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25 de fevereiro de 2020 | 12:22 pm

PRESIDENCIÁVEIS NO CQC

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Eu aprecio muito pescoço de mulher…

José Serra, no programa Custe o que custar, na TV Bandeirantes, ao responder se é…”vampiro”. Ainda dá tempo de assistir ao programa.

TUDO ISSO ACONTECENDO… E O ITABUNA REBAIXADO!

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Final do Baianão: deu Vitória.

Ricardo Luzbel, do Bahia Notícias, revela que está intensa a disputa das principais emissoras de televisão pelos direitos de transmissão do Campeonato Baiano 2011. Há três anos, a Rede Record/TV Itapoan transmite os jogos do Estadual.

O contrato encerrou no último domingo e a TV Bahia/Rede Globo entrou na parada, oferecendo R$ 15 milhões à Federação Baiana de Futebol (FBF), para transmitir a competição em 2011, além de adiantar R$ 1 milhão a Bahia e Vitória. A TV Itapoan informou que cobre o valor da rede dos Magalhães.

Campeonato Baiano era produto dispensado até 2006, quando a TV Educativa transmitia os principais jogos do Estadual. E os ilheenses puderam assistir à conquista do Colo Colo – campeão estadual daquele ano -, sem precisar ir a Salvador.

Em 2007, as transmissões já foram compradas – a preços irrisórios – pela TV Itapoan. Com a entrada de patrocinadores com a Petrobras, o interesse das tevês baianas cresceu. E muito! Para os itabunenses, resta a dor de ver toda essa valorização e ter de assistir ao time disputando a Segunda Divisão em 2011. Ai, como dói…

UM REPARO AOS SERVIDORES DO DTI DA PREFEITURA DE ITABUNA

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O Pimenta publicou no dia 25 de abril um artigo forte, indignado, que atingiu injustamente servidores do Departamento de Tecnologia da Informação da Prefeitura de Itabuna. O texto não resultou de postura leviana ou intenção gratuita de agredir, mas de uma revolta diante de uma sequência de fatos que levaram os responsáveis por este blog a acreditar piamente que estavam sendo alvo de uma ação criminosa. E pior: orquestrada na esfera do poder público municipal.

Tudo começou no dia 16 de abril, quando o sistema de emissão de nota fiscal eletrônica fornecido à Prefeitura pela empresa Siapiss foi repentinamente tirado do ar. Os contribuintes, surpresos, perplexos, não entendiam o que estava ocorrendo. A Prefeitura dava suas explicações, que não satisfaziam. Um sistema foi retirado do ar e outro, ainda em fase de testes, entrou em operação.

Nos primeiros dias, um caos. De um lado, empresários e contabilistas sem conseguir emitir sequer uma nota fiscal; do outro, o secretário de Planejamento da Prefeitura, Maurício Athayde, declarando que o seu sistema era melhor em todos os sentidos e só faltava o contribuinte se familiarizar. Não era bem assim.

Ao contrário da informação oficial, cerca de uma semana após a entrada do novo sistema em operação, os itabunenses ainda não conseguiam ver as virtudes da invenção. Somente os defeitos. Quem conseguia entrar no site do serviço tributário não avançava muito. Emitir uma nota era quase como acertar na loteria. Os empresários se revoltaram, a Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI) pediu explicações, a OAB idem. E o Pimenta, logicamente, cobrou sempre, desde o início, porque a imagem não era tão bonita quanto a Prefeitura pintava.

No dia 22 de abril, após as 17 horas, o Pimenta na Muqueca saiu do ar. Quem acessava a página, lia uma informação indicando problema no banco de dados. Muitas pessoas ligavam para saber o que estava ocorrendo e houve também quem ligasse para tripudiar. Alguns instantes após a ”pane”, este blogueiro recebeu telefonema de alguém se apresentando como funcionário de uma loja de veículos, que falava em tom jocoso sobre o problema em nossa página, afirmando que nós – “blogueiros fora do ar” – não teríamos condições para criticar o sistema de emissão de notas da Prefeitura.

Não foi difícil descobrir que o tal “funcionário da loja de veículos” era servidor da Secretaria de Planejamento e Tecnologia (o número de telefone, devidamente registrado, começa com 8859 e termina com 99).

Quase no mesmo horário, o painel de controle do blog recebeu diversos comentários ofensivos, quase todos com o mesmo I.P., tudo arquivado para o uso que se fizer necessário. Poucos comentários eram amenos, limitando-se a defender o sistema da Prefeitura; a maioria atacava moralmente os responsáveis por este blog ou ameaçava promover ataques à página. Uma das mensagens, assinada com o pseudônimo Vladimir Levin, dizia: “Fala c***zões do Pimenta, o site saiu do ar algumas vezes hoje né?(risos). O site de vcs é f****dido mesmo. Mesmo hospedado na Locaweb, deu nem pro gasto. Apenas duas ferramentas usadas e pimba (pau na conexão do banco de dados. Aguardem outras novidades”.

Foram muitos outros comentários de teor semelhante, que acabaram nos levando a produzir o artigo do dia 25, em que acusamos os programadores do DTI de serem os autores das ofensas e ameaças. Houve indícios fortes, começando pela motivação (nossas críticas ao sistema de emissão de notas fiscais), depois observando o teor dos comentários (linguagem de quem conhece do riscado) e, para completar, a ligação de um funcionário diretamente subordinado ao secretário de Planejamento e Tecnologia (ou alguém que usou o telefone do mesmo).

Eram muitos indícios, mas ainda assim fomos levados a entender que extrapolamos na reação, por termos respondido de maneira generalizada e atingido todos os servidores daquele Departamento. Não é justo que o tratamento de “cracker” seja atribuído a quem não se envolveu com a tentativa de invasão e com as ofensas dirigidas a este blog. E a injustiça é algo com que não pretendemos compactuar.

O Pimenta na Muqueca tem sido, ao longo dos últimos quase quatro anos, um veículo de comunicação que busca atuar com a verdade e defender sempre o interesse público acima de quaisquer outros. Temos pagado um alto preço por isso, mas não nos arrependemos um só instante do caminho escolhido, que nos assegura a consciência tranquila.

Lamentavelmente, alguns acham que ainda podem coibir a liberdade de expressão com ações criminosas, como faziam os empasteladores de jornais da primeira metade do século passado. Mal sabem eles que com tais atitudes apenas fortalecem este blog, trincheira da qual estamos cada vez mais dispostos a promover o bom combate.

NOTA ZERO, NOTA DEZ

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Daniel Thame

Na semana passada, a polícia militar deteve sete estudantes de três escolas públicas de Itabuna, o Imeam, Grupo Escolar General Osório e Colégio Josué Brandão. Os sete invadiram o Imean para tentar espancar uma professora de Matemática.

O “crime” cometido pela professora foi cobrar dos alunos rendimento escolar satisfatório e cumprimento das atividades em sala de aula.

Um dos estudantes não gostou e chamou colegas de outras escolas para dar uma “lição” na professora.

A agressão só não se consumou porque funcionários do colégio decidiram acionar a polícia, que deteve os estudantes, todos eles menores de idade e que, portanto, no máximo cumprirão medidas sócioeducativas, se é que vão cumprir.

O que aconteceu no Imeam é um fato isolado?

Infelizmente, a resposta é: não!

Esse tipo de ameaça se não chega a ser rotineira, não é raridade nas escolas da rede municipal de ensino, notadamente naquelas em que estudam crianças e adolescentes da periferia da cidade, onde a falta de oportunidades a desestrutura familiar são meio caminho andado para a delinqüência.

Porque só pode ser definido como delinqüente um estudante que decide bater na professora porque ela exigiu que ele não apenas freqüente as aulas, como assimile o que está sendo ensinado.

Ou que, como já ocorreu em Itabuna, entra armado na sala de aula e aponta ostensivamente o revólver para a professora, por conta de uma nota baixa na prova.

Muitos professores não denunciam as ameaças feitas por estudantes

O mais lamentável é que muita vezes esses menores contam com a mais completa omissão dos pais, que chegam ao extremo de culpar o professor pelas reações destemperadas de seus filhos.

Como se os “pobrezinhos” fossem vítimas de perseguição por parte dos professores.

Temendo represálias, muitos professores não denunciam as ameaças feitas por estudantes. Preferem conviver silenciosamente com o problema ou então, numa reação natural, pedir transferência para outra escola.

Uma professora relatou que um de seus alunos chegou a dizer textualmente que “sei onde a senhora mora, a hora que sai de casa e onde seus filhos estudam”.

Mais ameaçador impossível.

Resultado: pediu uma licença médica e não retornou à sala de aula.

Óbvio que não é esse o caminho, mas ninguém é obrigado a se expor diante da ameaça cada vez mais freqüente de sofrer com a violência de delinqüentes travestidos de estudantes.

Até porque, professor não é mártir para arriscar a vida, numa profissão que exige dedicação, sacrifício e abnegação, mas em que pelo menos a integridade física deve ser preservada.

Quando a educação, ferramenta indispensável para a cidadania, passa a ser um caso de polícia é sinal de que alguma coisa está errada, não apenas no sistema educacional, mas na sociedade como um todo.

Nota zero para a violência nas escolas.

E nota dez para os professores, que a despeito aos baixos salários e das precárias condições de trabalho, insistem em atuar como verdadeiros educadores, fugindo do padrão “eu finjo que ensino, eles fingem que aprendem”.

Daniel Thame é jornalista, autor de “Vassoura” e blogueiro.

www.danielthame.blogspot.com

GEDDEL É ALVO DE AÇÃO NO TRE

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O deputado federal e pré-candidato a governador da Bahia, Geddel Vieira Lima (PMDB), é mais uma vez alvo de ação em virtude de propaganda eleitoral antecipada.

De acordo com representação protocolada no TRE pela Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia, o ex-ministro aproveitou-se da inauguração de uma praça em Salvador, para espalhar faixas exaltando o seu próprio nome.

A PRE pede que as faixas sejam retiradas  no prazo máximo de 48 horas, sob pena de multa.

“COMÍCIO”

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A oposição em Buerarema está toda reunida nesta segunda-feira, por obra e graça do empresário Elio Almeida Júnior, “Elinho”.

Nada de articulação para “derrubar” o prefeito-interino Eudes Bonfim.

O grupo preparou uma festança para que o empresário apague umas velinhas. O homem que não deixa de pensar (a e na) política tá ficando mais velho e o grupo preparou um ‘comício’ em Buerarema.

“MOSTRAMOS QUE A CATEGORIA ESTÁ UNIDA”, DIZ LÍDER DOS RODOVIÁRIOS

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Paralisação atingiu 100% da frota (Fábio Roberto).

Uma paralisação de sete horas do transporte coletivo deixou o itabunense a pé e os donos da Expresso Rio Cachoeira e São Miguel sentindo diretamente no bolso. O presidente do Sindicato dos Rodoviários de Itabuna (Sindirod), Joselito Paulo, “Pé de Rato”, diz que esta foi uma das medidas encontradas para pressionar os empresários.

– A paralisação atingiu 100% da frota e mostrou que a categoria está unida.

E por que o discurso da unidade? Porque as empresas, acusa Joselito Paulo, trabalharam na surdina para dividir a categoria ao estimular a criação de um sindicato para atender os rodoviários empregados no transporte urbano de Itabuna.

Joselito Paulo também quer que a prefeitura de Itabuna, que é quem autoriza as concessões das linhas de transporte coletivo, passe a atuar como mediadora. Por meio de sua assessoria, a Settran já anunciou que somente se pronuncia após a Justiça do Trabalho decidir qual sindicato representa os rodoviários urbanos, se o Sindirod ou a associação que é presidida por Adeládio Pereira, o Pezão, funcionário de cargo de confiança do governo municipal.

A audiência decisiva da Justiça do Trabalho ocorre no próximo dia 12 de maio. No dia, avisou Pé de Rato, todos os rodoviários vão cruzar os braços à espera da decisão. O dirigente também observa que uma das alegações das empresas e do novo sindicato é de que o Sindirod não teria carta sindical. “Temos e foi publicada em jornal”, observa.

O transporte urbano tem frota de 100 ônibus. Os rodoviários querem reposição salarial de 29,5%, o fim da circulação de ônibus sem a presença de cobradores e reajuste do tíquete-alimentação, dentre outras reivindicações constantes da pauta da campanha. A data-base da categoria é maio.

UESC REALIZA CONCURSO

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A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) realizará concurso para analista e técnico universitário. As inscrições estão abertas até as 15h59min desta sexta-feira (07), exlusivamente pelo site www.uesc.br.

O concurso será constituído de provas de conhecimentos gerais (Língua Portuguesa e Informática), prova de conhecimentos específicos e, para os que pleitearem o cargo de analista universitário, também prova de títulos.

Para a função de analista, a Uesc não tem vagas abertas e irá somente criar um cadastro de reserva. Já para técnico universítário, há 51 vagas a serem preenchidas.

O edital número 55, com todas as regras do concurso, pode ser encontrado no site da universidade.

ASSASSINATO REVOLTA BUERAREMA

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Um jovem foi assassinado a pedradas, ontem, no município de Buerarema, região sul da Bahia. O crime ocorreu nesta madrugada. O corpo de José Hamilton Bernardes, de 26 anos, foi encontrado numa área próxima à Casa do Forró. A polícia ainda não tem pistas do assassino.

O rosto do jovem, pessoa bastante querida no comércio bueraremense, ficou totalmente desfigurado com os sucessivos golpes. A morte de “Zé” provocou revolta da população. O corpo do comerciário será sepultado às 17h, em Buerarema.

POLÍCIA APREENDE CARRO DO IRMÃO DE AZEVEDO

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A Patrulha do Sossego recebeu denúncia anônima de som abusivo no Parque Verde, em Itabuna, ontem, às 16h50min. Policiais militares e prepostos da Secretaria de Transporte e Trânsito (Setran) foram acionados e quando chegaram ao local não tiveram outra alternativa a não ser apreender o veículo Corsa Sedan, branco, placas JRM-7651.

O dono do veículo é o diretor da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), Juscelino Azevedo Leal, irmão do prefeito José Nilton Azevedo. Juscelino abriu o fundo do carro e fez do automóvel um trio elétrico. O veículo foi apreendido e levado para o pátio da Settran, no aeroporto Tertuliano Guedes de Pinho.

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