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28 de outubro de 2020 | 10:29 pm

SOUTO ACUSA JUDICIÁRIO DE "CENSURA"; RUI VÊ ESTRATÉGIA COMO INTIMIDAÇÃO

Tempo de leitura: 2 minutos
Souto fala em "censura prévia" ao DEM em denúncia contra judiciário.

Souto fala em “censura prévia” ao DEM em denúncia contra judiciário.

Paulo Souto, ACM Neto e Geddel Vieira Lima se reuniram em coletiva hoje para espinafrar a Justiça Eleitoral. O trio acredita que o judiciário está pendendo para o outro lado na disputa eleitoral de 2014. O outro lado, no caso, é a candidatura do petista Rui Costa.
Acusam um juiz eleitoral, Cláudio Cesare Braga Pereira, de fazer censura prévia a material do DEM que vincula candidatos petistas ao Instituto Brasil, de Dalva Sele Paiva. A campanha de Souto utilizou nos comerciais exibidos nos intervalos da programação das emissoras abertas e no horário eleitoral acusações publicadas na Revista Veja. Dalva acusa sem apresentar provas, o que levou o juiz a vetar as inserções.
A campanha de Souto diz que vai ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Vamos formalizar uma reclamação constitucional, alegando descumprimento da lei, ao Tribunal Superior Eleitoral sobre o mecanismo de censura prévia ao qual estamos sendo submetidos nessa fase final da campanha”, disse o candidato ao governo pela quinta vez.
O candidato do DEM desconfia das ligações do juiz Cláudio Cesare com o PT. Isso, porque o magistrado é genro do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), o itabunense Jorge Hage.
RUI DIZ QUE SOUTO QUER INTIMIDAR JUDICIÁRIO
À estratégia do DEM, o comando da coligação do petista Rui Costa reagiu. Emitiu nota em que classifica a estratégia como tentativa de intimidar o judiciário. “O comportamento dos candidatos do DEM, da oposição e do prefeito de Salvador, quando tecem críticas e lançam suspeição sobre o Poder Judiciário da Bahia, além de ser uma falta de respeito a um poder constituído, revela o incômodo desse grupo de conviver com o processo democrático e nada mais é que uma tentativa de intimidar a Justiça”, cita a nota.
A coligação petista classifica a denúncia de Dalva Sele de “armação eleitoreira” que a Justiça não aceitou. “…E eles reagiram da forma que sabem fazer, agredindo àqueles que deles divergem. A independência dos poderes e o respeito a cada um deles formam um dos sustentáculos da democracia, o que esse grupo não entende porque tem na sua origem a prática contumaz da imposição e da subserviência”.

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