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28 de outubro de 2020 | 03:38 am

A DISPUTA NA BAHIA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Uma conferida nos dados das pesquisas Datafolha dos finais de julho (de 20 a 23) e agosto (dias 23 e 24) na Bahia revelam dados interessantes:
– O governador Jaques Wagner (PT) ganhou cinco pontos percentuais nas intenções de voto entre aqueles que recebem até dois salários mínimos (saltou de 41% para 46%) no período, enquanto o democrata Paulo Souto oscilou um (24% para 23%). Geddel Vieira Lima caiu de 13% para 11% nesta faixa do eleitorado.
– Na faixa de dois a cinco salários mínimos, Wagner cresceu seis pontos (46% para 52%), Souto perdeu dois (24% para 22%) e Geddel caiu quatro (17% para 13%).
– Entre os eleitores que recebem acima de cinco salários, se dá uma evolução de Souto (15% para 22%), queda de Wagner (60% para 47%)  e ganho de três pontos para Geddel (8% para 11%).
Olhando assim, pode-se concluir que os eleitores mais “gelatinosos” encontram-se no topo da pirâmide, ao contrário do que se podia imaginar e do que tentava fazer crer a oposição. Teoricamente, os eleitores de menor renda seriam mais suscetíveis aos efeitos da propaganda governamental.
A propaganda institucional acabou – começou a eleitoral – e o que aconteceu, com base nesses números, foi uma evolução das intenções de voto de Wagner na faixa do eleitorado de menor renda. É justamente essa a que possui um número bem maior de votantes. Na outra ponta é que ocorreu o “fenômeno”. Para azar dos adversários do Galego.

Esta publicação possui 2 comentários
  1. Essa politica ta igual a de Itabuna, Juçara sempre aparecia na frente como líder, e agora Wagner, se pesquisa ganhasse as eleiões, Juçara seria a prefeita de Itabuna hj.
    vamos em frente wagner vc chega lá, na última linha.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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