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29 de março de 2020 | 07:04 pm

REI MORTO, REI POSTO…

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Coordenador técnico-científico da Ceplac, Edmir Ferraz não perde tempo em cortejar o chefe de plantão. O funcionário praticamente idolatrava o ex-diretor geral Jay Wallace, mas foi só o homem ser substituído que o novo comandante passou a ser cortejado como líder supremo, magnânimo e infalível.

Há poucos dias, na visita que fez à sede regional da Ceplac em Itabuna, o diretor Helinton Rocha ouviu uma verdadeira declaração do subordinado, que sacou uma cartucheira de elogios e concluiu afirmando que todos aqueles adjetivos generosos se encaixavam no perfil do chefe.

Puxação… Ops, lealdade é isso aí!

Esta publicação possui 3 comentários
  1. Sou funcionário e vi isso.Confesso que senti vontade de me retirar do auditório, pois é vergonhoso ver um profissional maduro, com muitos anos na empresa descer a esse nível para se manter no cargo.

  2. Zelão, diz: – A segunda mas antiga profissão do mundo

    “Conhecida como a mais antiga profissão, a prostituição degenorou-se e, criou o “puxasaquismo.”

    Ao contrário da primeira que em geral é praticada nos becos escuros e nos quartos dos bordéis malafamados, o “puxa-saco” exercita os seus dotes em público, como forma de demonstrar ao “dono do saco,” o quanto é capaz para agradar.

    Em época de posse dos dirigentes públicos os “puxa-sacos” emergem com incontrolável virulência, cada um tentando se esmerar mais que o outro na arte de agradar. Farejam de longe a necessidade do “novo dirigente” de ter um “ombro amigo,” sempre disposto a dizer “sim” e, jamais a dizer “não” às vontades imperiosas do chefe.

  3. E olha que ele é Coordenador técnico-científico, e que devia se sobressair pelos conhecimentos técnicos e científicos e não pelo puxasaquismo.

    Por estas e outras que a CEPLAC que já foi um exemplo de seriedade e de bons serviços para a nossa região hoje definha e sequer consegue definir claramente qual é a sua missão.

    Quando lembramos de pessoas como Carlos Brandão, José Haroldo, Pedro Pinto, Roberto Midlej, Paulo Alvim, Fernando Velo, e muitos outros que construiram esta Instituição, dá uma tristeza muito grande ver o que políticos como Geraldo Simões e outros fizeram com ela.

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