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25 de novembro de 2020 | 07:13 am

O DESPRESTÍGIO DE WAGNER

Tempo de leitura: < 1 minuto

Um dos últimos encontros públicos de Jabes e Wagner, o escanteado.

A coisa anda mesmo feia para o lado do governador Jaques Wagner. Em Ilhéus, ele recebeu cutucada da petista Professora Carmelita pela forma como conduziu a greve dos professores e a imagem do governador não aparece nos materiais de campanha da prefeiturável ilheense.

Outro aliado de Wagner na disputa na Terra de Gabriela, o ex-prefeito Jabes Ribeiro (PP), também tem ido pelo mesmo caminho. Numa entrevista ao jornal A Região desta semana, Jabes fala de todos e relembra até o passado de aliança com o ex-senador Antônio Carlos Magalhães, mas em nenhum momento cita o nome do governador baiano (confira).

Só para se ter uma noção do desgaste do mandatário baiano: antes da “fase” do governador com a greve dos professores, Jabes dizia aos quatro cantos que ele é quem teria o apoio de Wagner na disputa em Ilhéus.

Esta publicação possui 14 comentários
  1. Mas todo mundo sabe do oportunismo de jabes. Ele só é fiel se o outro estiver por cima, caso caia em desgraça ele se afasta de imediato. Tem sido assim a sua carreira politica.

  2. Zelão diz: – Jabes foge de “abraço de afogado:” – Prefere “morrer na praia.”

    Mesmo tendo governadore Jaques Wagner declarado o seu apoio ao candidato do PP, Jabes Ribeiro é notável o esforço “jabista” em negar o apoio explícito do governador.

    Para quem ainda lembra, Jabes Ribeiro ao deixar o PMDB e se atirar nos braços de ACM – afirmando que Ilhéus não podia dispensar o governo estadual como aliado – deu início a sua derrocada política. Agora, apesar de antes “jactar-se desse apoio,” e, diante da impopularidade do governador Wagner é Jabes que foge do mesmo, como o diabo foge da cruz.

  3. “Quem com porcos se mistura farelos come”. Wagner agora come os farelos que os porcos ensinaram-no a comer e depois sairam fora. O boboca caiu como um patinho! Agora é fora Wagner, fora Gabrielle, fora Zé Neto, fora Marcelo Nilo, fora eles todos que querem o que não lhes pertence. O semi-arido não é povoado quanto o Sul. Adeus senador JW, Adeus governador MN!!!

  4. O petismo está saindo de cena e cada vez mais se assemelha ao PMDB ou qualquer outro partido populista, aquela conversa de partido ético e que poderia mudar o modo de se fazer politica caiu de vez. O PT está cada vez mais se afastando dos grandes centros e se tornando mais forte nos grotões do interior do Brasil onde o povo é mais analfabeto e precisa de apoio dos programas de transferência de renda.
    Por sorte cada vez mais nos livramos mais do lulo-petismo

  5. Jabes falar bem de Wagner, suja mais. Uma greve não joga por terra o prestígio de Wagner. O Carlismo fez tanta coisa errada, massacrou tanta gente e ainda muitas pessoas sentem saudades das ruindades. Vejam o governador como uma pessoa que erra e acertou em cinco anos muito mais. A Bahia hoje é outra: dignidade, inclusão social, democrática (até o hino da Bahia toca hoje em todas as cerimônias do governo). “Nasce o sol a 2 de julho…” e vai brilhar muito mais.
    Eu acredito neste governo. Avante Wagner!

  6. Vejam só do que Jabes está sendo acusado: NÃO CITOU O NOME DE JAQUES WAGNER EM ENTREVISTA! Isso é querer encontrar chifre em cabeça de jegue.

    Jabes tem sido leal a JW mas não é seu papel citá-lo a todo instante, mesmo porque até o final da campanha o governador virá a Ilhéus para declarar apoio a ele.

    Wagner não quer ouvir nem de longe falar em Carmelita, essa sim, que o traiu só para ficar numa boa com os professores.

  7. A Bahia nunca teve um governador como Wagner, por causa de uma greve ele é ruim?, agora se fosse na época de ACM ele mandava o chicote, esqueceram?

  8. Quem tem que ficar ou não ao lado de Wagner é Carmelita, afinal ela é a candidata do PT, se ela é professora, ai é outros 500.
    Jabes está mais do que certo em não se manifestar, se ela que estava de greve está achando o governo de Wagner ruim, quem tem que ir reclamar isso é a própria! MAS RAPAZ

  9. JW não é ruim somente por causa de uma greve, senão de varias.
    É ruim por enrolar o povo da região prometendo aeroporto e hoje não falar mais do assunto.
    É ruim por ter enrolado o povo da região prometendo a duplicação da BR 415 e até hoje não passa de promessas vagas.
    É ruim porque o Porto Sul continua sendo promessa.
    É ruim porque prometeu que a Ponte Ilheus-Pontal seria iniciada as obras ainda na gestão de Newton Lima.
    Convido aos Wagneristas aqui presentes para detalhar o andamento dessas obras citadas acima, só conversa, só lorota.

  10. Zelão diz: – “Refrescando a Memória!”

    Marina;

    A Bahia já teve um governador “igual” a Wagner. Basta recordar a eleição e os dois anos da administração de Waldir Pires, que recebeu o “codinome” de Waldir Moleza.

    Foi, por infelicidade dos baianos, que igual a Wagner, Waldir Pires foi eleito governador, representando a esperança democrática da mudança: – Mudança de tudo o que de ruim, representava ACM para a Bahia, para os baianos e para a democracia brasileira.

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