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1 de abril de 2020 | 05:38 am

A SUCESSÃO NA ABI

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A Tarde:

Samuel Celestino está fazendo reforma total no prédio da ABI, na Praça da Sé (vai gastar R$ 700 mil). No bojo, guaribada geral na Biblioteca Jorge Calmon (a única especializada em comunicação da Bahia) e o Museu da Imprensa, para despedir-se da presidência, onde está desde 1986. Dia 14 de abril fará assembleia geral para prestar contas e reunir a diretoria, quando deflagrará o processo sucessório.

– Eu sempre quis sair, Dr. Jorge Calmon não deixava. Já estou com 67 anos, é a hora, diz o jornalista.

(…) Três nomes estão cogitados para suceder Samuel na ABI: Walter Pinheiro (o diretor da Tribuna da Bahia, não o senador), o jornalista Ernesto Marques (assessor do governador Jaques Wagner) e o publicitário Jorge Randam.

Samuel diz que só faz uma exigência: a de que não haja disputa, e sim o consenso.

Na história da ABI (de 1930), só houve uma disputa, em 1984, quando Afonso Maciel ganhou de Jairo Simões.

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