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23 de junho de 2021 | 03:06 am

A SOBREVIVÊNCIA DO JORNAL IMPRESSO

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do Comunique-se

Com reportagem intitulada “A estranha sobrevivência da tinta”, a respeitada The Economist destaca que os jornais impressos sobreviveram às previsões catastróficas que o cenário em 2009 traçava para o mercado. De acordo com a revista, a recuperação dos títulos americanos, lucros recordes na Alemanha e o crescimento da circulação no Brasil demonstram a força do modelo de negócio.

“O impresso vai viver mais que as pessoas imaginam”, afirmou o diretor-executivo do grupo alemão Axel Springer, Mathias Döpfner.

Em 2009, muitos analistas previam que o impresso seria extinto em breve. Gigantes do setor norte americano, como os grupos The New York Times e Tribune Co., enfrentaram dificuldades financeiras. As receitas publicitárias despencaram; a circulação caiu. Como resultado, cortes nas redações e aumento dos preços de capa. Porém, poucas publicações fecharam.

Fora dos EUA, o cenário é diferente. Na Alemanha, o grupo Axel Springer possui margem de lucro de 27%. No Brasil, destaca a revista, nos últimos dez anos a circulação cresceu em um milhão de exemplares, atingindo 8,2 milhões. Principalmente os tablóides populares, que possui atualmente cinco títulos entre os dez mais vendidos.

“A crescente classe média do Brasil gosta dos jornais baratos, que exploram os assassinatos e os biquínis”, diz a revista.

Apesar dos sinais de melhora no mercado, “a sobrevivência dos jornais não é garantida”. “Eles ainda enfrentam grandes obstáculos estruturais: continua incerto, por exemplo, se os jovens irão pagar pelas notícias”.

Esta publicação possui 3 comentários
  1. Uma coisa que eu – particularmente – acho incrível é como alguns jornais de Itabuna e região ainda conseguem sobreviver. Só pode ser com dinheiro de político por detrás, pois são muito ruins, …!!!

    São totalmente parciais, partidários, uns puxam o saco de um grupo, outros puxam de outro, e por aí vai. Uma vergonha, …!!!

    Se me dessem de graça, ainda assim eu não aceitaria, …!!!

    O pior é qua ainda chamam isto de “jornalismo”, …!!!

    Mudando da água para o vinho:

    Uma grande jogada dos grandes veículos de comunicação foi oferecer, para quem assina as suas publicações, a versão digital, com conteúdo, inclusive, maior e mais atualizado, mais interativo, sem adição nos custos da própria assinatura, ou mesmo com estes supostos custos já emutidos, mas aparentemente imperceptíveis, …!!!

    Foi uma jogada de mestre, pois as pessoas, mesmo estando fora do local onde tradicionalmente recebem as suas publicaões impressas, podem acessar o conteúdo digital, online, sem dificuldades, …!!!

    Evolução é isto, conseguir driblar as adversidades para sobreviver mais e melhor, …!!!

    Tomara que o pessoal aqui da nossa região aprenda isso, de uma ver por todas, ..!!!

    É difícil, mas não impossível, …!!!

  2. A notícia alvissareira é que os grandes jornais com Folha de São Paulo, o Globo, Estadão e lixos similares, estão perdendo leitores e o poder de influenciar o voto do cidadão.

    O poder e a pluralidade de informações que circulam na internet, sem o sapato dos donos nas cabeças dos vassalos, são muito mais atrativos pros jovens,que, irreverentes por natureza, rejeitam os jurássicos e medievais jornalões. Estou gargalhando com isso.

  3. Acredito que o amigo não estava em um dia feliz para fazer um comentário desse modo. Todo veiculo de comunicação possui um seguimento da população que pretende alcançar. Fato também que o jovem brasileiro não tem interesse em determinadas noticias e opiniões que jornais divulgam. Lembro-me de uma campanha publicitaria da Folha de São Paulo não qual um individuo é classificado conforme seu gosto musical, ao atender a porta de casa se percebe a musica que o mesmo escuta em sua casa. Você também deve gosta de funk. O seguimento adepto aos jornais impressos geralmente são pessoas formadoras de opinião. E se levarmos para o lado das massas populares dos países em desenvolvimento as emissoras de rádios ainda são em sua totalidade o meio de propagação de ideias para o povo. O jovem brasileiro não se preocupa com política nem bons costumes.

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