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28 de maio de 2020 | 04:50 am

O PAPEL DA UESC NA REGIÃO

Tempo de leitura: < 1 minuto

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) sempre passou para a sociedade a impressão de que é uma instituição que interage pouco com o público externo e não cria espaços para que o pensamento científico produza um benefício maior na região onde ela está inserida. Isso é verdade ou mito?

Quem vai falar sobre o assunto é o próprio reitor da Uesc, Joaquim Bastos, que nesta sexta-feira (07), a partir do meio-dia,  participa do Fórum de Lideranças Empresariais. A atividade é promovida pela Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI), no Tarik Fontes Plaza Hotel.

Está é a 13ª edição do fórum e Bastos vai abordar o tema “O papel da Uesc no desenvolvimento social, econômico e educacional do sul da Bahia”. O evento reúne empresários, profissionais liberais e a imprensa.

Esta publicação possui 5 comentários
  1. Essa eu quero ver! Joaquim Bastos explicar numa palestra porque a UESC encolheu a extensão na administração dele e fez pouco caso para resolver os problemas da região. Sob a liderança de Joaca a UESC se transformou num grande colégio e perdeu o sopro da grandeza universal que a gestão de Renee começou a realizar e ele, com sua incapacidade de formulação e vaidade, pisou e esmagou como um grande elefante desastrado. Viajar ele sabe, trabalhar pela coletividade não. O que ele conseguiu de bom nesse período foi se empaturrar com as milhas voadas que com certeza permite várias idas e voltas a Paris: sem custos.

  2. Finalmente o viajandão ( segundo a região) fará uma visita a um orgão da região.Certamente falará do papel da UESC nos paises que viajou.China,Chile,Cuba,Italia,Franca,Espanha,Argentina,Mexico,Panama…etc,isso a convite da professora Josefina Fontes,Esposa do presidente da Associação Comercial e Empresarial,contemplada (entre outros)por um Doutorado no Rio de janeiro, prá lá de estranho…vai ver o nome..vixe!

  3. Digamos que a UESC está com um pé na frente e outro atrás.
    Com sua redoma de concreto, paredes frias e sem reboco, piso liso e escorregadio, a instituição peca em não levar os conhecimentos científicos à sociedade.
    Para os intelectuais mestres, o fato de transmitir o conhecimento (como papagaios), sem o debate nem questionamento, é o bastante para os discentes.
    É preciso inovar, correr para as praças anunciando as descobertas, criar novos cursos e abraçar o moderno com o prazer das ferramentas tecnológicas. ´
    Vamos implodir a TORRE, símbolo das obras da ditadura, e mostrar uma nova UESC para o mundo.

  4. Eu também quero perguntar: Será que ele sabe qual o papel da UESC na Região? Será que vai apontar algum benefício no “bairro universitário”, salobrinho?

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