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12 de agosto de 2020 | 03:35 am

PREÇO MÍNIMO PARA O CACAU SAI AMANHÃ

Tempo de leitura: < 1 minuto

A presidente Dilma Rousseff deve anunciar amanhã (4) em Salvador a político de preço mínimo para o cacau e o sisal, segundo antecipou o governador Jaques Wagner no Festival Internacional do Chocolate e Cacau em Ilhéus.

O governador disse, ainda, ter solicitado reforço de efetivo da Força de Segurança Nacional nas áreas de conflito entre indígenas e produtores, sendo aplaudido por mais de 200 produtores, principalmente da região tupinambá. Ele agora visita a área de exposição do Festival do Chocolate.

Esta publicação possui 4 comentários
  1. Os fazendeiros podem contribuir com mai$.

    A Bahia é cheia de contradições: Negro nenhum manda em nada.
    E os primeiros habitantes são massacrados.

    Vá embora Wagner.

  2. Não sei como esse pessoal do PT tem guarida na região. Eles destruiram a economia regional,fizeram da região um foco de instabilidade, do desemprego em massa, paraiso da violencia, do narco tráfico e da prostituição. OU NÃO?

  3. O que os produtores querem é apenas a obediência ao direito de propriedade. Isso é principio constitucional, não há favores imerecidos quando o governo se digna a garanti-lo.
    Agora, tratar bandidos oportunistas que invadem fazendas de idosos, roubam o produto de trabalho de uma ano inteiro e dilapidam o patrimônio, como “primeiros habitantes” é, no mínimo, hipocrisia ou desconhecimento da situação.
    Sinceramente, acho que, infelizmente, precisamos de um “banho de sangue” para que possa haver um choque moral em nossa região.
    Tenho dito!

  4. Queremos nossas propriedades de volta. Estão depredando as nossas propriedades, vendendo os nossos produtos, e ainda há quem apoie tais invasões. Medidas também devem sem adotadas para coibir a aquisição de produtos oriundos das terras invadidas. Até quando vai perdurar tal situação? Temos pessoas em nossas portas cobrando salários sem ter trabalhado, mas a lei diz que temos que pagar. Se tomaram provisoriamente as nossas terras, que eles e a Funai assumam o ônus da invasão. Paguem trabalhadores, alimentem, com o produto que nos tomaram.

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