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16 de abril de 2021 | 02:12 pm

“NÃO PODEMOS FICAR ESPERANDO O PODER PÚBLICO”

Tempo de leitura: 2 minutos

SEM ILUSÕES: Osvaldinho Mil defende uma revolução na cena cultural itabunense.

O ator Osvaldinho Mil é rosto conhecido no teatro baiano e na telinha do plim-plim. E na telona, também. O artista itabunense começou no teatro ainda nos tempos de escola, em 1977. É dos nomes mais respeitados do teatro baiano e estrelou peças de grande sucesso, como Os Cafajestes. Nos últimos anos, participou de quadros do Fantástico a filmes e novelas. Osvaldinho concedeu entrevista ao blog Artistas de Itabuna.

Entre uma avaliação e outra, deixou um recado. Não adianta o artista grapiúna ficar esperando atenção do poder público para que a cena cultural avance.

– Pra grande maioria dos administradores [públicos], essas questões não causam interesse. Administradores leem poemas? Emocionam-se com filmes? Conseguem apreciar o pôr-do-sol? O antigo presidente não lê livros, pois lhe dá azia. Não esperemos destes caras que questões relacionadas à evolução humana lhes causem interesse – disse.

Osvaldinho Mil reclama, também, da falta de atenção (e de visão) da iniciativa privada. Não perceberam, acrescenta, a importância da vinculação do seu nome às causas relacionados à cultura. “Esta é uma porta que, acredito, deve ser forçada”.

E como mudar tudo isso? Osvaldinho Mil, que nasceu no período de apogeu do teatro local, dá a sua contribuição: ele sugere que o artista vá às ruas, criando o que chama de “portas de fuga pro ‘quadradismo’ dos dias”. E se estende na ideia, dá forma: ” imagino uma trupe de atores descendo a [Avenida do] Cinquentenário. Encenando esquetes na praça Adami, aquecendo o interesse das pessoas”.

Ao avaliar o momento da cultura local, ele crava que é preciso inundar a cidade de arte. “É preciso aquecer a demanda. É como se Itabuna estivesse em tom pastel”, critica.

Confira a íntegra da entrevista

Esta publicação possui 0 comentários
  1. ANTES DE LER A ENTREVISTA, A CORRUPÇÃO SUFOCOU EM ITABUNA AOS ARTISTAS , DIGO A ARTE, AOS ESTUDANTES, A CULTURA, JORNALISMO , RÁDIOS, TUDO SE MISTURA NUM GABAR . TOMA LA DÁ CÁ.
    E OS ARTISTAS SUMIRAM DAS APRESENTAÇÕES EM PRAÇA PUBLICA,EM DIAS COMEMORATIVOS COMO O DIA DA MULHER , DIA DO NEGRO ETC, NOMES COMO ALBA CRISTINA, QUE SAUDADE DAS SUAS INTERPRETAÇÕES, PAULO FUMAÇA E OUTROS. INFELIZMENTE O PLANO DO GOVERNO DEM , FAVORECEU AS ARTES SAO HERDEIROS DA DITADURA , DO MANIPULAÇÃO DAS LIBERAÇÕES DAS RÁDIOS E TVS,PRINCIPALMENTE NA ERA QUE ACM FOI MINISTRO .
    DEVEMOS FAZER QUE NEM A ANDORINHA , CADA UM FAZER SUA PARTE PARA TENTAR APAGAR ESTE SUFOCO CULTURAL , MORAL E ÉTICO.
    ARTISTAS ITABUNA NECESSITA DE UM VEREADOR ARTISTA NATO , POIS ESTA GESTÃO TIVEMOS , PALHAÇOS DE PÉSSIMA QUALIDADES, QUE NAO FIZERAM A SOCIEDADE SORRIR, ELES QUE RIRAM E CONTINUAM RINDO COM O EXECUTIVO DA SOCIEDADE ITABUNESSE

  2. O sistema só tem interesse de resolver os problemas do próprio sistema, foi assim no “carlismo”, e o governo atual vem reproduzindo essa forma “carlista” de ser. Com certeza iniciativa como a mencionada na entrevista é plausiva, e se adotada tomará proporção inesperada, bem como adeptos, a massa excluída agradecerá tal iniciativa.

  3. ESTE SERGIO DEVE SER UM POBRE DE ESPÍRITO .
    POBRE HERDEIRO DA DITADURA.
    QUANDO A OPINIÃO DO OUTRO NAO CONDIZ COM SUA PEQUENEZ
    OS HERDEIROS DA DITADURA , AI TENTAM DENEGRIR , BAIXAR O NÍVEL.
    ÉS UM POBRE COITADO.
    EM 2012 TEREMOS UM ARTISTA NA CAMARA DE VEREADORES DE ITABUNA,
    SÓ ESPERO QUE NAO SEJAM , PALHAÇOS DA CORRUPÇÃO JÁ EXISTENTE DE POLÍTICAS ENVELHECIDAS

  4. Quanta intolerância dos Srs. Robson e Heraldo.Pobre de espírito é quem agride gratuitamente.Osvaldinho, nada pessoal, sou analítico.Apenas postei um comentário. Na minha opinião a classe artística deveria retomar as praças mesmo, com ou sem grana, produzindo projetos alternativos. Seria mais significativo para nossa juventude. Para Robson e Heraldo recomendo a leitura do filósofo Nietzsche, Crepúsculo dos ídolos.

    Abraços!

  5. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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