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26 de setembro de 2020 | 05:07 am

CINCO PREFEITOS SÃO PRESOS NA OPERAÇÃO CARCARÁ

Tempo de leitura: < 1 minuto

Numa entrevista coletiva na sede da Polícia Federal, o delegado Cristiano Sampaio revelou os nomes dos cinco gestores que foram presos numa operação contra corrupção em 21 prefeituras baianas. Os presos são
– Antônio Miranda Júnior, o Sinho (PMDB), de Aratuípe;
– Ivanilton Oliveira Novais (PSDB), de Cafarnaum;
– Raimunda Silva dos Santos, a Mundinha (PSDB), de Itatim;
– Everaldo Caldas (PP), de Elísio Medrado; e
– Marcos Airton Alves Araújo, o Marcão (PR), de Lençóis.
A polícia ainda caça dois prefeitos que conseguiram fugir das garras da Operação Carcará. O esquema de desvio de verbas públicas em prefeituras baianas, conforme a polícia, era pilotado pelo empresário Edson Cruz. Além de empresários e prefeitos, também são caçados secretários municipais. O prejuízo com o esquema é calculado em R$ 60 milhões, conforme a Controladoria-Geral da União (CGU).
Agora, música para os ouvidos dos malandros flagrados pela Polícia Federal. Maria Bethânia canta Carcará.

Esta publicação possui 2 comentários
  1. Achei bastante inconveniente nomear uma operação policial em que rapaces desqualificados assumem metaforicamente o nome da “Águia do Sertão”, o Carcará.
    Ficaria melhor um símile em que esses ladrões seriam comparados a abutres. Pois não passam disso. Se aproveitam da miséria material e intelectual do povo, e da assumidamente cumplicidade, por sua leniência, da justiça brasileira, para saquarem os cofres públicos e ficarem impunes.
    Penso que seria “Operação sanguessugas”, o nome própio ideal para a operação, independentemente dela já ter sido usada em outras operações.
    O Carcará, líndissimo exemplo de situação limite criada pelas injustiças sociais, em que o compositor usa a valentia da ave para contrapor a covardia do homem que se sujeita a morrer de fome numa sociedade capitalista.

  2. “Carcará, pega, mata e come, Carcará, não vai morrer de fome”.
    O homem é o único animal que, na natureza, morre de fome.
    Por isso acho imprópio nomear de “Carcará” uma operação que prende “abutres”.

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