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27 de setembro de 2020 | 04:33 am

POLICIAL CIVIL É ASSASSINADO EM JAGUAQUARA

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Carro do policial morto após ser baleado por bandidos em Jaguaquara (Foto Sílvio Senna/Blog Marcos Frahm).

Carro do policial morto após ser baleado por bandidos em Jaguaquara (Foto Sílvio Senna/Blog Marcos Frahm).

Dois atiradores em uma moto assassinaram a tiros o policial civil Dilton Carlos, no início da noite desta quinta (2), em Jaguaquara, no sudoeste baiano. O crime ocorreu na região central do município. Os disparos atingiram o pescoço e um dos braços da vítima, que dirigia um VW Crossfox preto.

De acordo com o site Marcos Frahm, Dilton ainda conseguiu dirigir até o hospital da cidade, onde foi socorrido e, na sequência, transferido para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié.

O policial não resistiu aos ferimentos e faleceu no momento em que era encaminhado, na BR-116, para uma ambulância avançada do Samu 192. Policiais fazem varredura em Jaguaquara em busca dos bandidos acusados de matar Dilton Carlos.

A suspeita é de que Dilton tenha sido morto por ordem de um dos chefes do tráfico de drogas em Jaguaquara. A ordem, de acordo com policiais, teria partido de dentro do presídio de Jequié.

MÓDULO E CAIXA ASSINAM CONTRATO DE CONSTRUÇÃO DO JARDIM DAS HORTÊNSIAS

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Executivos da Módulo e da Caixa assinam contrato do Jardim das Hortênsias.

Executivos da Módulo e da Caixa assinam contrato do Jardim das Hortênsias.

As obras de construção do primeiro condomínio clube residencial de casas do sul da Bahia, o Jardim das Hortênsias, entram em novo ritmo, após a assinatura de contrato entre a Construtora Módulo e a Caixa Econômica Federal. O condomínio está localizado no quilômetro 24 da Rodovia Ilhéus-Itabuna, a menos de dois quilômetros do centro de Itabuna e próximo a três grandes redes de supermercados (Maxxi, Makro e Atacadão).

De acordo com Mário Pimentel, da Construtora Módulo, 70% das unidades da primeira etapa do Jardim das Hortênsias já foram comercializadas. O contrato para a construção do condomínio foi assinado na superintendência regional da Caixa em Itabuna. “Com o contrato, há a certeza de recursos para a plena execução da obra e os clientes têm, ainda, mais uma garantia com o seguro término de obra”, disse.

Outro ganho proporcionado, destaca Pimentel, é a agilidade no cronograma físico da obra, além de garantir aos compradores a data de entrega do empreendimento. O prazo de entrega dos imóveis é dezembro de 2016, conforme o contrato com a instituição financeira.

Salão de festas, espaço gourmet e piscinas em perspectiva.

Salão de festas, espaço gourmet e piscinas em perspectiva.

PIONEIRISMO

O Jardim das Hortênsias é projeto pioneiro no sul da Bahia. O condomínio clube residencial terá 20 mil metros quadrados de área verde e 20 opções de lazer e está dividido em duas etapas. A primeira tem 132 unidades. “O Jardim das Hortênsias é projeto único que contempla entrega de condomínio clube, de casas com dois pavimentos, com segurança e muitos itens de lazer, com baixo custo”, destaca.

O pioneirismo do conceito de condomínio clube de casas no sul da Bahia representa a ousadia da Construtora Módulo. “No mercado, existem outros empreendimentos que apenas contemplam venda de lotes urbanizados ou condomínios verticalizados”, acrescenta o diretor da Módulo. A construtora tem 25 anos, consolidou-se no mercado e possui, hoje, mais de 3.500 imóveis em construção ou em fase de entrega somente no sul da Bahia.

PROJETO DETERMINA QUE CHOCOLATE TENHA MÍNIMO DE 35% DE CACAU

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Audiência reuniu a cadeia produtiva de cacau e chocolate (Foto Reinaldo Ferrinho).

Audiência reuniu a cadeia produtiva de cacau e chocolate (Foto Reinaldo Ferrinho).

O Senado Federal começou a discutir, ontem (1º), em audiência pública, projeto de lei que determina percentual mínimo de 35% de cacau nos chocolates comercializados no Brasil. A proposta é da senadora baiana Lídice da Mata (PSB). A audiência reuniu produtores de cacau da Bahia e do Pará, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O projeto de lei 93/2015  também obriga as indústrias a informar, no rótulo, o teor de cacau contido no produto. A ideia já era defendida na Câmara Federal pelo ex-deputado Geraldo Simões (PT), citado pela senadora em seu discurso.

Para o representante da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Cacau presente à audiência, Guilherme Moura, a iniciativa de Lídice representa o início de um plano reestruturante para o setor e aproxima a legislação das demandas do mercado, que já pede mais cacau nos chocolates. Luis Oliveira, preposto do Pará, destacou o benefício do projeto para a saúde da população, pois valoriza o cacau em detrimento do uso de açúcar.

O produtor Henrique Almeida, da Associação de Produtores de Cacau da Bahia (APC) e diretor do Instituto Biofábrica de Cacau, reforçou a importância da melhoria da matéria prima utilizada na fabricação do chocolate e opinou que é preciso que o governo implante uma política pública de incentivo à revitalização da produção cacaueira. Para ele, o projeto de Lídice irá fomentar a qualidade da lavoura e beneficiará os consumidores.

O Brasil deve produzir aproximadamente 279 mil toneladas de cacau, segundo projeções da Ceplac. A Bahia representa hoje 63% da produção nacional, seguida pelo Pará, com 35%. Os dados da Ceplac relevam que 270 municípios brasileiros produzem cacau em uma região de 6 milhões de pessoas.

 

MÉDICO ALERTA PACIENTES COM DENGUE PARA OS CUIDADO COM OS OLHOS

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Ruy Cunha chama atenção para cuidados com os olhos.

Ruy Cunha chama atenção para cuidados com os olhos.

O paciente com dengue deve procurar um oftalmologista em casos de dor nos olhos que fujam ao padrão sintomatológico, segundo o médico cirurgião Ruy Cunha, do Hospital Day Horc. O alerta foi feito por causa do surto de dengue no sul da Bahia. Itabuna e Ilhéus têm mais de cinco mil casos da doença somente neste ano.

O médico observa que em pacientes com dengue a dor atrás dos olhos costuma piorar quando os olhos se movimentam, exigindo do paciente que reduza a movimentação para amenizar a dor e desconforto. Na dengue clássica a febre costuma durar de três a oito dias e pode causar pequenas bolhas vermelhas em algumas regiões do corpo, como pés, pernas e axilas. O paciente demora, em geral, uma semana para ficar bom.

Ainda sobre os sintomas relacionados à oftalmologia associados aos casos de dengue, a dor na região dos olhos pode persistir pelo tempo que a doença se prolongar no organismo. “É importante observar que nem todas as dores de cabeça ou dor na região do globo ocular estão associadas à dengue, necessitando da associação a outros sintomas e a confirmação por exame de sangue”, disse Ruy Cunha.

O oftalmologista orienta a observar o tempo de duração e as características da dor nos olhos. Qualquer fuga do padrão sintomatológico previsto deve levar o paciente a procurar um médico oftalmologista imediatamente. Da mesma forma é preciso prevenir evitando a automedicação. “O paciente em cuidados de dengue já deve ter passado por uma avaliação clínica e está sob cuidados, inclusive farmacológicos com medicação de controle de febre e dores, não devendo fazer opção por uso de colírios sem prescrição médica”.

PARA MELLO, MUDANÇA NA MAIORIDADE NÃO DEVE SER VISTA COMO ESPERANÇA

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Ministro do STF fala sobre mudanças na maioridade.

Ministro do STF fala sobre mudanças na maioridade.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello disse ontem que a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos não deve ser vista como esperança de dias melhores. “Cadeia não conserta ninguém e não resolve os problemas do país, que são outros”, afirmou.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171-A/93, que altera a faixa etária de responsabilidade penal, foi aprovada ontem (31) pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), após mais de 20 anos em tramitação.

O texto seguirá para uma comissão especial, que será instalada no próximo dia 8 pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O ministro Marco Aurélio lembrou a articulação para que a mudança se torne cláusula pétrea, dispositivo constitucional que não pode ser alterado nem mesmo por uma PEC.

Marco Aurélio antecipou que não concorda com a classificação legal para redução da maioridade. “De início, não penso assim, mas estou aberto à reflexão”, ponderou, afirmando que o projeto “baterá no Supremo”.

O ministro reconheceu que o ritmo de aprovação de novas regras demonstra que o Legislativo está buscando se fortalecer. Entretanto, alertou sobre o receio de normatizações “em época de crise, porque vingam as paixões exarcebadas”. Segundo ele, o país já tem leis suficientes para correções e deveria se concentrar em outros problemas.

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