skip to Main Content
2 de julho de 2020 | 07:48 pm

PORTO SUL: TRF DETERMINA AUDIÊNCIAS PÚBLICAS EM ITACARÉ E URUÇUCA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Audiência pública realizada em Ilhéus em outubro do ano passado.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) determinou ao Ibama que realize audiências públicas em Itacaré e Uruçuca para debater os impactos do Porto Sul. A decisão saiu após análise de pedido de antecipação de tutela apresentado ao TRF pelo Ministério Público Federal.
A audiência é imprescindível para que o Ibama possa conceder o licenciamento ambiental. O primeiro entendimento era que uma audiência de amplitude regional, realizada em Ilhéus no ano passado, fosse suficiente. Mas procuradores federais discordaram, entrando com ação para que audiências ocorressem também em Uruçuca e Itacaré.
O pedido foi negado pela Justiça Federal em Ilhéus. O MPF interpôs agravo de instrumento no TRF e conseguiu mudar a decisão inicial. Ainda cabe recurso. A determinação de novas audiências pode atrasar ainda mais a liberação do licenciamento ambiental, inicialmente previsto para sair entre março e abril deste ano, após o Estado responder a questionamentos do Ibama.

Esta publicação possui 0 comentários
  1. O progresso é inevitável, Devemos aproveitar um Governo um pouco mais democrático e contribuir com propostas que viabilize com menos impactos negativos.
    ah! esta noticia deveria estar contido data e hora do evento.

  2. O porto sul em Ilhéus, pra quem não sabe e que está fora da área do projeto, poderia fazer uma visita ao local e ficaria sabendo que este projeto irresponsável sé vira trazer destruição da mata atlântica aasim como miséria para os agricultores com áreas dentro do projeto assim como miséria tam~´em para as comunidades que tiram seus sustentos através destas propriedades. O projeto é bom para políticos, Bamin e empreiteiros que ficarão ainda mais ricos e os pobres mais pobres.

  3. Sempre reclamamos aqui em nossa região de falta de oportunidade. Chegou a hora de abraçarmos a primeira, pois
    nenhum projeto deixou até hoje de causar impactos, ambiental
    ou social.
    O que precisamos é democratisar o debate, pagar idenização
    justa as pessoas de áres de influência, compensar danos ambientais entre outras ações.
    É possível que pessoas que são contra ao projeto hoje, amanhã reconheça que estava completamente errada.
    Augunas cidades do estado de Minas Gerais, cuja a mineração
    está instalada há decadas, se desenvolve assustadoramente. Chegou a hora de olhar de maneira positiva e saber o que e progredir e o que é destruir.
    Podemos sem querer destruírmos uma geração sem pespectiva nenhuma, não podemos?
    Como também podemos compensarmos danos ambientais de forma. Estamos cheios de profissionais capacitado e desempregados nesta área, o que representa mais oportunidades para estes.
    Então qual é o medo? Será o desafio.

Deixe seu comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Back To Top