianismo, temos 250 mil habitantes, recebemos mais 3 milhões de pessoas de uma região que depende e muito do nosso municipio, e ficarmos com picuinhas, não podemos e nem devemos mais dar ouvidos a essas coisas.
    o GAC está preocupado com o futuro de Itabuna, o grupo que se reune semanalmente se interessa apenas em ouvir e dar sugestões para o desenvolvimento geral de nossa cidade, portanto, nada temos com politica partidária e muito menos com os politicos, pois no GAC cada qual tem sua vontade politica respeitada, diferentemente de certas figuras da sociedade que não frequentam o nosso ambiente e vivem se alimentando de mentiras e invencionices baratas.
    O GAC é de respeito e não pertence a nenhum politico, estaremos abertos para receber qualquer um deles, desde que tenham projtos e objetivos voltados para o melhoramento das comunidades itabunenses.

  3. Pois é Geraldo, enquanto isso nós artistas vamos ficando sem entender porque passamos por momentos tão dificeis na cultura local e regional, são essas posturas de “birra” de um governo pra outro, que não avançamos, e nos desencantamos!!!
    Itabuna mereçe sim ,tambem, que tenhamos outras opções de espaços (talvez até de “menor orçamento”!!!!!para pequenas produções, que é mais a nossa realidade´para o momento. Eva Lima

  4. É isso aí Eva, concordo com vc.
    Itabuna fica só com o Centro de cultura por causa de birra política!
    Precisamos da conclusão do teatro e do centro de convenções, assim como da conclusão do Teatro Amélia Amado na AFI e como de outros espaços para os artistas locais!!

  5. Para os que têm memórica curta, o pessoal do A Região foi um dos cabeças em ser contrário à conclusão da obra, mas, assim como o citado Deputado, não fez nada para que outras opções fossem ao menos cogitadas, discutidas, visualizadas, …!!!

    Tem uma turma que é do quanto pior, melhor, e ainda se acham esclarecidos, …!!!

    Talvez, para esses, cultura também seja frescura, …!!!

    VERGONHA, …!!!

    Em tempo: Bem que merecia mostrarem uma foto da obra abandonada, …!!!

    É dinheiro público indo para o ralo, …!!!

    E para Itabuna, …, nada, …!!!

    2010 vem aí, …!!!

  6. PT?, já fui!, nuca mais serei!, O Ilustrissímo Senhor Geraldo Simões, teve a oportunidade de mostrar a Itabuna por dois mandatos o que poderia fazer por ela, não acredito e até me surpriendo quando pessoas engajadas no GAC, que ainda quero acreditar convida este “Politico”, para sujerir a respeito de recursos para nossa cidade, se ele apenas tem olhos para o próprio umbigo.
    Abre o olho Itabuna, veja quem trabalhou e quem está trabalhando por nós, mostra pra esses caras que quem tem memoria curta e a pu.. que os pa…!
    O POVO DE ITABUNA MERECE RESPEITO DEPUTADO, cem anos é maturidade suficiente.

  7. Bem pensado Heraldo , tai uma prova de sensibilidade cultural!Lembrou o CNPC que pode muito bem ser “provisoriamente” nessa emergencia de “falta de espaço”pra nossas pequenas produções, agora com quem poderiamos ver isso?

  8. E a Universidade Federal do Sul da Bahia em Itabuna nobre deputado? Já desistiu?
    Se tivesse um presidente compadre e um governador amigo, seria mais fácil não é?

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