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22 de outubro de 2020 | 08:19 pm

O REMEDINHO DE AZEVEDO

Tempo de leitura: < 1 minuto

Na solenidade de entrega de cartões do Bolsa de Renda Municipal, na Usemi, o prefeito Capitão Azevedo (DEM) escondeu a sua receita para combater a pressão alta, mas revelou seguir à risca as indicações médicas.

– Tomo o meu remedinho todo dia.

Foi o bastante para um engraçadinho indagar se o ‘cardiologista’ do prefeito é o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, aquele que receitou sexo, sexo, sexo para deixar a pressão belezinha…

Esta publicação possui 2 comentários
  1. Zelão diz: – A arte retrata a vida

    (Com a permissão do Agulhão)

    De Udurico Paraguaçu a Ari Jumento, em seguida o “Capitão Prefeito”

    Como se a confirmar a desdita da gente,
    a arte no caso a televisiva,
    sempre encontra um jeito de imitar a vida.

    No roteiro da Globo,
    veio Udorico Paraguaçu,
    um hilário prefeito,
    que na sua salafraria demagogia,
    “comia” as irmãs Cajazeira e fazia festa
    para inaugurar qualquer obrinha.

    Agora vem a rede Record, lançando em novela,
    a caricata figura de prefeito,
    de nome “Ari Jumento”.
    Nas cenas de apresentação, o ignóbil eleito prefeito,
    arrota valentia ao dizer que ninguém o conduz pela “funçieira,”
    para logo depois se arrastado, pelo povo que não o respeita.

    Para contrariar a arte, ou a ela fornecer mais argumentos,
    Itabuna ganhou uma “figuraço,” para ocupar o cargo um “capitão prefeito”.
    Se a arte permiti exagêros, na vida o prefeito mostra,que pode ser “mais que perfeito.”
    Se Udurico “comia” três, o daqui, “come mais de seis.”
    Se Udurico fazia festa para inaugurar cemitério, o daqui faz festa,
    para enterrar a sujeira.
    Se Ari Jumento é “puxado pela fuçieira,” pelo povo, o daqui é “puxado pelo cabresto” pelo secretário Gilson Nascimento.

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