skip to Main Content
26 de setembro de 2020 | 04:57 am

FUNCIONÁRIOS DA MATERNIDADE DA MÃE POBRE ENTRAM EM GREVE

Tempo de leitura: < 1 minuto
Funcionários da Maternidade deflagram greve por tempo indeterminado.

Funcionários da Maternidade deflagram greve por tempo indeterminado.

Os funcionários da Maternidade Ester Gomes (Mãe Pobre), em Itabuna, deflagraram greve no início desta manhã de quinta-feira, 2. A direção da maternidade atribuiu o atraso à Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).
Os funcionários da Ester Gomes estão sem receber os salários de fevereiro e março, prestes a completar três meses de atraso. A maternidade tem cerca de 70 funcionários, de acordo com a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).
“Os trabalhadores de saúde não podem ficar reféns dessa situação. Os administradores de hospitais precisam encontrar alternativas para colocar os salários em dias”, afirma João Evangelista, do Sintesi.
ALERTA NO SÃO JUDAS
Também com salário em atraso, os funcionários do hospital psiquiátrico São Judas entraram em greve. Os 100 trabalhadores estão sem receber o salário de março.
A paralisação foi suspensa momentos após, quando a direção do hospital informou que a Sesab efetuará, amanhã, 3, o repasse relativo ao  mês de março, quando os trabalhadores serão pagos.

Esta publicação possui 6 comentários
  1. Informa ao senhor presidente do sindicato quem deve ser criticado é o governador WAGAREZA e não os administradores que tem sua renda voltada 100% ao SUS,que é de responsabilidade do governo federal e estadual.
    Mas se o senhor tem rabo prezo a Geraldo Simoes deputado do PT e tem medo de falar do PT sai da presidência do sindicato…

  2. Ué, …?!?!?!
    Ter um Prefeito da mesma base do (des)governo estadual não seria a solução para todos os problemas, …?!?!?!
    Nada como o tempo, …!!!
    Tem gente que só sabe das coisas depois que elas acontecem, …, ou não acontecem, …!!!
    Toma, capicongos, …!!!

  3. Lamentamos e repudiamos o atraso de repasse de verbas aos prestadores de serviços de saúde. Entretanto, os trabalhadores (as) dos hospitais filantrópicos e privados não são servidores do estado, trabalham para essas instituições.
    Por isso, a responsabilidade de pagamento desses profissionais são delas. Nossa cobrança deve ser feita aos administradores e donos desses estabelecimentos de saúde. Eles que cobrem a quem lhes deve, não seremos reféns dessa situação.

  4. Tenho certeza que na época de Paulo Souto não era assim, o povo poderia até brigar mas por aumento de salário mas não por eses atrasos vagabundos que existe para os porteiros de colégios estaduais e pra vcs da ester gomes .

  5. respondendo a vc sergio oliveira se e isso que deseja aos funcionarios da maternidade tomara que nenhum parente seu vai la pra gente colocar pra voltar e vc fazer o parto!E outra isso nao tem nada a ver comprefeito e o governo otario

Deixe seu comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Back To Top