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25 de fevereiro de 2021 | 01:27 pm

SSP AFASTA DELEGADO QUE AGREDIU DEFICIENTE

Tempo de leitura: < 1 minuto

O delegado Damasio Marino, titular do 6º DP (Distrito Policial) de São José dos Campos, foi afastado do cargo, por tempo indeterminado, pela Secretaria de Segurança Pública do Estado.  Ele é acusado de ter agredido um deficiente físico na última terça-feira (19), depois de uma discussão de trânsito.

O advogado Anatole Magalhães Macedo Morandini, de 35 anos, alega  ter sido agredido a coronhadas pelo delegado, ao reclamar que Marino teria estacionado em uma vaga para deficientes. Morandini está ferido  no rosto e na cabeça.

A confusão aconteceu na segunda-feira, por volta das 17h.  Morandini afirmou não ter conseguido parar seu veículo, um Santana, na vaga para deficientes em frente ao cartório de notas da rua José Antonio Romeiro Nemo, cruzamento com a avenida José Longo, região central, e teve que estacionar mais à frente.

Quando estava chegando ao local, o advogado viu que o motorista, do veículo, um Kia Sportage, que estava na vaga de deficientes, não possuía problema físico.

“Eu não sabia quem era, eu disse que ele estava agindo de forma errada e começamos a discutir. Ele saiu do carro, me xingou de ‘aleijado’ e me ameaçou de morte”. Informações da rede Bom Dia.

Esta publicação possui 0 comentários
  1. Funcionário público armado e desequilibrado é um problema. Falar em delegado, onde anda aquele delegado, o tal tal de José Nélis Araújo Júnior que mandou matar o colega André Serra para encobrir crimes?

  2. Esperamos que o final seja feliz para o cadeirante. Tudo bem, afastar o delegado já é alguma coisa, mas eu duvido que ele seja exonerado. No momento, ele vai ficar em casa recebendo sem trabalhar. Não duvido nada o desfecho desse caso terminar com ele assinando uma simples advertência, depois que a mídia esquecer o episódio…

    No Brasil, é muito difícil alguém ser punido exemplarmente por agredir um deficiente.

    Eu sou cadeirante e sempre que vou cobrar explicações de alguém que está na vaga indevidamente, sou humilhada, chingada e tratada com desprezo e deboche, o motorista diz: “chama o DETRAN pra me multar então!” e sai com o carro rindo na minha cara.

    Isso NUNCA vai ter solução, pois não existe fiscalização, os poderes constituídos são omissos quanto a garantir o direito das pessoas com deficiencia e o movimento das PcD ainda é muito fraco pra cobrar e conseguir uma mudança real das autoridades, pra que haja mais respeito com o segmento das PcD no Brasil.

    Só o que ocorrem são ações paliativas no calor dos acontecimentos, depois todo mundo esquece e volta tudo como dantes.

  3. Covarde! Esse pessoal que tem patente, se acha acima do bem e do mal. Não sabendo que qualquer um que exerce cargo público, exerce para servir o povo da melhor maneira possível, pois são pagos com dinheiro público para tal. Justiça para esta gente intolerante!

  4. Sao em muitos casos como esse e mil outros que nao sabemos, que fica claro a ignorancia do povo brasileiro. Aqui por alguem ter um cargo, seja ele qual for: advogado, delegado etc… ja se acham o deus em pessoa!!! se acham no direito de agredir tanto fisicamente como psicologicamente por ai… vamos esperar a puniçao, se tiver???

  5. O epsódio que acontecera com o cadeirante, que aliás e conhecedor do seu direito e não se curva a prepotência dos ditos “fortes”, é o retrato fiel de uma sociedade que não sabe lidar com preconceitos descabidos,onde impera o desumano, a intolerancia ,o não cumprimento das leis , decretos e convenções que protegem as pessoas com deficiencia, cabe a nós coletividade repudiar , manifestar efetivamente contra e permanentemente a esses atos de abuso a uma pessoa que não quer a pena de ninguem ,apenas o respeito.
    Sou mãe de deficente auditiva que por vezes fora desrespeitada pelos colegas em escolas “bulling”,por um de seus professores(que por sinal tambem conhece as leis),no coletivo quando mulheres ditas ” normais”, tentaram arranca-la do assento nos coletivos de Salvador, e deprimente ver cenas como essas, cabe a midia tambem pressionar a sociedade mudança de comportamento,junto a organizações ligadas as pessoas com deficiencia através de campanhas ,e aos membros dos tres poderes politicas publicas efetivas para os mesmos.

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