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6 de maio de 2021 | 03:10 am

GESTÃO DA SAÚDE SOFRE NOVAS CRÍTICAS

Tempo de leitura: 2 minutos
Jairo Araújo (PCdoB) afirmou que houve um "processo de destruição" nos oito anos anteriores ao governo Vane, mas também admitiu falhas na atual gestão

Jairo Araújo (PCdoB) afirmou que houve um “processo de destruição” nos oito anos anteriores ao governo Vane, mas também admitiu falhas na atual gestão

A Secretaria da Saúde de Itabuna voltou a ser alvo de críticas na Câmara de Vereadores. Na sessão plenária desta quinta-feira (06), quem puxou o cordão dos insatisfeitos com a gestão foi o petista Júnior Brandão, que disse ter visitado unidades básicas e constatado situações como a falta de médicos e remédios.
“Mesmo com a gestão plena e com a mudança no comando da Secretaria (a troca de Renan Araújo por Plínio Adry, no ano passado), o setor continua sem atender bem à população”, declarou o vereador. Segundo ele, na unidade de saúde Alberto Teixeira Barreto, do bairro Califórnia, há limite para a realização de nebulizações. “Crianças podem fazer apenas uma nebulização por dia, mas todos sabem que isso não é suficiente”, observou Brandão.
O petista sugeriu que os vereadores do PCdoB – Jairo Araújo e Aldenes Meira – intermedeiem um convite para que o secretário Plínio Adry compareça à Câmara a fim de prestar esclarecimentos. Em resposta, ambos disseram que não haveria dificuldade para atendimento desse pleito.
“São questões preocupantes e que precisam ser resolvidas”, reconheceu Araújo, cujo partido abonou a indicação do secretário. Segundo ele, Adry já avisou que tem interesse em ir à Câmara prestar esclarecimentos. O vereador do PCdoB responsabilizou tanto governos passados como o atual pela situação.
De acordo com Araújo, a falta de autonomia da Saúde no início da gestão Claudevane Leite prejudicou a pasta. “O processo licitatório era extremamente lento, realizado fora da Secretaria da Saúde, e houve diversos desencontros, aliados à destruição que atingiu o setor nos últimos oito anos”, pontuou o comunista.
Araújo também falou sobre o retomada do comando único do SUS pelo município, observando que “a gestão plena veio sem a integralidade dos recursos”. Ele acredita que “o município assumiu muitas tarefas sem contrapartida na ampliação das receitas”.
Em artigo publicado no PIMENTA, o coordenador administrativo do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Raimundo Santana, sustenta que os problemas no retorno do comando único têm a ver com equívocos na negociação conduzida pelo atual governo (confira).

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