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31 de outubro de 2020 | 01:01 am

MISSIONÁRIA DE ITAPETINGA (BA) E PASTOR MINEIRO ESTÃO PRESOS NO SENEGAL

Tempo de leitura: 2 minutos

Missionários Zeneida e José Dilson estão presos no Senegal

Luiz Conceição, especial para o Pimenta

O senador Magno Malta (PR-ES) disse, nesta quarta-feira, 28, no Senado Federal, em Brasília, que dois missionários brasileiros presos no Senegal devem ser soltos em, no máximo, 10 dias. O pastor mineiro José Dilson, líder do projeto Obadias, e a missionária baiana de Itapetinga Zenaide Moreira Novaes estão presos acusados de acolher e evangelizar crianças que frequentam escolas islâmicas naquele país do continente africano.

Segundo informou o pastor José Sanches, do projeto Fronteiras África, os missionários foram enviados à região de Mbur, no Senegal, pela Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT). Ambos permanecem retidos e foram transferidos para a cidade de Thiés, vizinha ao local onde foram detidos, para prestarem novos depoimentos.

O senador Magno Malta visitou os brasileiros presos em companhia dos deputados Paulo Freire e Ronaldo Fonseca. Antes da viagem, os congressistas visitaram a embaixada do Senegal, em Brasília, onde ficaram sabendo que aquele país é laico, embora o Senegal tenha 94% de pessoas de confissão islâmica. “Há quase 400 mil crianças, quase meio milhão de crianças, abandonadas na rua. E lá nós temos um pouco mais de 250 brasileiros, missionários, que deixaram um país que esta com a economia estabilizada”, discursou o senador.

“Ao descer naquele país fomos ao chamado Orfanato-Escola, um lugar limpo, cheio de crianças chorando, por conta da missionária Zeneida que, aliás, é uma baiana do interior, lá de Itapetinga, também de onde eu fui criado”. O senador disse que o pai da missionária, Zacarias, congregava na mesma igreja que a mãe dele, conhecida como Dadá.

Magno reforça que as crianças estão chorando pela volta de Zeneida. “Chorando sabem por quê? Com medo de ela não voltar, com medo de as autoridades fecharem o Orfanato-Escola e com medo de voltarem para a rua”, narrou o senador.

A comitiva de parlamentares brasileiros se reuniu com o chefe tribal da região onde atuam os brasileiros que disse serem os missionários e pastores como filhos para ele. Depois, foram ao Ministério das Relações Exteriores do Senegal e ao presídio ver os prisioneiros.

“Nós encontramos com um coronel que serviu 33 anos na ONU. Ele nos recebeu educadamente, um homem sensível, um homem que conhece a necessidade do seu país e a necessidade de que países irmãos mandem missões para poder ajudá-los. Ele disse a mim e ao deputado Ronaldo Fonseca: ‘Vou mandar chamar os prisioneiros’. E nós preparamos o nosso espírito para consolá-los”.

Ao receber a visita dos congressistas brasileiros, o pastor brasileiro mostrou-se resignado. ““Fiquem em paz, que nós somos prisioneiros de Cristo”. Aliás, dizia o coronel do presídio, se depender do meu relatório, eles já estarão na rua. E diziam os advogados: nos próximos 10, 15 dias, eles irão para a rua”.

O Itamaraty e a Embaixada do Brasil no Senegal contrataram advogados para atuar na causa, com a entrada de Habeas Corpus. O senador capixaba destacou o profissionalismo dos funcionários do governo brasileiro. Também a APMT contratou advogados e pede orações pela soltura dos missionários.

Esta publicação possui 4 comentários
  1. Equipe do Pimenta, por favor divulguem esse absurdo aqui…OS trabalhadores receberam dois avisos prévios…

    Há algumas semanas, a DIREC 7 – Diretoria Regional de Educação (Itabuna e região) vem passando por momentos de instabilidade, principalmente em relação ao funcionamento normal das escolas da rede estadual de ensino. A instabilidade se deve à falta de rigor na forma como a World Service tem conduzido os serviços (ou a falta deles) para os quais foi contratada. A priori, a empresa venceu um processo licitatório para organizar setores bases nas escolas: portaria, higienização, limpeza, apoio administrativo e recepção.

    Uma das prerrogativas do contrato previa que a empresa vencedora contratasse os profissionais que, antes, eram remunerados pela própria Secretaria da Educação do Estado, cujos contratos eram mantidos através de prestação de serviço temporário (PST) ou dentro do Regime Especial de Direito Administrativo (REDA). Os funcionários foram dispensados e ‘aproveitados’ pela empresa.

    Logo que assumiu suas prerrogativas, a World Service passou a infringir categoricamente os princípios de um bom relacionamento com funcionários: atrasos nos salários dos trabalhadores e suspensão dos vales-transportes passaram a fazer parte da realidade dos trabalhadores. As denúncias que, no início, eram esporádicas, com o tempo, passaram a ser recorrentes e o Governo do Estado, diante dos prejuízos que vinha tendo pelo descumprimento de contrato, resolveu cancelá-lo. Os trabalhadores receberam o aviso prévio e a promessa de que seriam novamente aproveitados por uma nova empresa que vencesse a nova licitação.

    Ocorre que, nessa semana, a World Service telefonou para todos os funcionários e os pediu que desconsiderassem o aviso prévio que fora dado no mês passado. Informações indicam que o governo estadual desistiu de cancelar o contrato e vai cumpri-lo até o final.

    A informação chega num momento de instabilidade ainda maior, já que, nessa semana, os funcionários da World Service denunciam que a mesma vem recolhendo periodicamente o INSS (taxa de pagamento da previdência social), mas não tem feito, há muito tempo, nenhum repasse desses valores ao Instituto Nacional de Seguridade Social. Além disso, não tem feito nenhum depósito do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). E os funcionários, por sua vez, voltam para o mesmo clima de insegurança de antes.

  2. O Sr Joselito, com certeza, não sabe do que está falando. Além
    do que está escrito na Palavra de Deus que o referido senhor
    desconhece, não houve desrespeito à religião e a cultura dos
    outros.Há uma obra fabulosa realizada primeiramente na Guiné Bissau e nos seis últimos anos no Sénégal. São vinte e dois anos de vida durante os quais seus tres filhos nasceram com as limitações hospitalares do continente e onde escolas, serviço de
    primeiros socorros. Quem fala do que não sabe ou conhece, diz
    estultícias. No Brasil há muito para ser feito. Nem o governo faz
    e nem o Sr. Joselito que inclusive não sabe o que é dar sua juventude e padecer num País ainda mais desprovido de tudo do que o nosso. Os muçulmanos chegam nos paises dos outros fazem o
    que bem entendem. O contrário é inadmissível por eles. O Pastor José Dilson, baiano de Belmonte, e a missionária Zeneide foram
    presos por denúncia falsa. O Juiz e os advogados são muçulmanos
    e a presença do Senador Magno Malta e mais dois deputaqdos de nada adiantou. O Pastor está preso evangelizando todos o presos. Continua pobre vivendo de parcos recursos com a família. Eu sei de quem e do que estou falando. Ubirajara Oliveira, Niterói-RJ 9/12/2012.Fone 21/3628-1619

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