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23 de outubro de 2020 | 03:14 am

POVO QUE NÃO SE EMENDA

Tempo de leitura: 2 minutos
O deputado Paulo Magalhaes 'inovou' ao prometer verba para estádio, dividida em três parcelas anuais

Paulo Magalhaes 'inovou' ao prometer verba para estádio, dividida em três parcelas anuais

Depois de ler aqui no Pimenta o comentário do provedor da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, Renan Moreira, sobre as promessas de emendas parlamentares de deputados em busca de apoio, graúdo integrante do governo Azevedo desabafou com este blogueiro: tudo não passa de golpe publicitário.

Ele, que já foi vítima de várias “emendas parlamentares”, diz que essa é a forma que os deputados encontraram para ganhar as manchetes na mídia, a um custo baixíssimo, principalmente às vésperas das eleições. “Eles estão fazendo isso, principalmente com prefeitos e secretários neófitos, pelo país afora”.

O esquema das emendas é simples: o deputado chega num município e, para garantir o apoio do prefeito e seus colaboradores nas próximas eleições, promete verbas para diversas obras. Mas fazem isso de acordo apenas com o desejo dos ingênuos prefeitos, sequer procuram saber se já existe projeto para as obras prometidas.

“Para que uma verba seja realmente garantida, o município deve ter um projeto cadastrado no Siconv (Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse), e o número do seu protocolo deve estar alienado à verba prometida”.

Ele diz que quando isso não é feito, o deputado pode movimentar a mesma verba – desde que no ministério de origem – por inúmeras cidades. Traduzindo: a mesma mentira pode ser contada em todo o estado.

Exemplo clássico: em novembro, o deputado Paulo Magalhães prometeu uma verba de R$ 1,2 milhão, dividida em três parcelas anuais de R$ 400 mil, para a construção do estádio amador de Itabuna.

O preposto da prefeitura observa que o simples fato de dividir a promessa em três anos já é motivo para desconfiança. “No mínimo ele está vinculando a liberação do dinheiro à sua reeleição. Porque as verbas se referem ao orçamento anual, não se acumulam”.

Resta ao eleitor se emendar e punir os golpistas nas urnas.

Esta publicação possui 8 comentários
  1. Ah! Esse Pl M.galhães, (sobrinho de ACM), foi aquele que na eleição de 2.002, tinha um patrimônio, parece de 300 mil (veja o jornal a região da época) e 4 anos depois, por força da Receita Federal, declarou 7 milhões! Um aumento BRUTO no seu patrimônio!!!
    Pena que só ficou na denúncia, aliás, na informação. Não se tem notícia se houve “confico”. Nem nunca terá. É BRASIL!!!!
    Com certeza, mesmo assim, nas eleições desse ano, ainda vai levar um bocado de votos dos incautos de nossa cidade.

  2. Zelão diz: – Temporada de Caça… Ao Pato!

    Diante do despreparo e da idiotice política do “capitão prefeito,” Itabuna se transformou na Meca dos espertalhões políticos com as suas falsas emendas ao orçamento.

    Mesmo sendo enganadoras, as tais emendas fazem parte do arsenal de truques, utilizados no jogo político em véspera de eleições. Cabe aos prefeitos, a análise das tais promessas, para não terem que responder perante ao povo, pela falsa esperança.

    Ao inaugurar a sua “política de autoajuda”- pela qual, todos os que ajudarem a sua administração, com recursos, receberão o apoio na forma de votos – o “capitão prefeito” se tornou o alvo principal dos “promesseiros políticos,” todos interessados no “capital político herdado pelo capitão” que poderá ( ou não) se convertido em votos aos apoiados. Parece até que foi inaugurada a temporada de “Caça ao pato.”

  3. É DESTA FORMA QUE PICARETAS COMO ESTE PAULO MAGALHÃES, DEPUTADOS COPA DO MUNDO, TIRA VOTOS DE ELEITORES OTÁRIOS DA REGIÃO, E ASSIM VÃO SE PERPETUANDO NO PODER.

  4. O pior é que ainda existem pessoas neófita e desinformada que acreditam nesses tipos de políticos, como exemplo, Paulo Merdalhães. Vamos acorda e agir!

  5. Olha gente! Paulo Magalhães ainda vem a Itabuna e o “pequeno Magalhães” que aqui nem vem? Também com uns deputados como VELOSO, RENATO COSTA etc, O QUE PODE SE ESPERAR? Aliás vamos vê o MARIOLA ou, desculpe-me LOIOLA.

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