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27 de maio de 2020 | 11:08 pm

O “PLANO B” PARA A REFORMA POLÍTICA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Blog do Fernando Rodrigues

Dilma e o Plano B (Foto ABr).

Dilma e o Plano B (Foto ABr).

Encurralado por uma base aliada que quer adiar a proposta de plebiscito sobre a reforma política e por uma oposição que prefere o referendo, o governo Dilma Rousseff passou a ver com bons olhos o projeto de mudanças nas regras eleitorais apresentado pelas mesmas entidades que idealizaram a Lei da Ficha Limpa, batizado de “Eleições Limpas”.

A proposta é encarada no Planalto como um plano B que atende ao clamor dos protestos por mudanças no sistema de representação política. Mas sem a necessidade de submeter-se a pressões do Congresso e com o verniz de democracia direta que a lei de iniciativa popular oferece.

Os obstáculos políticos para realizar a vontade de Dilma por um plebiscito forçaram a mudança de percepção sobre o “Eleições Limpas”, recebido inicialmente com certo desdém no governo. A dúvida é se a proposta conseguirá reunir o 1,6 milhão de assinaturas necessárias para virar projeto de lei.

O movimento foi lançado pelo MCCE (Movimento Contra a Corrupção Eleitoral) e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em 24.jun.2013. Por coincidência, no mesmo dia em que Dilma propôs, em rede nacional de rádio e TV, uma constituinte exclusiva para a reforma política.

Esta publicação possui 5 comentários
  1. O PROBLEMA DE SAÚDE É MUNDIAL
    Aids na China
    Drauzio Varella
    • Parece que os chineses decidiram levar a sério a epidemia de Aids. Já não era sem tempo; durante muitos anos eles simplesmente ignoraram o que se passava.
    Até o fim de 2010, as autoridades governamentais haviam registrado 379.348 mil casos de infecção pelo HIV, no país. O número de doentes com Aids já instalada teria atingido 138 mil; e o de mortes pela doença, 72 mil.
    Esses números são questionados pelos epidemiologistas do ocidente: o Center for Diseases Control, dos Estados Unidos, estima em 740 mil o verdadeiro número de infectados, desde que o vírus entrou no país.
    Enquanto o tratamento antiviral, conhecido popularmente como coquetel, foi instituído no Brasil a partir de 1996, na China ele só se tornou disponível em 2002. O impacto foi claro: nos sete anos que se seguiram a mortalidade caiu 64%.
    Os medicamentos, no entanto, chegam tarde demais para grande número de infectados: 82,4% dos que vão a óbito não tiveram tempo de recebê-los. Segundo o Ministério da Saúde da China, cerca de 25% dos HIV positivos só fazem o teste na fase de Aids, quando já transmitiram o vírus para metade de seus parceiros sexuais.
    Para enfrentar o desafio do diagnóstico precoce, os chineses organizaram um programa para os próximos cinco anos com ênfase na detecção de casos novos e no acesso ao tratamento antiviral. Pretendem, dessa forma, reduzir em 25% o número de novas infecções e em 30%, a mortalidade até 2015.
    A estratégia consiste em expandir os programas de detecção e o número de pacientes em tratamento. Hospitais das regiões com índices mais altos de infecção realizarão testes mandatórios nas populações de risco: homens que fazem sexo com homens, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo.
    Há muito os especialistas consideram que testes mandatórios, além de atentar contra direitos individuais, são contraproducentes, porque afastam do sistema de saúde aqueles com comportamento de risco.
    A discriminação da sociedade chinesa contra os infectados é uma barreira nada desprezível para o êxito do programa. Um estudo internacional realizado em 2009 mostrou que cerca de um terço dos HIV positivos se queixa da quebra de confidencialidade de seus testes por parte de empregadores, familiares, amigos e profissionais de saúde. Tiveram tratamento de outras doenças negado pelo fato de serem HIV positivos 12%. Foram forçados a mudar da vizinhança 7%. Mais de um terço foi recusado em emprego ou perdeu a chance de promoção; três quartos de suas famílias se queixaram de ter sofrido discriminação.
    Até 2007, o ingresso nas universidades era negado aos portadores de HIV e do vírus da hepatite B (causa de hepatite crônica em pelo menos 8% da população).
    Apesar da lei promulgada em 2007 que garante o direito ao trabalho, regulamentações locais negam às pessoas HIV positivas empregos em repartições públicas, hotéis, cafés, restaurantes e salões de beleza, entre outros.
    Enquanto os chineses que desconfiam ter adquirido o HIV fogem do teste para evitar a discriminação, o vírus se dissemina com liberdade. Uma pesquisa conduzida em 61 cidades demonstrou que a prevalência média de homossexuais masculinos infectados era de 5%; em alguns locais chegava a 18%. Na capital da província de Sichuan, a prevalência aumentou de 1% em 2005 para 14% neste ano. Na cidade de Zigong, atingiu 23%.
    Outro fator adverso é o uso de drogas ilícitas. A China tem cerca de um milhão de usuários de heroína injetável, parte significativa dos quais não se aproxima das clínicas de tratamento nem dos serviços de distribuição de seringas e agulhas, com medo de passar até três anos em centros de reabilitação que mais parecem prisões disfarçadas.
    Com 50 milhões de pessoas correndo risco de contrair o HIV, a China vive um momento crítico para conter a epidemia. Sem o envolvimento da sociedade civil e das autoridades no combate ao estigma da doença e à discriminação de seus portadores, o vírus continuará correndo solto pelo país.

  2. 22/05/2013
    Mais uma brasileira é vítima de violência na Alemanha
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    Da Redação

    Berlim/Alemanha – Marcela Maria, a MC Xuparina, artista performática negra e militante do Movimento LGBT, que há três anos vive em Berlim onde se radicou para estudar alemão, foi vítima de violência durante festival dedicado a música eletrônica de língua portuguesa – o Lusotronic – que aconteceu no último domingo (19/05), na capital alemã.

    A agressão aconteceu quando Marcela, escalada para participar do festival, que contou com a participação de João Brasil, Cibelle e Bonde do Rolé, ouviu uma música do Mr. Catra e criticou o caráter machista da música de Catra com o organizador do Lusotronic – o produtor alemão Daniel Haasksmann.

    Haasksmann reagiu de forma agressiva e violenta à crítica e chamou dois seguranças para retirá-la do clube. A Mc foi então imobilizada e expulsa do Club Gretchen, onde o festival aconteceu. Haasksmann é conhecido na Alemanha por explorar o funk comercialmente abrindo espaço para “jovens brancos de classe média do Brasil”. Marcela é uma performer que usa como nome artístico, Sonia Lemos, uma personagem que se transforma em MC Xuparina.

    Esse é o segundo caso envolvendo violência com artistas brasileiras na Alemanha. No carnaval, a produtora de eventos e sambista Denise Souza, conhecida pelo nome artístico de Chocobom, residente em Dresden, cidade de 500 mil habitantes capital da Saxônia, foi atacada por membros do grupo carnavalesco pelo qual desfilou.

    O caso está mobilizando a comunidade brasileira na Alemanha. A baiana Simone Weissmann, radicada há 20 anos em Munique, que exerce liderança entre os membros da comunidade brasileira na cidade, disse que o caso de violência contra brasileiros, especialmente mulheres, preocupa. “Esperamos providências das autoridades”, afirmou. Este ano de 2013 foi escolhido como o Ano da Alemanha no Brasil.

  3. Os Estados Unidos têm um índice de mortes causadas pela violência maior do que qualquer outro país desenvolvido. Isso se deve em parte à posse generalizada de armas de fogo e à prática de guardá-las em casa em lugares de fácil acesso, segundo informou um relatório divulgado no início de janeiro por duas das principais instituições de pesquisa em saúde do país.

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    Getty Images
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    A violência armada é apenas um dos muitos fatores que contribuem para diminuir a expectativa de vida americana, mas a descoberta chamou atenção, pois o relatório foi divulgado menos de um mês após a morte de 26 pessoas em uma escola primária em Newtown , Connecticut.

    Os EUA têm cerca de seis mortes violentas para cada 100 mil habitantes. Nenhum dos outros 16 países incluídos no relatório sequer chegaram perto desse número. A Finlândia foi o que chegou mais próximo da classificação dos Estados Unidos com pouco mais de duas mortes violentas para cada 100 mil habitantes.

    Há muitos anos, os americanos estão morrendo cada vez mais jovens do que em qualquer outro país desenvolvido. Além do impacto da violência armada, os americanos consomem mais calorias e são mais vítimas de acidentes que envolvem álcool. Os EUA também possuem taxas mais elevadas de mortes relacionadas com drogas, mortalidade infantil e aids.

    O resultado é que a expectativa de vida para homens nos EUA teve a pior classificação entre os 17 países analisados, em 75,6 anos, enquanto a expectativa de vida para as mulheres dos EUA foi a segunda menor em 80,7 anos. Os países analisados incluíram Canadá, Japão, Austrália e grande parte da Europa Ocidental.

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    As desvantagens da saúde da nação têm consequências econômicas. Elas elevam os custos para os consumidores e contribuintes, assim como possui uma força de trabalho que continua sendo menos saudável do que a de outros países de alta renda.
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    “Com vidas e dinheiro em jogo, os EUA não se podem dar ao luxo de ignorar este problema”, disse o relatório do Conselho Nacional de Pesquisa e do Instituto de Medicina.

    Na tentativa de explicar por que os americanos são tão pouco saudáveis, os pesquisadores analisaram três categorias: o sistema nacional de saúde, comportamentos prejudiciais à saúde e as condições sociais e econômicas. Os pesquisadores observaram que os EUA têm uma grande população sem seguro de saúde em comparação com outros países com economias parecidas, e acesso mais limitado a cuidados de saúde primários.

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    E embora a renda dos americanos seja, em média, maior do que a de outros países desenvolvidos, os EUA também têm um maior nível de pobreza, especialmente entre as crianças.

    Os pesquisadores revisaram uma série de estudos realizados ao longo dos anos. Eles estimaram que o homicídio e o suicídio, juntos, respondem por cerca de um quarto dos anos de vida perdidos para os homens americanos em relação aos de outros países. Notaram também que o homicídio é a segunda principal causa de morte entre os adolescentes e jovens adultos entre 15 a 24 anos. A grande maioria dos homicídios envolvem armas de fogo.

    Os pesquisadores disseram que há pouca evidência de que os atos violentos ocorrem mais frequentemente nos EUA do que em outros lugares. É a letalidade desses ataques que se destaca.

    “Um comportamento que provavelmente explica a letalidade como excesso da violência e lesões não intencionais nos EUA é a posse de armas de fogo e a generalizada prática comum de guardá-las (muitas vezes de maneira descuidada) em casa. As estatísticas são dramáticas”, disse o relatório.

    Por exemplo, os EUA possuem a maior taxa de posse de armas entre os países analisados – 89 civis possuem armas de fogo para cada 100 americanos, e os EUA são lar de cerca de 35% a 50% das armas de fogo do mundo pertencentes a civis, observou o relatório.

    O Congresso está revisando a legislação de armas , mas os pesquisadores disseram em uma conferência que também estavam preocupados com fatores que não tinham nada a ver com armas, tais como o alto índice de doenças entre os adolescentes e jovens adultos. Eles particularmente citaram uma alta incidência de aids e a alta taxa de mortalidade infantil do país.

    A Associação Nacional de Rifles não retornou as ligações feitas para que comentasse o relatório.

    Por Kevin Freking

  4. Há cerca de 4 meses(no site do PT) pedido de subscrição para um projeto de lei de iniciativa popular para a instalação de uma Constituinte Exclusiva sobre Reforma Política.Depois Dilma propôs, foram contra, agora estimula um plebicito, também, a oposição e o resto da bandidagem é contra. Eles são a favor de um referendo. Porque mantém o povo alijado do processo.Novamente o PT propôe “Assine: Emenda de Iniciativa Popular para Financiamento Público Exclusivo de Campanha Eleitoral”. Vamos todos assinar! Cadê os que estão nas ruas, vamos moralizar.
    Portanto, sou PT.
    Viva Dilma.

  5. Entre a noite de quarta e madrugada desta quinta, várias pessoas morreram em decorrência do bloqueio de estradas. Na Bahia e em Minas, acidentes resultaram em nove mortos. No Rio Grande do Sul, um caminhoneiro foi atingido por uma pedrada no pescoço e morreu. Ele já tinha sido agredido no rosto e pedira ajuda à Polícia Rodoviária Federal, que passou a escoltá-lo, mas de longe. Ouvido pela Folha, Nélio Botelho, líder da paralisação dos caminhoneiros, lamentou o caso, mas disse que “isso pode acontecer”.
    (FONTE – Folha de São Paulo)

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    SUGIRO AOS POLÍTICOS CRETINOS, OAB, ABI E A MAIS ALGUNS DESMIOLADOS QUE QUEREM DESMILITARIZAR AS PMs, PORQUE NÃO INCLUIR TAMBÉM UMA RÍGIDA LEI QUE PUNA OS ASSASSINOS DAS PEDRADAS, HÁ UMA CAMBADA DE CRETINOS QUE CAEM DE PAU NAS PMs QUANDO ESSA ATINGE ALGUÉM COM UMA BALA DE BORRACHA, MAS, MATAR A PEDRADAS EM NOME DE QUALQUER MOVIMENTO É NORMAL, O PIOR DE TUDO É QUE ISSO AGORA VIROU MODA.

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