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12 de julho de 2020 | 02:30 am

ESCLARECIMENTO

Tempo de leitura: 2 minutos

Sentindo-se atingido pelo editorial do Jornal Bahia Online, reproduzido aqui no PIMENTA, o deputado estadual Augusto Castro, enviou a este blog a seguinte nota de esclarecimento:

“Venho, publicamente, esclarecer um mau entendido: não sou contra Ilhéus. Como poderia, se 1.783eleitores residentes neste município me escolheram para lhes representar na AssembleiaLegislativa? Também não tenho interesse em acirrar disputa entre Ilhéus e Itabuna. Entendo que osmesmos são municípios vizinhos, irmãos que são afetados pelos mesmos problemas e que buscam,de forma idêntica, promover a qualidade de vida do seu povo. Por isso defendo a integração entre osdois e pauto meu mandato parlamentar na defesa de desenvolvimento para toda a região Sul.

A questão dos limites territoriais que envolvem Ilhéus e Itabuna é polêmica por si mesma. Nenhummunicípio quer perder um milímetro sequer da sua área. Ao divulgar release ontem, 16, relateiminha participação na Comissão Especial de Assuntos Territoriais e Emancipação, na AssembleiaLegislativa, e a conversa que tive com o diretor de Informações Geoambientais da SEI -Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, Antonio Cunha, a respeito do tema.

Não defendo que os impostos gerados pela circulação de mercadoria no Makro e no Atacadão,localizados na Rodovia Jorge Amado, simplesmente deixem de ir para Ilhéus e sejam destinados aItabuna. Defendo, sim, atendendo reivindicações de Itabuna, que os limites ora vigentes possam serconferidos com o apoio da SEI, que dispõe de equipamentos de maior precisão (o que já foi dadoinício hoje pela manhã com a participação de representantes dos dois municípios). A partir daí, casoseja constatado que os marcos não estão colocados no local correto, que possam ser corrigidos;estando corretos, que os municípios possam encontrar soluções para conviverem em harmonia.

Meu mandato está à disposição da região Sul para que possamos, através da Assembleia Legislativa,buscar investimentos e ações que beneficiem a todos”.

Salvador, 17 de março de 2011

Augusto CastroDeputado Estadual (PSDB)

Nota da Redação: O PIMENTA esclarece que se posiciona imparcialmente nessa disputa e salienta que, embora o editorial tenha sido do JBO, a informação de que a área em disputa deveria ser entregue a Itabuna foi extraída de matéria produzida pela assessoria do próprio deputado.

Esta publicação possui 0 comentários
  1. Zelão diz: – Deputado “pongou” no bonde errado

    O “desdito,” só confirmou que o deputado Augusto Castro (em quem votei), ao tentar fazer a política de “boa vizinhança política,” acabou por dar um “palpite infeliz,” já que desprovido de qualquer conceito técnico e muito menos histórico.

    Talvez que no afã de agradar ao “new amigo” – o capitão feito prefeito – o deputado Augusto Castro, cometeu a heresia de ir contra os direitos territoriais do vizinho município de Ilhéus, já ameaçado em parte, pela criação do “Estado Tupinambá.”

    Dando-se ao deputado a condição de “neófito no cargo,” todos nos, seus eleitores, esperamos mais serenidade nas atitudes e, menos oportunismo.

  2. Realmente, o Dep. Castro está corretíssimo em suas colocações… Este tema é bastante polêmico e sei que jamais o Dep. Castro iria querer interferir numa decisão que a ele não pertence. Mas, aqui pra nós, é uma tremenda sacanagem a arrecadação do Makro e do Atacadão ficar para Ilhéus, sendo que está praticamente dentro de Itabuna a sua localização… Até pelo olhômetro dá pra dizer que Itabuna é que tem que ficar com as receitas dos referidos estabelecimentos… Mas isso é briga de “cachorro grande”… É bastante razoável o município de Itabuna colher os louros desta demanda… Pouca hora Ilhéus vai querer os impostos da Churrascaria Los Pampas…

    Abraços….

    Gilson de O. Santos

  3. De fato, a nota do deputado Augusto Castro tenta esclarecer, segundo ele, o “mau entendido” de seu pronunciamento. Mais atenção doravente com o que diz, e com o que escreve, para que não haja outro mal entendido.

  4. Zelão diz: – “As Batalhas de Itararé”

    Se fossem tomadas como justos os argumentos de Gilson de O. Santos, as próximas pendengas territoriais a serem estabelecidas pelo “desgoverno do capitão feito prefeito” contra o município de Ilhéus (por falta absoluta do que fazer e para tentar esconder a incapacidade do seu governo em oferecer alternativas para que os empreendimentos fossem estabelecidos em território legítimo de Itabuna) seriam as seguintes:
    a) – Incorporação da sede regional da Ceplac, sob o “argumento” de que a instituição usa o prefixo telefônico de Itabuna.
    b) – Incorporação do Salobrinho, pela “justificativa histórica” de que; lá, por muito tempo, o então “capitão feito prefeito” residiu e onde ainda residem muitos dos seus amigos e, que lá, futuramente, será instalado o “Museu do Zé.”
    c) – Ocupação aos moldes do MST, do campus da Universidade Santa Cruz, pelo motivo óbvio de que; a esmagadora maioria dos estudantes da instituição é ou estão temporariamente residindo em solo sagrado itabunense.
    (d) Avançariam um pouco mais e, chegaríamos às praias do
    Litoral norte, pelo “solene e descarado argumento” de que; a esmagadora maioria das casas, sítios e estabelecimentos comerciais, são de propriedade de itabunenses.
    e) Finalmente, se sobrar algum pedaçinho de terra, após ser implantada a “Nação Tupinambá,” avançaríamos sobre as terras da Estância Hidromineral de Olivença e o Condomínio Águas de Olivença, sob a alegação de exercício legal do direito concedido pela “Lei da Usucapião”.

    “Depois de vencidas todas as batalhas, o “desgoverno do capitão feito prefeito”, emitiria um lacônico comunicado ao povo ilheense “Terra Mater” que nos pariu,” anunciando que diante dos “fatos consumados” o capitão iria transferir a sede da sua trupe para o Palácio Paranaguá.

  5. Hoje é o MAKRO, E se deixarmos cada dia que um empreendimento novo for chegando naquela reigao os limetes vao ser novamente alterado.
    Se o municipio de ilheus é exatamente no lugar que hoje é, deve ser respeitado. Vamos deixar de ganacia.
    Pedro

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