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7 de março de 2021 | 04:55 am

GREVISTAS FARÃO CARREATA EM ITABUNA

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Os policiais militares do 15º BPM, em Itabuna, farão carreata nesta tarde para pedir o apoio da população ao movimento que completa sete dias na Bahia. Eles saem do batalhão, no bairro Jaçanã, às 16h, e vão circular pelas principais vias do centro de Itabuna.
A manifestação será encerrada na Beira-Rio, em frente à Câmara Municipal. A ideia é buscar apoio da sociedade e dos vereadores itabunenses à paralisação que, no município, entra hoje no quarto dia. Eles aderiram à paralisação na noite da última quinta (2).

Esta publicação possui 0 comentários
  1. Sairão armados?
    engraçado é que no edital, do concurso, sai o valor em R$
    do salário…..fazem o concurso da pm e querem ganahr salário de juiz!!!
    Voltem ao trabalho bando de preguiçosos!

  2. É uma piada de Mau-gosto a policia pedir apoio da população, quando os mesmos, fizeram com que a população passasse pelo que passou, na ultima semana. Onde todo o comercio fechou, e as ruas de Itabuna ficaram esvaziadas !

  3. A PM na Bahia parou, o Brasil está prestes a parar. Se a ditadura acontecer aqui na Bahia, através do exército e Força Nacional o Brasil para. Abaixo a ditadura. Presidente e governador, vocês são frutos dos movimentos sociais. Ganharam notoriedade com greves e reivindicações. Não aceitamos que o exército e Força Nacional batam nem prendam os policiais. Abaixo a ditadura já!!!

  4. http://agravo.com.br/blog/
    Polícia Civil e Professores PODEM PARAR EM APOIO AOS POLICIAIS.
    A APLB (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia) entende que a qualidade da segurança no Estado implica na valorização dos profissionais que dedicam sua vida pelo bem comum, e por isso paralisaram seus trabalhos até que a segurança seja estabelecida em 27 colégios estaduais.
    O Governo do Estado da Bahia tinha como certo o início das aulas hoje (segunda-feira, 06) e foi surpreendido com a decisão dos professores.
    http://agravo.com.br/blog/index.php?option=com_content&view=article&id=1871:exclusivo-professores-estaduais-e-a-policia-civil-podem-parar-as-atividades-em-apoio-a-greve-da-pm&catid=34:diversas

  5. Na minha opiniao, a populaçao deve repudiar a atitude dos policiais que nao estao nem ai pra segurança do povo que paga os seus salarios. Eles tiveram a chance de mudar e no entanto apoiaram Wagner na reeleiçao.

  6. não sou politico não tenho partido algum acho que o governador tem uma parcela de culpa porem existe varias formas de protestar sem chegar a esse extremo com contribuinte e com cidadão não apoio esse greve

  7. carreata NÃO, arrastão, dificultaram o transito deixando lento, no horario de banco, como uma classe pode atrapalhar e fazer tantas trapalhadas em tão pouco tempo, exoneração já

  8. Agora querem apoio, mas na hora de tocar o terror na cidade fazendo o comércio fechar as portas eles nao pensaram na gente.
    Será que no fim do mês, na hora de pagar os funcionários e as contas a gente vai contar com o apoio da PM?
    E ai PM, no fim do mês vamos dividir os prejuizos?
    Quer fazer greve faça, mas faça direito que terá nosso apoio.
    Fazer greve armados,com atos de vandalismos, terrorismo e ainda vem pedir nosso apoio; aí não dá né!

  9. CURIOSO VC NAO GOSTAR DE POLICIA É VAGAL? FAZ FACULDADE VAI PRAS RUAS E DEIXA SUA FAMILIA, ASSIM VC MUDARÁ DE OPINIÃO A JUSTIÇA DO TRABALHO PASSOU 11 MESES DE GREVE VOLTOU E SAIU PARA O RECESSO SABE PORQUE JAQUES NAO MANDOU PRENDER O SINDICALISTAS? PORQUE SÓ ATINGE O POBRE LUTANDO PELOS SEUS DIREITOS VC SABIA DISSO CURIOSO? POIS A JUSTIÇA FEDERAL É TODO ANO AS GREVES DE 10 11 MESES.

  10. LUÍSA, PROVE.
    Prove o que você fala. Foto, filmagem…. Algo. Não seja tão baixa e vulgar. TEM IDIOTAS QUE COMEM ISSO, MAS TEM GENTE ESPERTA QUE VAI RIR DE SUA CARA.
    Agora, Wagner financiou greves, paralisações, e deu dinheiro em 2001.
    Pergunto: Cadê GERALDO SIMÕES?
    CADÊ ALICE PORTUGAL?
    CADÊ PELEGRINO?
    CADÊ OS COMPANHEIROS MILITANTES???

  11. Grevista é hostilizado em carreata no Sul da Bahia
    Grupos de policiais militares que saíram no início da tarde desta segunda-feira, 6, em carreata por cidades do litoral sul baiano puderam constatar que o movimento grevista não tem apoio algum da população. E a indignação não é só pelo caos causado em uma região turística, às vésperas do Carnaval. O piso salarial da PM na Bahia chega a R$ 2.400 mensais, mais que o dobro do salário médio da região, o que tem gerado revolta contra a greve em todos os setores da sociedade, do empresário do ramo hoteleiro ao feirante. O salário dos policiais é citado em qualquer conversa de padaria em cidades como Itabuna, Nova Ibiá, Itamarí, Teolândia, Wenceslau Guimarães e Gandu. Era visível a vontade que feirantes tinham de vaiar ontem a carreata de PMs que passou em frente à Centrais de Abastecimento de Ilhéus. “Eu vendo manteiga e queijo há mais de 30 anos e nunca consegui tirar R$ 2.400 por mês. É um aburdo o que esses policiais estão fazendo de novo com a gente, justo agora que o Carnaval tá chegando”, disparava no entreposto a sergipana Ednéia Francisca de Oliveira, de 61 anos. Ela iniciou a primeira de uma leva de desaforos disparados por outros feirantes contra o grupo de policiais. Leia mais em O Estado de S. Paulo.

  12. Grevista é hostilizado em carreata no Sul da Bahia
    Diego Zanchetta – Estado de S. Paulo
    Grupos de policiais militares que saíram no início da tarde desta segunda-feira, 6, em carreata por cidades do litoral sul baiano puderam constatar que o movimento grevista não tem apoio algum da população. E a indignação não é só pelo caos causado em uma região turística, às vésperas do Carnaval.
    O piso salarial da PM na Bahia chega a R$ 2.400 mensais, mais que o dobro do salário médio da região, o que tem gerado revolta contra a greve em todos os setores da sociedade, do empresário do ramo hoteleiro ao feirante.
    O salário dos policiais é citado em qualquer conversa de padaria em cidades como Itabuna, Nova Ibiá, Itamarí, Teolândia, Wenceslau Guimarães e Gandu. Era visível a vontade que feirantes tinham de vaiar ontem a carreata de PMs que passou em frente à Centrais de Abastecimento de Ilhéus. “Eu vendo manteiga e queijo há mais de 30 anos e nunca consegui tirar R$ 2.400 por mês. É um aburdo o que esses policiais estão fazendo de novo com a gente, justo agora que o Carnaval tá chegando”, disparava no entreposto a sergipana Ednéia Francisca de Oliveira, de 61 anos. Ela iniciou a primeira de uma leva de desaforos disparados por outros feirantes contra o grupo de policiais.
    No interior e em municípios pobres do sul baiano, onde 2.200 PMs estão parados, a renda média mensal da população não passa de R$ 910 mensais, segundo dados do Censo 2011 do IBGE. O vencimento de um policial baiano é quase igual ao piso de R$ 2.600 pago aos professores da rede municipal paulistana de ensino. Nos postos de saúde da rede estadual da Bahia, o vencimento de um médico plantonista em início de carreira é inferior ao salários dos policiais – são R$ 2.500 mensais por 40 horas por semana.
    Até uma tímida vaia chegou a ser ensaiada por vendedores de coco contra os PMs que passaram no entreposto de Ilhéus para pedir apoio à paralisação. “Policial ganha melhor do que qualquer comerciante aqui em Ilhéus. Todos eles têm carro zero, casa, salário bom, trabalham 12 horas e descansam 36. E ainda fazem greve perto do Carnaval, quando todo mundo precisa fazer dinheiro para garantir o ano”, reclamava Francisco Antonio Teixeira, de 57 anos, dono de uma barraca de coco.
    Cientes do clima hostil, os policiais nem chegaram a descer das motos para conversar com os feirantes, como estava previsto inicialmente. Pelo centro de Ilhéus também houve xingamentos. “Tem hóspede do Brasil inteiro me perguntando sobre reembolso de reservas. Isso vai quebrar a economia da cidade. Uma categoria que já foi tão valorizada nos últimos anos, que tem uma condição bem melhor que a maioria das famílias da cidade, não poderia fazer isso”, disparou Elton Pacheco de Souza, de 61 anos, dono de três hotéis em Ilhéus e em Porto Seguro.
    Ontem os policiais de Valença, de onde saem as embarcações para destinos turísticos como Morro de São Paulo e Ilha de Boipeba, também cruzaram os braços. “Tá bem vazio aqui pela época do ano. Nosso medo agora é que os barcos de Valença também parem agora com a greve”, disse ao Estado, por telefone, o paulistano Rafael Dubrowski, de 34 anos, dono de uma pousada em Morro de São Paulo.
    Comparações. Não houve também um gesto de apoio aos policiais durante a carreata Itabuna e em Teolândia. No comércio que abriu com meia portas abertas em Itabuna, lojistas e funcionários não paravam de falar no salário de R$ 2.400 dos PMs. “Eu trabalho seis dias por semana e não ganho nem R$ 1.000. E pior que não vou ganhar pelo jeito nem isso mais se não tiver Carnaval”, reclamava Camila Mariano, de 34 anos, gerente de uma loja de roupas em Itabuna.
    As críticas também ecoam entre jovens e adolescentes que temem ver mais cancelamentos de shows e de eventos do pré-carnaval no final de semana. “Essa altura já era para ter festa todo dia nos bares, nos quiosques. Se não tiver Carnaval esses policiais vão ser as pessoas mais mal vistas de Ilhéus”, dizia o estudante da rede estadual Marcelo Quirino, de 16 anos, que ontem não foi à escola por orientação dos pais. As escolas particulares não abriram no sul da Bahia. A rede estadual funcionou, mas poucos alunos iniciaram o ano letivo ontem.
    Ataques. Policiais grevistas ouvidos pela reportagem na carreata de ontem acusaram canais de TV e a mídia de “difamarem” o movimento, segundo Augusto Leite Júnior, lider da paralisação no sul da Bahia. “A população não vê que ela deveria fazer igual nós e também batalhar por seus direitos”, argumentou o líder.
    Ontem os cerca de 400 policiais aquartelados em um batalhão de Ilhéus receberam outros colegas que aderiram à greve em cidades do sul baiano. “Queremos mostrar à população que somos pacíficos”, acrescentou Leite Júnior.

  13. SOU FAVOR DA GREVE , POREM OS POLICIAS PODERIA TER BUSCADO O APOIO DA POPULAÇÃO ANTES DE FAZEREM A MERDA QUE FIZERAM. CAUSADO O MEDO E A TOTAL INSEGURANÇA. A INTOLERÂNCIA DO GOVERNO FICOU PEQUENA DIANTE DO VANDALISMO DOS POLICIAIS.
    POLICIAIS VOCÊS FORAM TRATADOS COMO VOCÊS TRATA OS TRABALHADORES QUE ENTRAM EM GREVE.

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