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7 de julho de 2020 | 09:39 pm

DILMA NA FRENTE

Tempo de leitura: < 1 minuto

Marco Wense

Pelo último levantamento do instituto Vox Populi, entre 8 e 13 de maio de 2010, a pré-candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, ultrapassa o tucano José Serra pela primeira vez.

Na estimulada, Dilma aparece com 37% e Serra 34% (38% a 35% em cenário só com Dilma, Serra e Marina). É bom lembrar, para o desespero do PSDB, que a pesquisa de intenção de votos foi realizada antes do programa nacional do PT na televisão.

A preocupação maior do tucanato, principalmente dos tucanos da famosa e atraente Avenida Paulista, é com a consulta espontânea, quando a ex-ministra coloca uma frente de quatro pontos (19 versus 15) sobre Serra.
A “menina” do Lula fica cada vez mais conhecida como a candidata do “cara”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

Esta publicação possui 20 comentários
  1. seu pimenta o que esse rapaz acresentou de informação no seu comentario que todo o noticiario nacional naõ tenha dito.ele é o papagaio dos blogs itabunense
    olhe me deixe viu..!!!!!!

  2. Wense, demonstra total descnhecimnto de causa. A turma da Av Paulista esta com Dilma, nso so eles , banqueiros estao adorando o modo petista de governar , nunca tiveram tsnto lucro com os companheiros de Lula no poder. Maluf, Renan, Sarney, Roseane, Geddel, Jader Barbalho, estao adorando o modo petista de fazer politica, pagam um pouquinho para as ONGs MST e UNE e jornalistas engajados e o retrono vale a pena. como vale

  3. Seria bom se ler o texto de Luis Paiva:

    Para onde vai o Brasil ?
    por Luis E.R.Paiva
    17.03.2010
    ________________________________________
    No regime democrático, o Estado e as instituições servem à nação e não a governos e seus programas político-partidários. No regime totalitário, o partido único ou hegemônico é um novo ator, que predomina na relação nação-Estado. Este último e suas instituições, entre elas as forças armadas (FA), servem ao partido e não à nação, sobre a qual prevalecem.

    A história mostra que o direito é alterado ao sabor do poder dominante em sistemas desequilibrados. O regime democrático depende do equilíbrio entre os poderes, ficando sob ameaça quando, como ocorre hoje no Brasil, o Executivo hipertrofiado e seu partido estabelecem estratégia para a tomada total do poder como está claro no Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH.

    É perigoso um Legislativo fisiológico e moralmente desgastado, que se submete às pressões do Executivo, e um STF com sete de onze ministros indicados pelo presidente da República, hoje um indispensável e oportuno aliado da esquerda radical em seus propósitos. Porém, o PT sabe que sua candidata, mesmo vencendo a eleição presidencial, não é uma liderança nacional capaz de conduzir com êxito o projeto totalitário do partido. Assim, ao contrário do mandato atual, o PT será protagonista nesse eventual governo, daí o empenho em aprovar algumas propostas do PNDH, sem o que será praticamente impossível concretizar a tomada total do poder.

    Caso o Legislativo e o Judiciário se dobrem à pressão do Executivo e alterem normas legais e constitucionais que asseguram o regime democrático a fim de endossar certas propostas do PNDH, o PT vai controlar, cercear a liberdade e conduzir todos os setores da nação ao encontro de seu projeto de poder. Para isso, utilizará as comissões e conselhos previstos no programa que, aparelhados pelo partido, serão a versão nacional dos comissários do povo e sovietes das jurássicas repúblicas socialistas.

    Um dos objetivos imediatos da esquerda radical é a neutralização das FA, sendo a Comissão da Verdade tentativa de deixá-las inertes e na defensiva. A alteração do texto do PNDH não impede o propósito de apresentar versão facciosa dos eventos históricos, objeto da comissão. Ela está sendo preparada por um grupo de trabalho totalmente parcial, portanto, seu nome pode ser qualquer um menos Comissão da Verdade. As FA são comprometidas unicamente com a nação, o Estado e a Constituição como devem ser nos regimes democráticos. A esquerda radical pretende enfraquecer esse compromisso e redirecioná-lo para o partido; o que será impossível, pois as FA teriam de negar o próprio berço e a histórica aliança com o povo brasileiro e suas aspirações, entre elas a de liberdade.

    A visão de futuro da esquerda radical é a de um Estado forte, de economia planificada centralizadamente e com grandes empresas estatais. Baseia-se em uma aliança tácita que apoia, mas controla o empresariado, cujo lucro e gestão dependerão dos financiamentos do governo e dos fundos de pensão nas mãos do Estado. O modelo se assemelha ao capitalismo de estado chinês, adaptado ao perfil nacional, como se deduz das Diretrizes Programáticas do PT – 2011/2014. É projeto desenvolvimentista para transformar o Brasil em uma potência política, econômica e militar, mas seu custo é a perda da liberdade, uma cara aspiração nacional. Hoje, essa esquerda alia-se com defensores dos direitos humanos, ambientalistas e altas lideranças políticas oportunistas, mas, quando estiver fortemente assentada no poder vai se descartar desses incômodos companheiros de viagem, a exemplo dos conhecidos expurgos das revoluções totalitárias.

    Visão prospectiva não é adivinhação, mas avaliação de tendências e, em estratégia, o tempo se conta por décadas, não a cada ano. A esquerda radical vê a possibilidade de permanecer no poder até 2022, tempo bastante para concretizar sua estratégia de tomada total do poder já em andamento.

    Na Carta Magna, está clara a opção da nação pelo regime democrático, como se vê no Preâmbulo, Capítulo I e artigo 5º. O Brasil não quer ser um país igual à China do massacre da Praça Celestial e da internet censurada; à Venezuela do desabastecimento, incompetência e ditadura bolivariana; à Cuba dos presídios, “paredões” e fuzilamentos; e ao Irã das eleições fraudadas, prisões e assassinatos de opositores. Neste e nos próximos anos, a vontade da nação e a estabilidade das instituições, entre elas as FA, passarão por teste decisivo para o futuro de nossa democracia.

  4. “Petrobrás, Vale e o mar de mentiras

    ALOYSIO BIONDI, na Folha de S. Paulo, em 28/11/1996 (por sugestão do leitor Carlos Alfredo Gomes*)

    Na semana passada, a Petrobrás anunciou a descoberta de um novo poço gigante, furado no fundo do mar de Campos, no Rio, capaz de produzir 10 mil barris por dia. Talvez um em cada 1 milhão de brasileiros seja capaz de entender o significado fantástico desse número. Então, vale a pena dissecá-lo, neste momento em que se debate a privatização da vale do Rio Doce, a quebra do monopólio estatal do petróleo, a venda de estatais a toque de caixa, com a divulgação de mentiras para manipular a opinião pública.

    No Brasil – os primeiros poços de petróleo do Brasil, descobertos no Recôncavo Baiano, produziam em média cem barris por dia; eram poços ”fraquinhos” quando comparados com os do México, Venezuela ou Oriente Médio.

    No final dos anos 60, em 1968, a Petrobrás descobriu o primeiro poço de petróleo no fundo do mar, mais exatamente na plataforma submarina de Sergipe, com poços capazes de produzir 1.300 barris por dia, isto é, 13 vezes mais do que os poços baianos e próximo da média de México e Venezuela.

    O grande salto, que até hoje não foi suficientemente entendido pela opinião pública, veio a ocorrer em meados dos anos 70, com a descoberta de petróleo na plataforma submarina de Campos, onde poços de produção cada vez mais estonteante foram sendo localizados: 3.500 barris/dia, 7.000 barris/dia e, agora, 10 mil barris/dia. Cada poço.

    No mundo – esses poços de produção gigantesca fornecem o dobro ou o triplo dos poços recordistas da Venezuela e do México. E, atenção, equivalem aos poços “malucamente” recordistas do Oriente Médio.

    EUA e mentiras

    Para atacar a Petrobrás, analistas mal-intencionados dizem frequentemente que as empresas petrolíferas abrem milhares de poços nos EUA a cada ano, contra centenas ou dezenas perfurados no Brasil.

    A comparação é totalmente enganosa. Nos EUA, por causa da formação dos terrenos e outros fatores, os lençóis de petróleo estão situados a poucos metros de profundidade — e, por isso mesmo, não há brasileiro que não tenha visto, em filmes norte-americanos, um “mocinho” achar petróleo usando ridículas sondas normalmente usadas para abrir cisternas d’água.

    Poços de poucos metros de profundidade, facílimos de perfurar — mas que, em compensação, não produzem mais do que dez barris (dez, mesmo) por dia. Mil vezes menos que o poço gigante brasileiro.

    A Petrobrás está no extremo oposto. Com plataformas sofisticadíssimas, realiza façanhas: as sondas atravessam uma lâmina d’água (isto é, da superfície até o ”chão” do mar) de 300, 500 metros — e depois começam a perfurar o “chão” do mar, chegando a até 2.000 metros de terreno perfurado.

    Uma tecnologia tão avançada, tão ano 2000 — para usar o modismo dominante — que a Petrobrás é premiada como líder absoluta, primeiro lugar absoluto em tecnologia de perfuração submarina. No mundo.

    Ainda sem rubor

    No caso da Vale, as mentiras são as mesmas. Há décadas, a Vale, por meio da sua subsidiária Docegeo, é a grande descobridora de minérios no país.

    Por isso mesmo, descobriu e é dona, em Carajás, no Pará, da maior concentração de — atenção – todos os tipos de minério de — atenção — todo o mundo.

    Quanto à sua eficiência administrativa, foi elogiada em artigo recente nesta Folha pelo empresário Antonio Ermírio de Moraes, que, com sua honestidade intelectual, chegou a pôr em dúvida o acerto da privatização ( isso, apesar de seu grupo ser um ”comprador em potencial” ). Se a Vale tem tecnologia e eficiência administrativa, é preciso inventar outra mentira, repetida por ministros, ex-ministros e de-formadores de opinião. Diz-se que a Vale só paga de dividendos ou rende 1% a 2% ao ano para o Tesouro.

    Ora, qualquer empresa privada faz o mesmo: se tem um lucro 100, entrega só uma fatia aos donos, aos acionistas, aos sócios e reinveste o restante em novos negócios, novas empresas. Aumenta, com isso, o patrimônio dos donos e o valor de suas ações.

    A capacidade de mentir à opinião pública ultrapassou qualquer limite da capacidade de ter vergonha.”

    *PS do leitor: O poço gigante referido por Biondi no primeiro parágrafo: Roncador, onde seria instalada a P-36, que iniciou operação em Maio/2000 e explodiu-afundou em 15-20 de março/2001…

    **********************************************

    VAMOS DEIXAR QUE ESSES CARAS VOLTEM AO PODER!!!???

  5. Engraçado, já vi um filme bem parecido com que este roteiro: a sede pelo poder e a fome pelo queijo é tamanha, que os ratos não se dão o menor trabalho para escolher um sucessor que tenha no mínimo um sorriso “verdadeiro”, ou melhor, que já tenham ao menos sorrido antes da campanha, foi assim no passado recente, aqui mesmo, nesta “TERRA PROMETIDA” e será assim no ESTADO MAIOR, aqui pelo menos, a surra foi bem dada e lá em cima, será que vai ser dada também???? Falando nisso, será que DILMA realmente passou por um câncer? Infelizmente, hoje o marketing pode tudo, até tocar o mais profundo sentimento de ser humando, o do apoio pela superação!!!

  6. CARLOS HENRIQUE ME RESPONDA UMA COISA??? QUEM A PODEROSA GLOBO APOIA?A VEJA ,A ELITE;E SAO PAULO ESTA UMA MARAVILHA!!VOCE LEU OS JORNAIS DE HOJE? VIU A DIPLOMACIA BRASILEIRA DO CARA LULA NO IRA.IMAGINE QUANDO O MELHOR PRESIDENTE FALAR NO HORAIO ELEITORAL…O MUNDO ,O BRASIL ELOGIA LULA.CADER SEU SOCIOLOGO TUCANO FHC?SO TINHA PRESTIGIO LA FORA QUANDO ELE E SEU CANDITADO SERRA IRIAM AO FMI.TB .O BRASIL NAO VAI ARRISCAR COM SERRA.PREFEREM CONFIAR NO QUE ESTA DANDO CERTO;VAI DE DILMA.
    PRIMEIRO TURNO ATE A VITORIA

  7. O INSTITUTO DE PESQUISA DE PAULO SOLTO NUNCA FOI A VOX POPOLI E SIM A IMPRESNSA DA TV BAHIA Q DIVULGOU NO ULTIMO DIA Q ELE TINHA 60%.DEPOIOS VIU NO QUE DEU.CARO AMIGO AGUARDEM O IBOPE,O DATA FOLHA.ESTA CHEGANDO DILMA SOBE CHUCHU VAMPIRO DESCE RSRSRS.

  8. Nem Frei Betto aguentou, nem Marina resistiu: eles viram os bastidores do governo…o que restou presta?? O marqueteiro do governo é bom de serviço: não é fácil esconder passado de ficha suja e levantar pessoas mentirosas.

  9. O povo brasileiro não é burro de devolver o país ao grupo que destruio o Brasil durante 510 anos. Viva Lula, viva Dilma e principalmente o povo brasileiro.

  10. Pesquisa CNT/Sensus: Dilma 35,7% x 33,2% Serra (17 DE MAIO DE 2010)

    Diferença entre tucano e petista fica em 2,5 pontos; margem de erro de 2,2 pontos

    Nova pesquisa CNT/Sensus sobre a intenção de voto para presidente da República foi divulgada hoje (17.mai.2010), em Brasília. Segundo o levantamento, 35,7% preferem Dilma Roussef (PT) e 33,2% José Serra (PSDB). Marina Silva (PV) tem 7,3%. O cenário, considerado o mais provável pela CNT/Sensus inclui os 8 candidatos nanicos. Somados, eles têm 3,7%, assim detalhados:

    José Maria Eymael (PSDC) – 1,1%
    Américo de Souza (PSL) – 1,0%
    Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) – 0,4%
    Mario de Oliveira (PT do B) – 0,4%
    Zé Maria (PSTU) – 0,4%
    Rui Costa Pimenta (PCO) – 0,2%
    Oscar Silva (PHS) – 0,1
    Levy Fidelix (PRTB) – 0,1%

    Os votos brancos e nulos somam 6,9%. Os indecisos são 13,7%.

    Sem os nanicos, 37,8% dos eleitores preferem Dilma e 37%, Serra. Em 3° lugar, Marina tem 8% da preferência. Votos brancos e nulos somam 6,4%. Nesse caso, não sabem quem escolher ou não responderam à pergunta 10,9%.

    A margem de erro dessa pesquisa é de 2,2 pontos percentuais na faixa em que estão Serra e Dilma. Dessa forma, a petista está na frente numericamente, mas tecnicamente empatada com o tucano.
    Serra tem 33,2% e pode, no máximo, ter até 35,4%. Já Dilma, com seus 35,7%, pode no limite mínimo ter 33,5%.
    A última pesquisa Sensus (realizada de 5 a 9.abr.2010 e divulgada em 13.abr.2010) não incluiu os nanicos, então não se pode comparar o cenário principal. Comparando-se o cenário sem os nanicos, nota-se que Dilma cresceu 8,5 pontos percentuais (de 28,5% para 37%). Enquanto isso, José Serra caiu 2,9 pontos (de 40,7% para 37,8%).

    Alteração da metodologia

    O resultado do estudo divulgado hoje, no entanto, não pode ser comparado automaticamente ao levantamento CNT/Sensus de abril. Naquela pesquisa, os entrevistadores não fizeram as perguntas na mesma ordem usada no levantamento divulgado hoje. Desta vez, a Sensus começou perguntando em quem os eleitores votariam para presidente. Antes, “aquecia” o entrevistado e, antes da questão principal, perguntava a preferência partidária e avaliação sobre o governo Lula.

    A mudança ocorre após o PSDB questionar o método da Sensus de abril, a única, até agora, que indicou empate técnico entre Serra e Dilma: 32,7% a 32,4% (Datafolha divulgada também em abril atribuiu 38% dos votos a Serra e 28% a Dilma). A Sensus explicou, à “Folha de S.Paulo” , que alterou a ordem das perguntas para se prevenir contra ações judiciais que atrasem a divulgação de suas pesquisas, mas que a ordem das questões não influi no resultado.

    Mais dados
    A nova pesquisa CNT/Sensus também avaliou a intenção de voto espontânea (em que o pesquisador não apresenta nomes de candidatos aos entrevistados). Assim, Dilma Rousseff tem 19,8% da preferência, seguido por José Serra (9,7%), Lula (9,7%) e Marina Silva (2,7%). Dizem que vão votar nulo ou em branco 4,8% dos eleitores e não sabem quem vão escolher ou não responderam 48,1%.

    Os eleitores ainda responderam em quem votariam em um eventual 2° turno. Na primeira situação, Dilma e Serra estariam empatados tecnicamente, dentro da margem de erro de 2,2 pontos: 41,8% para a petista e 40,5% para o tucano. Nesse caso, não têm candidato 17,8% dos eleitores.

    Se a disputa ficar entre Dilma e Marina, a petista ganha por 51,7% a 21,3%. Não teriam candidado 27,2%. Quando José Serra concorre com Marina, o tucano ganha: 50,3% a 24,3%. Não teriam candidato 25,5%.

    http://uolpolitica.blog.uol.com.br/

    BLOG DO FERNANDO RODRIGUES

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