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11 de agosto de 2020 | 01:51 pm

JABES E A FÁBRICA DE AVIÕES

Tempo de leitura: < 1 minuto

Segundo o site Jornal Bahia Online, o prefeito Jabes Ribeiro sonha em levar, para Ilhéus, uma fábrica de aviões. Os interessados no negócio são de origem ucraniana. A fábrica seria instalada na Zona de Processamento e Exportações (ZPE).

O interesse dos ucranianos foi revelado pelo deputado estadual diplomado Eduardo Salles, após audiência com o secretário estadual de Planejamento, vice-governador João Leão.

Os empresários teriam, ainda, solicitado uma audiência com o governador Rui Costa e o ministro da Defesa, Jaques Wagner.

Este post tem um comentário
  1. IMPOSIÇÃO POR DESCONHECIMENTO !!!

    Acredito que os que tentam emplacar em Ilhéus um rótulo de cidade necessariamente ou exclusivamente turística não o fazem por má fé e sim por desejo realmente de ver a cidade mais conhecida e bonita da região mais organizada, mais arrumada e também desfrutar disso com os filhos, netos, sem contar o orgulho da cidade. É fato, Ilhéus é a cidade mais antiga, mais bonita e o melhor lugar na região com estrutura de lazer e que poderia se consolidar nisso. Mas o turismo não depende apenas de vontade pública gente. Se a iniciativa privada tivesse interesse já teria transformado Ilhéus numa cidade bem mais atraente com produtos e serviços turísticos. Enquanto o mercado e o empresariado não tiver essa vontade não tem governo municipal que consiga transformar Ilhéus numa cidade realmente turística. Agora claro, tem coisas que não se explicam,por exemplo é sabido que mais de um grupo até hoje tem interesse em construir um grande shopping center na cidade e só depende do governo para isso se tornar realidade. por quê não o fazem? muito estranho não é?
    Então tem coisas que podem ser estimuladas pelo governo municipal e uma pergunta que não quer calar: quem teria interesse que ilhéus não tivesse um shopping center?
    O município de Ilhéus é extenso e o PIB da cidade tem muita contribuição do setor agrícola e do setor industrial que não devem ser rejeitados. Se fosse assim o Rio de janeiro não seria tão forte industrialmente em detrimento de sr o primeiro pólo turístico do país.
    As vezes penso que insistir apenas nessa questão do turismo de Ilhéus nos traz esquecimento do desenvolvimento necessário em outras áreas.

    Reflitam.

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