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13 de abril de 2021 | 05:46 pm

TRAGÉDIA DE UMA SOCIEDADE FALIDA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Uma série de matérias feitas pelo repórter Carlos Barbosa (TV Cabrália/Record News) revela como o crack está destruindo a vida de tantas pessoas em Itabuna.

A história de uma menina, que começou a se prostituir e usar a droga aos oito anos de idade  (!!!) choca e confirma a absoluta falência de nossa sociedade. O caso está a requerer um plano de reestruturação, assim como se faz nas empresas quebradas.

É hora de encarar o crack não mais como um simples problema, mas como uma tragédia da qual todos nós – de alguma forma – somos vítimas. Urge uma ação de governo que envolva, além da polícia, escola, igrejas, clubes de serviço, cidadãos de modo geral.

Ou enfrentamos o inimigo ou sua ação destrutiva ainda irá provocar um sofrimento que ainda somos incapazes de mensurar.

Esta publicação possui 7 comentários
  1. O tráfico de drogas só será controlado, quando o judiciário compreender como tragédia “as dores do mundo”, entre aspas aqui, pois é uma expressão poética que traduz o que além dos poetas, os outros mortais viventes sofrem na alma. Sentimento de empatia com a dor do próximo não se vê por aqui… Sentimento de compaixão pela dor de uma criança que sem limite, sem bom senso, adere ao tráfico de drogas ficando sujeita a todo tipo de violência é substituido pela omissão, pela falta de amor, mesmo. Estas crianças frequentam as salas de aula. Se sentem poderosas, nuitas delas não respeitam mais nada, nem ninguém… Qualquer coisa que as contrarie, ameaçam chamar “sua gangue” para agredir a quem lhes chame à atenção para seus deveres.

    Pobre infância desmoronada, destruida por leis que não dão limites aos malfeitores. Pensem bem aonde vamos chegar, a quem vamos estar entregues em nossa velhice. As eleições estão ai, vamos cobrar mais respeito pelos direitos e deveres dos indivíduos. Políticos que já demonstraram desvio de caráter, não devem voltar mais…

  2. Há muito tempo acontece isso, muitos dizem agora chegamos ao fundo do poço, Engano seu o fundo do poço ta muito acima de nos já banalizamos o horror.
    É o retrato de um pais que vêem seus filhos sofrerem com a droga cada vez mais jovem. Começa com álcool, muito cedo. Assim como começa cedo com filhos e filhas de milhares de pais e mães. Depois, dependendo do meio em que vivem, vem o crack ou o êxtase, a maconha, a cocaína, as anfetaminas, que matam a vontade dos jovens, antes de matar suas vidas. Vidas sem vontade são presas fácil dos riscos no trânsito, nas brigas de festas, nos assassinatos por descontrole.
    Esse é um problema que afeta muitos pais e mães. Pais e mães identificam o que acontece com seus filhos, mas não conseguem arrancar os filhos dos companheiros que usam álcool e depois vão usar maconha, cocaína. Esse é um drama do país inteiro.
    Parece uma praga que atinge jovens cada vez em idade mais tenra. Começa em festas, na saída da escola, no exibicionismo mútuo e vão se afundando. Lá pelas tantas, não se controlam mais.
    As batalhas da guerra do tráfico são pelo controle de pontos de venda. Ou seja, pelo controle de compradores, de usuários, vítimas e cúmplices. Infelizmente não são apenas eles, os usuários, os cúmplices. São também cúmplices políticos que ajudam e protegem os contrabandistas e traficantes; são cúmplices os que não agem que se omitem, e até os que falam em paz, quando estão sendo derrotados.
    está na hora de acabar com a hipocrisia. Inclusive a hipocrisia da lei, no país das leis boazinhas, fingidas de democráticas. Leis que punem o traficante e se omitem no consumo da droga.
    Descriminalizar para acabar com o tráfico não acaba com a tragédia das famílias dos que usam a droga, que é o falso consolo da vida vazia.

  3. Engraçado, fala-se em enfrentar o inimigo com rigor, mas no mês de março a prefeitura de Itabuna lançou o projeto mais importante para o município nos desde que ele se entende por município, que foi o da escola de tempo semi-integral.
    Falamos tanto da importância da educação para a formação da cidadania e dos cidadãos, mas quando algo realmente importante acontece não damos a conotação devida, não buscamos procurar o secretário para maiores esclarecimentos, como será executado o projeto, se o que ele oferece, as pessoas são capazes de executar.
    Rádios, jornais e a televisão deveriam buscar maiores detalhes sobre o projeto, como nós (sociedade civil)podemos nos engajar nesse projeto, para inclusive apontar distorções que venham a ocorrer e ajudar o município a implantar em todas as suas unidades escolares a educação em tempo integral.
    O Programa está lançado, a partir de agora temos que nos engajar nele, pois, não é só o município ou prefeito que é responsável pelo projeto, toda sociedade tem a responsabilidade de cobrar desta e das próximas gestões a continuação e a ampliação deste programa, e isso sem paixão política, aliás, a única paixão que devemos ter e de tornar uma cidade mais humana.
    O primeiro passo, mesmo que tímido, foi dado, cabe a nós cidadãos itabunenses também a responsabilidade de decidir se queremos ou não continuar perdendo crianças para o tráfico de drogas.

  4. Eu só quero uma resposta:
    kd o conselho tutelar e a pastoral da criança.
    mais uma, estatuto da criança e do adolescente que os da direito ao um monte de coisas.???
    a verba chega, os resultados……………..
    palhaçada tambem.
    se fosse filho de alguns deles, resolveria num instante.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  5. não basta só dizer pra o usuário: Não use crack ele mata!!!è necessário que o governo dê atenção a educação,moradia,alimentação,atenção psicologica,é necessário que o noso país tenha equidade.será que essas pessoas tem o que comer,moradia,tem acesso a escola e ato aquelas que têm tdo mas procuram as drogas,acredito que seja resultado do fato da instituição familia está em falência.Vamos fazer um programa social com prevenção.

  6. VIVEMOS UMA BANALIZAÇÃO DOS VALORES E ISSO TEM INÍCIO NA PRÓPRIA FAMÍLIA. SE NÃO FIZERMOS NADA COM OS NOSSOS FILHOS, NÃO ADIANTARÁ FICARMOS CHORUMINGANDO PELAS FAMIGERADAS POLÍTICAS PÚBLICAS.
    NÃO SEI QUAL SERÁ O FUTURO DESSA GERAÇÃO, OU SERÁ QUE O FUTURO É AGORA? É UMA PENA.

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