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13 de maio de 2021 | 01:28 pm

AZEVEDO E A SUCESSÃO

Tempo de leitura: 2 minutos

Marcos Wense

O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, eleito pelo DEM, quando é questionado sobre quem foi o melhor governador, se Jaques Wagner ou Paulo Souto, diz que “os dois são bons, mas Paulo Souto teve mais tempo”.

Esse “mas” de Azevedo significa que o apoio do democrata ao projeto de reeleição do governador caminha a passos largos. O secretário de Administração, Gilson Nascimento, faz o trabalho de convencimento entre os que ocupam cargo de confiança.

A opinião do prefeito é compartilhada por milhares de eleitores. Se o pessoal de ACM passou 16 anos governando a Bahia, inclusive com o próprio Paulo Souto, porque Wagner não pode ficar 8 anos?

Em decorrência do cada vez mais provável apoio do chefe do Executivo ao segundo mandato de Wagner, outra pergunta vem à tona: quais os secretários que acompanhariam Azevedo no apoio ao petista?

Antonio Vieira, Carlos Burgos e Maurício Athaide, respectivamente da Saúde, Finanças e Planejamento, membros do diretório municipal do DEM, até mesmo por uma questão de fidelidade partidária, ficam com Paulo Souto. Antonio Marcelino (Agricultura), Formigli Rebouças (Assistência Social), Walmir Rosário (Ações Governamentais e Comunicação) e Juliana Burgos (Procuradoria Jurídica) também votam no ex-governador.

O secretário de Esporte, Alcântara Pelegrine, segue Gilson, que é uma espécie de, digamos, interlocutor político do PT no Centro Administrativo Firmino Alves. O engenheiro Fernando Vita (Desenvolvimento Urbano), filiado ao PMDB, vota no ministro Geddel.

A única dúvida é Carlos Leahy, secretário de Indústria e Comércio. A coluna acha que Leahy fica com a reeleição do governador Jaques Wagner. A margem de erro do comentário de hoje é de dois secretários.

CIRO VERSUS PSDB

O imprevisível deputado Ciro Gomes (PSB), que a qualquer momento pode desistir da sua pré-candidatura à presidência da República, como deseja o comando nacional socialista, continua com sua metralhadora giratória acionada.

Depois de dizer que o PT de São Paulo é um “desastre”, o parlamentar partiu para o PSDB: “É cruel. O brasileiro talvez não tenha ideia do que é enfrentar a máquina clandestina de difamação que o PSDB de São Paulo montou. Eu já passei por isso”.

A resposta dos tucanos: “Não tendo o que fazer, depois que foi enganado e rejeitado pelo PT, o deputado, que já foi condenado quatro vezes pela Justiça por difamação, faz o que lhe resta: o uso da língua de aluguel”.

Ciro Gomes versus PSDB.  Sem dúvida, como diz a sabedoria popular, uma autêntica briga de cachorro grande.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

Esta publicação possui 2 comentários
  1. Ainda bem que não se sabe em quem Carlos Leahy vai votar ou pedir voto, pois, se alguem souber não pode dizer já que,primeiro ele não tem voto nenhum e, segundo se pedir voto, o “canidato” só faz perder voto.Então quanto mais calado esse rapaz ficar melhor é para qualquer candidato.

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