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31 de outubro de 2020 | 10:07 pm

ESTUPIDEZ!

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Esta publicação possui 0 comentários
  1. Concordo que é uma estupidez, mas uma coisa é certa:

    Tem gente que é tão estúpido, tão imbecil, quanto aqueles que cometem algum tipo de selvageria, pois numa faculdade não é lugar para ir com uma roupa destas, mostrando tudo. Pelo que eu saiba, é um ambiente de estudo, de pesquisa, ou não, …?!?!?!

    Aliás, tem gente que é assim: Na praia, quer andar de carro entre as pessoas que estão na areia, quando há estradas bem perto, …, querem andar a cavalo na cidade e de carro dentro da roça, …!!!

    Outros vão para dentro da sala de aula ficar conversando, vendendo calcinhas, ou coisa que o valha, atrapalhando a aula, os que querem aprender alguma coisa, …, e por aí vai, …!!!

    Outros deixam celulares ligados dentro do cinema, do teatro, do consultório, …, parece até que estão esperando a morte da mãe, …!!!

    Outros eram rebeldes na época da escola, sem querer usar o uniforme, pois achavam careta, mas são os primeiros a comprar as tais camisas para entrar nas festas, o que não passa de um uniforme, uma farda, só que em pleno local de diversão, …!!!

    A propósito, as pessoas que são Empresários, Médicos, Dentistas, Professores Universitários, Profissionais Liberais, têm para onde ir aqui na nossa região? Muitos que eu conheço aproveitam feriados como este, um final de semana prolongado, e viajam em busca de boas opções de diversão, pois não aguentam mais tanta mediocridade, já que, por aqui, só há festinhas de adolescentes e locais para encher a cara, sem estrutura alguma, com as tais camisas, sem um banheiro decente, sem um serviço de atendimento adequado, sem um local para se sentar e ser servido, e por aí vai, mas o preço, é o mesmo dos ambientes de primeira, em grandes centros, …!!!

    Nunca pensei de ver tantos imbecis no mundo, …!!!

    Que coisa, …!!!

    Pelo jeito, a melhor saída para a nossa região ainda é o aeroporto. Aproveitem antes que feche, …!!!

    Ainda há aqueles que se arrumam todo, pegam a “tronxa”, colocam do lado, com um monte de meninos, e vão pegar “aquela fila” no Bom Preço nos dias de sábado e domingo, quando parece que abrem as portas do inferno dentro do Shopping. O “barato” deste “programa de índio” é encontrar outros iguais a eles e ficarem reclamando do atendimento (parece até piada), …!!!

    Cada um, cada um, …!!!

    Deus que me livre, …!!!

  2. Vc tem razão em muita coisa que diz só acho que vc carregou um pouco no “ar de nojentinho” de suas palavras, não acha? Tá parecendo até que vc anda com um vazinho de alcool na bolsa para esterelizar as mãos depois de cumprimentar alguém.

    RESPEITE O POVO, VC QUERENDO OU NÃO, FAZ PARTE DELE.

    “Kiko, não se misture com essa gentalha!”

  3. Lamentável a atitude dos academicos que hostilizaram a colega por causa da minissaia. Num pais onde a moralidade, em aspectos sociais e políticos, é altamente questionavel e indescente, repudiar uma pessoas por suas vestes não passa de preconceito ou inveja dos que se sentiram incomodados com os dotes da estudante de minissaia. Por que execram uma pessoa por causa de uma roupa e, ao mesmo tempo, aceitam passivamente as cnas heróticas e pornográfica que os canais de TV exibem para as nossas ciranças? Por que repudia uma pessoa por causa de uma roupa e não repudia os crimes politicos, o tráfico de drogas, a violência doménstica, a violencia urbana, a pedofilia, a corrupção policial, etc. Para mim a atitude dos estudants desta faculdade é pobre, burra e lamentável. Se a roupa da pessoa não merece respeito, tudo bem, porém a pessoa,mesmo que no erro merece ser respeitada incondicionalmente. A cena no vidio não passa de um ato de corvardia e preconceito contra alguem que juga ter a liberdade de usar seu corpo como lhe convem. Condena-se uma pessoa por usar minissaia, porém não condena os que se destoem usando drogas? Vivemos a era do contraditório mesmo. Esse é o Brasil dos contrastes!!!

  4. 90% dos paulistas são todos ignorantes mesmo sem cultura e se acham os tais naverdade a cultura que são paulo tem é fruto dos imigrantes, acho que só se ofendeu os falsos moralistas pois no brasil a sesualidade está desde as novelas aos programas de domingo que passam muitas vezes meio dia ou 20hs hipocresia pura!

  5. O que aconteceu foi preconceito, não é nada de mais uma roupa curta em um pais de nus de cérebro, todos somos hipócritas, vivemos em um carnaval constante um lugar onde as mulheres andam nuas e todos olham e não reclamam, estou chocada porque uma faculdade tem muitos jovens que parecem são alienados. ESTAMOS VIVENDO UM UM PAIS DE HIPOCRESIAS!!!!!!!

  6. Texto de repudio ao intolerante…

    SOBRE MOÇAS DE FAMILIA E PUTAS

    Posted by Túlio Vianna
    31 Out 2009

    O fato se deu no país do carnaval, em sua 20ª cidade mais populosa. Era dia do lançamento do Windows 7, mas os entendidos em informática aguardavam mesmo era o lançamento do Ubuntu Karmic Koala.

    Neste dia – em plena Idade Média – uma universidade particular parou para insultar uma de suas alunas de PUTA, por ter comparecido às aulas com um vestido que os fiscais da moral e dos bons costumes consideraram indecente.

    Após o episódio, a vítima foi a um programa sensacionalista na TV e se disse injustiçada, mas ao final reconheceu que teve sua parcela de culpa por ir à faculdade naquele traje.

    A moça, que até então não via mal algum em exibir suas formas, agora titubeava entre o certo e o errado; entre o moral e o imoral; entre o bem e o mal.

    Os agressores venceram; a vítima agora se sentia culpada de sua insolência.

    Este também era o espírito da lei da época. A exposição de motivos da parte geral do Código Penal brasileiro de 1984 :

    50. (…) Fez-se referência expressa ao comportamento da vítima, erigido, muitas vezes, em fator criminógeno, por constituir-se em provocação ou estímulo à conduta criminosa, como, entre outras modalidades, o pouco recato da vítima nos crimes contra os costumes. (…)

    Muitos juízes, naquela época de repressão sexual intensa, reduziam a pena do réu no crime de estupro, se fosse comprovado nos autos que a vítima o provocara com suas roupas indecentes. É certo que alguns professores de Direito Penal se insurgiam quanto ao entendimento machista dominante, mas ainda levaria algum tempo para que os juízes aprendessem a separar o Direito dos seus preconceitos moralistas.

    O linchamento moral da moça podia ser interpretado com um sacrifício catártico, tal como o do bode, com o qual os estudantes da universidade procuravam purificar o mundo das imoralidades que à época ameaçavam o “cidadão de bem” e à sua família.

    Naquele tempo, muitos homens ainda dividiam às moças em “pra casar” e “pra trepar”. A nudez para eles era sempre muito bem-vinda, desde que fosse por eles solicitada e entregues pela mulher, tal como uma cessão diante de tão bons argumentos. A nudez ou a simples insinuação erótica de iniciativa exclusiva da mulher era a maior das transgressões, pois ameaçava a ordem patriarcal vigente.

    Era um tempo confuso. A maioria dos homens e mulheres ainda estavam confortáveis em seus papéis de gênero, determinados pelo próprio Deus quando da expulsão do Jardim do Éden. Muitas concessões já haviam sido feitas e o sexo já era até admitido antes do casamento; mas os papéis ainda eram respeitados pela maioria: a moça de família até podia ceder às súplicas masculinas, nunca sem antes fazer algum charme, mas àquelas que tomassem a iniciativa sexual, outro rótulo não lhes restava senão o de PUTA.

    A execração pública da universitária do vestido curto foi vista pelos homens e mulheres de seu tempo como um radicalismo injustificado. A maioria acreditava que este tipo de comentário não deveria ser anunciado em alto e bom tom, mas de forma mais discreta, por cochichos nos corredores. Não discordavam da opinião dos universitários em si, mas apenas do modo radical como foi expressa, mais condizente com o comportamento dos bárbaros orientais daquele tempo que ainda aplicavam a pena de lapidação.

    Um cronista da época ironizou muito bem o pensamento dominante da classe-média de seu tempo:

    Sou contra isso que aconteceu na Uniban, mas acho que a moça tinha que ter a decência de escolher uma roupa maior, né?

    Há uma sutil diferença entre a tolerância e o respeito. Naquele tempo, já se começava a tolerar as insinuações sexuais de iniciativa feminina, mas ainda levaria um bom tempo até que a maioria passasse a respeitar as iniciativas sexuais das mulheres e a vetusta distinção entre moças de família e putas deixasse de existir no inconsciente masculino.

  7. Até agora achei muito interessantes, os comentários que li; dá para analisar as atitudes das pessoas. Não repudio nenhum deles, pois tudo o que disseram, a meu ver é pertinente. Entretanto, quero fazer uma pergunta sem querer resposta:

    Gente, aonde estamos? No século XXI, é? Numa faculdade da maior cidade da América do Sul? Que cena constrangedora, dantesca, indigna de seres que se dizem racionais!!!Deixarem suas aulas para execrar o próximo, porque o próximo é “sem noção”!!! Muitas daquelas pessoas se dizem cristãs, mas não percebem a diferença entre a mansuetude e a selvageria. A primeira, é compatível com o ser evoluído, que deixa fluir a centelha divina; a segunda, com a atitude tribal que não se assemelha aos animais, mas aos monstros. Muitos fundamentalistas pensam que podem fazer o que quiserem, pois Cristo comprou sua salvação com o sangue derramado na cruz! E não se espantem, esse tipo de comportamento revela o nível de sociedade que ainda somos.

    É esta sociedade que elege os políticos bárbaros que temos, muitos com cara de santinho representando a “casta” que os elegeu, pegando o dinheiro que não lhes pertence, para tirar onda de bacana. Daqueles que numa reunião só de políticos fica à vontade para dizer que naquele momento falará a verdade, pois todos ali são políticos… Entendem do babado!!! É claro que a maioria de nós, não aceita a punição vil a um ser humano, por mais que ele seja vil, mas muita gente está mesmo para defensores da barbárie…

    Se a polícia não tivesse interferido, era bem capaz daqueles homens todos quererem estuprar a moça numa demonstração de repúdio à ousadia dela. E o que é pior, sob os aplausos das mulheres, que se sentiriam vingadas pela falta de pudor da devassa que feriu suas condutas ilibadas… Estes são os “filhos de família” que atearam fogo ao índio sob a alegação de que pensaram ser um mendigo… Que espancaram a moça no ponto de ônibus porque confundiram-na com uma puta!!! Eram os policiais do Rio de Janeiro que mantiveram consigo os pertences do moço assassinado, alegando que acharam que os bandidos eram mendigos…

    Compatível com a espécie humana, de bom senso, seria não dar a mínima à atitude da moça, quem sabe ela colocaria uma melancia no pescoço para desfilar suas formas que um dia a terra há de comer, como há de comer a todos… Ou iria participar do grupo “todo enfiado” para apagar o fogo e a vontade de aparecer…

  8. No meu ponto de vista, o fato ocorrido, foi um atentado à liberdade individual. Obviamente reconheço que o ambiente acadêmico seja para estudar, e não para desfilar, não obstante, reconheço também que o primordial ainda seja o nível do que é ensinado, e não o nível de altura da saia.
    Motivos para o que se viu: alunos medíocres por conta de uma educação falida; instituição com mentalidade castradora, incapacidade de discernir disciplina e ditadura, etc, etc, etc.

  9. Em muitas faculdades há garotas aproveitando para fazer o “comércio”, …, contanto, inclusive, com agenciadores – para não dizer cafetões, …!!!

    Seja para ajudar a pagar a mensalidade, seja para fazer a “negociação” entre um público mais seleto de rapazes das classes média, e média alta, sem necessitar se expor nas ruas da cidade, ou mesmo para não precisar de dar duro um mês inteiro para ganhar apenas um mísero salário mínimo após 30 dias de trabalho árduo. Talvez fazendo programas elas faturem muito mais que isso em menos de uma semana. Pagam o aluguel de um quarto e sala, pagam a mensalidade da faculdade, garantem a alimentação, compram roupas e sapatos e ainda estão entre a “elite cultural” do país.

    Só sei que – até aqui em Itabuna – “a mais velha profissão” já chegou aos bancos da ciência, …!!!

    E pasmem: Ainda tem catálogo e tudo mais, para o “freguês” escolher, …!!!

    Nada justifica o ato de selvageria, mas uma coisa tem que ser dita:

    – Gente, …, vamos deixar de ser hipócritas, …!!!

  10. ééééééé…. pois é … estes são o FUTURO da NAÇÂO… deprimente…
    preconceito idiota… se vacilar ela deve ser CDF… roupa não prova nada gente, apenas um estilo de ser!!!

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