skip to Main Content
15 de julho de 2020 | 07:36 am

DIRETOR DO DERBA DIZ QUE PROJETO DE DUPLICAÇÃO DA ILHÉUS-ITABUNA ESTÁ MANTIDO

Tempo de leitura: 2 minutos
Pista atual da rodovia terá ações de preservação ambiental e recuperação (Foto Pimenta/Arquivo).

Pista atual da rodovia terá ações de preservação ambiental e recuperação (Foto Pimenta/Arquivo).

Pontes afirma que projeto está mantido (Foto Pimenta/Arquivo).

Pontes afirma que projeto está mantido (Foto Pimenta/Arquivo).

O diretor-geral do Departamento de Infraestrutura de Transportes (Derba), Saulo Pontes, disse em entrevista exclusiva ao PIMENTA que o projeto de duplicação da Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415) está mantido com a construção da nova pista na outra margem – a direita – do Rio Cachoeira.  Segundo ele, a desapropriação de terras ao longo da estrada atual, à esquerda do rio, visa à preservação de áreas verdes.

A confusão se deu, ontem (12), com a publicação de decreto assinado pelo governador Jaques Wagner. O documento falava apenas em desapropriações de imóveis na faixa de 50 metros em cada margem da pista atual, não citando desapropriações à margem direita do rio.

– Houve apenas uma adequação do projeto original visando preservar as Áreas de Preservação Permanente do Rio Cachoeira – enfatizou Pontes ao PIMENTA.

De acordo com o diretor-geral do Derba, após a publicação do decreto de áreas a 50 metros de cada margem da pista atual, “o próximo passo será a avaliação das áreas, imóveis e benfeitorias existentes” na margem esquerda do rio. Logo após, o governo dará início às desapropriações. A longo da pista existente estão instituições de ensino, como a Universidade Estadual de Santa Cuz (Uesc), três atacadões e áreas residenciais.

Questionado quanto à divergência sobre a extensão atual do trecho da BR-415, de 26 quilômetros ante os 33,1 quilômetros do decreto, Saulo disse que se trata de integração com as BAs 262 e 001. Não há, no entanto, prazo confirmado para a construção da nova estrada. O novo decreto seria parte das exigências para licenciamento ambiental da obra.

Deixe seu comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Back To Top