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24 de setembro de 2020 | 10:47 am

ITABUNA ‘DISPENSA’ NOVO LARVICIDA CONTRA A DENGUE

Tempo de leitura: < 1 minuto

A coordenação de combate à dengue em Itabuna precisa explicar ao distinto leitor, principalmente se ele morar em terras de Jorge Amado, porque – e até agora – não está utilizando o novo larvicida disponibilizado pelo Ministério da Saúde, o Diflubenzuron, substituto do Temephos.

O produto foi entregue pela Sétima Dires à Secretaria de Saúde de Itabuna no último dia 18. Pelo menos até a manhã desta segunda-feira, duas semanas depois, não havia sido utilizado. Quem agradece, com certeza, é o mosquitinho-assassino, o Aedes aegypti.

Esta publicação possui 7 comentários
  1. Azevedo deve estar esperando os prrimeiros óbitos por dengue, para passar a usar o tal larvicida. E depois, Vieira diz que a responsabilidade é do estado.

  2. ATITUDES INRESPONSAVEIS. OLHANDO PELO LADO ADMINISTRATIVO DOIS COORDENADORES OMISSOS.O QUE VEIO,RESPEITA O COLEGA,MAIS PREFERI ESTAR DE BOA COM O MESMO.OLHANDO PELO LADO POLITICO,ELES ESTAO SE ENTENDENDO JAMAIS PENSEI QUE O OLHEIRO DE CONFIANÇA DO PREFEITO ESTAR VENDO E FAZENDO QUE NAO VIU.DIAS 19, 20, 21. INTERNAMENTE FOI REALIZADO UM LEVANTAMENTO DE INDICES ( LIRA ) FOI DESASTROSO.PREUCUPADOS PROCURARAM ESCONDER O RESULTADO ESTAMOS COM UM INDICE DE 21% EM JANEIRO DO ANO PASSADO ERA 25%.PORQUE ESCONDER?? PORQUE NAO TER CORAGEM DE COLOCAR NA MIDIA.PROCUREM SABER DOS AGENTES SE REALIZARAM ESTE TRABALHO.

  3. Parabenizo o Pimenta na Muqueca por informar a comunidade a verdadeira situação que se encontra a dengue em nossa cidade.

    1 – Falta veiculos
    2 – Falta combustivel
    3 – Falta materiais de campo ( Lanterna, escala,Bolsa, luva etc)
    4 – Falta Ponto de Apoio nos bairro
    5 – Falta Capacitação
    6 – Falta Coordenação

    é brincadeira mesma, com este atual coordenador os indices vai para 100000000000000000…………..

    Vieira mais uma vez, antes de dormir pare um pouco e pense, O Sandovaldo realmente é melhor para a cidade?

    Nós agentes de endemias achamos que não, pois o indice esta de 21% não é só culpa da larvicida não; ele tem uma parcela grande tambem.

    Acordaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

  4. Prezado Blogueiro, o Diflubenzuron ainda é uma incógta quanto a saúde do trabalhador, bem como a população que consumirá água tratada com aquele produto químico. Segue denúncia que fiz à Câmara Municipal de minha Cidade, Búzios-Rj, bem como ao MP/MPT. Abraços! Biólogo Carlos Simas De Búzios-Rj.

    “Biólogo Carlos Simas entra com denúncia no MP por uso descabido de inseticida (larvicida) químico no combate a Dengue.”

    À Presidência da Câmara Municipal de Armação dos Búzios-Rj:.

    Excelentíssimo Senhor Presidente, Messias Carvalho, excelentíssimos Senhores vereadores, diante da reunião realizada pela Secretaria de saúde, com a presença de todos os servidores de campo, que atuam no controle da Dengue, inclusive com a presença da Associação dos Funcionários Públicos de Búzios (ASFAB), em 20 de maio do corrente, venho por meio desse, denunciar a mudança súbita na metodologia de trabalho de combate a Dengue no município.

    Até então, o trabalho vem sendo executado com o biolarvicida BTI, eficaz no controle de larvas do mosquito da dengue e outros culicídeos. O referido biolarvicida é biológico, eficaz no controle da Dengue, não apresenta resistência, é inofensivo à saúde humana e outros organismos não alvos, vem sendo utilizado em todo país em campanhas de saúde pública, há aproximadamente dez anos, e foi criado a partir de esporos, ou proteínas inativadas de bactérias presentes no solo e na água ( bacillus de thuringiensis israelensis ).

    O que entendemos ser necessário ao município para o controle da Dengue são “ações” céleres ambientais, como às elencadas na CFRB/88, Art 225, inciso VI e Parágrafo 3º, ou seja, implementar a educação ambiental em todos os níveis de ensino, sendo também fundamental, ações de fiscalização e principalmente dotar o guarda sanitário de instrumentos legais para que possa por meio da conscientização, também disciplinar aqueles que relutam em manter seu ambiente limpo, portanto propício à reprodução do mosquito da Dengue( Aedes aegipty).

    Importante frisar que a discussão sobre o uso ou não do produto larvicida químico Diflubenzuron no estado do Rio de Janeiro, ainda se encontra em discussão na ALERJ, pois o Sindicato que representa os agentes de combate às Endemias da FUNASA, o SINTSAÚDE-RJ, requer garantias de que não haverá mais uma vez, prejuízos à saúde do trabalhador e da população.

    Ocorre que subitamente, sem estudos aprofundados, a FUNASA/MS, decidiu implementar trabalho piloto em alguns municípios, sendo Búzios um desses, com o produto químico Diflubenzuron( hormônio de crescimento), um composto químico a base de uréia, que inibe a formação do exoesqueleto ( quitina) da larva do inseto, não permitindo portanto, seu desenvolvimento ainda na água. O temor daqueles que manipularão o produto é pertinente, pois a Uréia é um composto orgânico altamente tóxico, excretado( expelido) pelo organismo dos mamíferos.

    É digno de nota que outrora, muitos servidores da antiga SUCAM, hoje FUNASA se contaminaram durante os longos anos de manipulação com produtos químicos que se utilizava à época, sendo o Organofosforado Abate um deles. Normalmente esses compostos demandam anos de uso para que possam surgir efeitos tangíveis, principalmente naqueles que os manipulam. Foi proposto na reunião pela própria chefia uso de equipamentos de proteção individual(EPI), bem como exames médicos, antes do início desse trabalho, e, periodicamente, como forma de proteção ao trabalhador e também garantia ao município de que não sofreria ações penais, cíveis e trabalhistas futuras, por lesões, não só ao funcionário, mas também a qualquer cidadão(ã), que se sinta prejudicado(a), pelo consumo de água daqueles depósitos que serão tratados com Diflubenzuron.

    Ante o exposto, informo que estou enviando cópia deste ao MP/MPT, outrossim, solicito a esta egrégia casa legislativa ações céleres no que tange a questão, como forma de se evitar danos difusos e coletivos, irreversíveis ao Servidor Público, bem como, para a Municipalidade.

    Armação dos Búzios, 21 de maio de 2010.

    Atenciosamente,

    Servidor FUNASA/MS- Mat 2428217
    Professor Pós-Graduado Ensino de Ciências e Biologia
    Especialista Controle de Vetores/UFRJ
    Bacharel em Biologia Ambiental
    Estudante de Direito

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