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3 de agosto de 2020 | 09:22 pm

ELIANA ATACA CORPORATIVISMO DO JUDICIÁRIO

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A corajosa juíza Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça, voltou a cutucar a ferida do judiciário brasileiro, ao declarar que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve os poderes do CNJ foi um golpe na “cultura elitista” e no corporativismo do poder.
Eliana, que já afirmou ser o judiciário no Brasil prejudicado por uma “meia dúzia de juízes vagabundos”, fez essa nova crítica ontem (6), durante participação em um encontro com empresários, na Associação Comercial da Bahia.
Para a corregedora, a decisão do STF leva o país para a democracia plena.

Esta publicação possui 0 comentários
  1. Quem não lembra que logo após a polêmica . A AMAB tentou jogar um crime nas costas da Ministra Eliana Calmon afirmando que ela havia cometido o crime de quebra de sigilo funcional na questão das movimentações financeiras no COAF.Tudo isso numa tentativa de desqualificar a ministra.Tem muito juiz ladrão mesmo , que vende sentença e o pior ainda simula venda de bens para parentes para fugir da malha do COAF.E a coisa é simples.Basta pegar a declaração do imposto de Renda do parente no ano anterior e depois analisar o valor dos bens vendidos de forma simulada e o seu valor de mercado. Sei que tem neguinho com 1 milhão de motivos pra ficar preocupado com o COAF.

  2. Esse Brasil é um país engraçado. Uma pessoa que comete homicídio não pode ser chamado de vagabundo. Um estelionatário também não. Mas um juiz, sem especificar qual pode ficar taxado como vagabundo.
    Eliana age como se fosse a única juíza correta no Brasil. Mas na verdade herdou todo o trabalho pronto do corregedor anterior, Gilson Dipp, que com firmeza e sem estrelismo iniciou as inspeções nos tribunais federais e estaduais (inclusive na Bahia).
    Até mesmo o relatório do COAF para o CNJ vem da época de Gilson Dipp.
    Eliana parece aqueles juízes doidos para aparecer na mídia, mas que nem sempre trabalham tanto.
    O Brasil padece de 02 maus claros: a impunidade e o denuncismo. Enquanto não resolvermos a impunidade nunca acabaremos com o denuncismo, que atinge as instituições e os honestos sem qualquer consquência sobre os desonestos.

  3. A leitura é outra.A ministra vinha fazendo o trabalho da mesma maneira do Ministro Gilson Dipp. O problema é que as associações corporativistas tentaram derrubar o CNJ.O que fez a Ministra jogou para e com a Opinião pública , jogou tudo no ventilador.Quem assistiu o julgamento do STF pode observar que foi a contra gosto manter o poder concorrente de investigação do CNJ.Se a Ministra , as Redes Sociais e a Imprensa não tivessem se mobilizado , muitos juízes continuariam se escondendo sob a toga da impunidade.Pela idade da magistrada não vejo muitas pretensões de carreira e até o discurso dela tem um pouco de defesa de sua categoria.Quando ela diz que há meia duzia de juízes de vagabundos isso é um eufemismo.Existem Dezenas !!

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