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28 de fevereiro de 2021 | 12:56 am

GREVE FECHA 100% DAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS EM ITABUNA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Bancários na porta de agência do Bradesco no centro de Itabuna (Foto Pimenta).

O correntista teve que recorrer a caixas eletrônicos e internet para enfrentar o primeiro dia de greve dos bancários em Itabuna. De acordo com o comando de greve local, todas as agências no município estão fechadas em adesão ao movimento nacional. São aproximadamente 500 bancários atuando em 16 agências em Itabuna.

Os bancários reivindicam reajuste de 10,25%, três salários como Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e piso salarial de R$ 2.416,38, além de vale-refeição de R$ 622,00. Do outro lado, os banqueiros, por meio da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) oferecem 6% de reajuste. As negociações começaram em agosto.

Esta publicação possui 8 comentários
  1. Enquanto lutam por um piso de dois mil reais, os professores se sentem ridicularizados, com um pisozinho de merrecas mil reais por quarenta horas… Viva a burguesia bancária!!!

  2. Quem vai ser mais prejudicado com esta greve será o Vane, pois boa parte da militância dele e composta do pessoal do Sindicato dos Bancários, mais preocupados em fazer piquete as portas das agencias bancarias, …!!!

    Se a greve durar ate o dia 08 de outubro, aí a vaca vai para o brejo, …!!!

  3. Ridículo: chamar uma categoria de trabalhadores de burgueses pra atacar um problema da educação! Os bancários ridicularizam os professores? Ou seriam os governantes e legisladores que ambas as categorias ajudam a eleger?

  4. N há burgueses amigo. Os bancários estão na luta pelo seus direitos e os direitos da sociedade. Se vc acha justo imensas filas e mandar os clientes para as lotericas, continue chamando bancários de burgueses e protegendo os banqueiros.

  5. Caro Professor, os bancários lutam por uma causa justa. Para isso se organizam, se mobilizam e váo a luta. E como classe trabalhadora, nos solidarizamos com todas as outras classes rabalhadoras do nosso estado e de todo o Brasil. Inclusive com a participação em manifestações através do nosso sindicato e da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil). Concordo com o descaso com os Professores e Professoras que relata no seu desabafo, entretanto o tom jocoso e agressivo como termina seu comentário me deixa preocupado com a vossa senhoria, pois sei que se trata de uma opinião isolada e destoa de uma classe de trabalhadores consciente, engajada e de de importância vital para a nossa sociedade.
    Portanto, não perca a oportunidade que vc está tendo agora e reflita sobre o que disse Bertold Brecht no poema que se segue:
    Primeito levaram os negros
    Mas não me importei com isso
    Eu não Era Negro

    Em seguida levaram alguns operários
    Mas eu não me importei com isso
    Eu também não era operário

    Depois prenderam os miseráveis
    Mas eu não me importei com isso
    Porque eu não sou miserável

    Depois agarraram uns desempregados
    Mas como tenho meu emprego
    Também não me importei

    Agora estão me levando
    Mas já é tarde.
    Como eu não me importei com ninguém
    Ninguém se importa comigo.

  6. -Mais um ano e mais uma greve dos bancários, é assim todos os anos, o scrip é o mesmo, os bancários pedem 10% e os banqueiros oferecem 6%, começa a queda de braço, e após trinta quiça sessenta dias os bancários aceitam a proposta de 7% sob o acordo de não terem os dias parados descontados.
    -E nós cidadões é que somos penalizados, por essa ópera bufa repetitiva que transtorna a vida de todos.
    -Os sindicalistas deveriam ser mais criativos e atingir os banqueiros no que mais eles gostam, captação de dinheiro. -Abram as agencias para atender a população nas operações de pagamentos e recebmentos e paralize todas as outras operações como, aberturas de contas, aplicações, financiamentos, emprestimos, vendas de qualquer papel do banco e etc, etc. Digo a vcs que os banqueiros não aguentam quinze dias e logo cederam aos seus anseios. Assim voces terão o apoio popular e exito no pleito pretendido.

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