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20 de junho de 2021 | 10:09 pm

BORGES E O SENADO

Tempo de leitura: 2 minutos

Marco Wense

Borges e Dilma Rousseff.

O senador César Borges, cria política de Antônio Carlos Magalhães (ACM), presidente estadual do PR, quando questionado sobre sua posição diante da sucessão do governador Jaques Wagner, diz que tem “mais afinidade com o DEM, mas…”.

É esse “mas” que preocupa os democratas e, principalmente, o pré-candidato Paulo Souto. O “mas” de Borges pode ter várias interpretações, mas nenhuma delas a favor do soutismo.

Uma das interpretações é que o “mas” se refere a confortável posição de Wagner nas pesquisas de intenção de voto, com a possibilidade de reeleição já no primeiro turno.

Se esse “mas” diz respeito aos resultados das consultas populares, o senador vai buscar sua reeleição na chapa majoritária encabeçada pelo candidato com mais chances de vitória.

César Borges, ex-governador da Bahia, aquele da “água e óleo não se misturam”, fazendo uma alusão ao então PFL e ao PT, se acha, como diz o ditado popular, o “rei da cocada preta”.

DILMA E O PSDB

O tucanato, infantilmente e ingenuamente, entra no jogo do popular e carismático presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o petista dos petistas. O petista-mor.

É perda de tempo ficar questionando na justiça que o presidente Lula faz campanha antecipada para Dilma Rousseff. Fica parecendo que o PSDB está com medo da ministra (Casa Civil).

Os tucanos erram quando atacam a pré-candidata do PT, chamando a petista de “liderança de silicone”, “ventríloquo” e “Frankenstein”. A impressão, principalmente no eleitorado feminino, é que existe um preconceito contra a figura da mulher na política.

Se os tucanos continuarem com essa política de agressão pessoal, de desqualificar a ministra, a vaca vai para o brejo mais cedo. Depois, a Inês é morta. Não adianta chorar o leite derramado.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

Esta publicação possui 7 comentários
  1. ACHO QUE SE ESTÁ VALORIZANDO POLITICAMENTE MUITO O SEN.CESAR BORGES, ELE FOI GOVERNADOR E ESTAR SENADOR HOJE GRAÇAS AOS VOTOS DADO POR ACM, E ELE SABE MUITO BEM DISTO, É TANTO QUE COM A MORTE DO PODEROSO CHEFÃO DO DEMO, ELE TRATOU LOGO DE SE ALOJAR EM UM PARTIDO NANICO POIS SABIA QUE DENTRO DO DEMO NÃO TERIA VEZ E NEM VOZ, SERIA MAIS UM CABO ELEITORAL DE ACM NETO, PAULO SOUTO E O ETERNO DEPUTADO JOSÉ C. ALELUIA. POLITICAMENTE NÃO TEM LUZ PROPRIA E TÃO POUCO DENSIDADE ELEITORAL, PROVA DISTO; É SÓ LEMBRAR DA ELEIÇÃO PARA PREFEITO EM SALVADOR ONDE AMARGOU O 3º LUGAR. DO MEU PONTO DE VISTA LEIGO, MAS NÃO CEGO, ELE CAIRÁ NO OSTRACISMO ASSIM COMO VALDECK ORNELAS, BENITO GAMA, RODOLFO TOURINHO E TANTOS OUTROS QUE NEM LEMBRANÇA TEMOS.

  2. Zelão diz: – A oposição diz que “topa”

    Se joga, conforme as regras do jogo.

    Foi Lula, quem lançou o desafio plebicitário. O presidente, só esqueçeu, que não é mais ele o candidato a se opor a candidatura das oposições.

    Tolice é também pensar, que um governante bem posicionado nas pesquisas de aceitação popular, por isso mesmo, possa “eleger”, segundo a sua vontade, qualquer um, até mesmo “um poste.”

    A história das eleições no Brasil, está recheada de exemplos, nos quais, políticos que se julgavam semideuses e donos da vontade do povo, quizeram impor a sua vontade e cairam do cavalo.

    No Chile, a pouco mais de um mês, a presidenta Brachellet, posuidora de 80% de aprovação popular, perdeu a eleição para a sua sucessão, e mesmo tendo apresentado um nome conhecido de um ex-presidente, em nome da continuidade do sucesso do seu governo.

    Aqui no Brasil, o presidente Lula, uma “liderança carismática,” apresenta a sua “cria” a Ministra Dilma Roussef, uma figura “enigmática e emblemática.”

    No confronto proposto por Lula, de realização de uma eleição plebiscitária, a oposição aceitou o desafio, porém com uma abordagem diferente: – Dilma X Serra. Quem é o mais capaz de dar os próximos passos para o futuro do país?

  3. Chile é Chile; Brasil é Brasil.
    Não existem comparações possíveis em todos os aspectos.

    Concordo com CIDADÃO: esse Borges não acrescenta nada. Nem vou comentar o parlapatão que ele é.

    Temos, entre os partidos progressistas, nomes muito melhores.

  4. Cézar Borges, Michel Temer, Renan Calheiros, Sarney, mensalões, cuecões e tudo que o pt condenava, agora pode. Política e politicos neste país virou uma meeerrrdddaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!

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