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20 de outubro de 2020 | 10:48 am

BUFÊ É PAGO, NÃO PRESTA SERVIÇOS E É DENUNCIADO POR FORMANDOS EM ILHÉUS

Tempo de leitura: 2 minutos
Formandos dizem que empresa decorou apenas o teto do clube (Foto Facebook).

Formandos acusam bufê de decorar apenas o teto do clube; empresa nega (Foto Reprodução).

O Buffet Del Pomo, de Itabuna, está sendo acusado de receber R$ 22,5 mil e não fornecer serviços de bufê e ornamentação para o baile de formatura das turmas de Ciências Contábeis e de Administração, ambas da Faculdade de Ilhéus. A festa ocorreu no último sábado (22), no Clube Social de Ilhéus.
De acordo com os formandos, na sexta-feira (21), a dona do bufê, Lucimar Del Pomo, afirmou que precisaria de mais R$ 8 mil, a título de empréstimo, por que a conta da empresa estava bloqueada. “Nós não aceitamos, pois já havíamos pago tudo, antecipadamente”, disse ao PIMENTA a comissão de formatura.
CONSTRANGIMENTO
Com o problema alegado pelo bufê, os formandos tiveram de comprar salgados e bebidas e alugar mesas, além de providenciar, eles próprios, quase toda a ornamentação do clube. Segundo os formandos, a empresa decorou “apenas o teto do clube”.
Dos R$ 8 mil dos doces e salgados, o bufê havia pago somente R$ 3,5 mil à fornecedora. Os formandos tiveram de complementar com R$ 4,5 mil além do contrato de R$ 22,5 mil. Com todos os percalços, a festa de colação de grau, anterior ao baile, começou com uma hora e meia de atraso.
– Passamos pelo maior constrangimento de nossas vidas – disse a representação da comissão dos formandos. As duas turmas prestaram queixa na polícia, na última segunda-feira (24), e decidiram acionar a empresa judicialmente.
OUTRO LADO
A empresária Lucimar Del Pomo reconheceu ter havido problemas no fornecimento de bebidas, doces e salgados. “Informei a eles que tive a conta bloqueada por questão trabalhista e o fornecedor (da bebida) não aceitava cheque”, disse.
Ela afirma que decorou todo o clube e acusa os formandos de simularem estar ornamentando o espaço onde ocorreu o baile de formatura. “Como eles iriam fazer? São 400 capas de cadeira, arranjo, 50 ilhas. Minha equipe estava toda lá”, disse.
Segundo Lucimar, o pagamento aos garçons fora do contrato estava previsto, embora cite apenas “gratificação”. A empresária diz, ainda, ter cobrando abaixo do valor de mercado para realizar a festa. A comissão de formatura esclarece que a gratificação – à empresa – seria apenas se todos os serviços fossem prestados a contento.
Nota atualizada às 17h45min

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