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31 de março de 2020 | 01:14 pm

CAI MÉDIA DE ASSASSINATOS EM ITABUNA

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Um levantamento do Jornal das Sete, da Morena FM, mostra que Itabuna registrou, no primeiro quadrimestre, a menor média de assassinatos dos últimos anos. A média foi de nove (9,25) mortes violentas por mês.

De acordo com dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública, neste ano aconteceram 20 mortes violentas a menos que em 2014. No primeiro quadrimestre foram 37 assassinatos em Itabuna, contra 57 no ano passado.

Abril deste ano está entre os menos violentos dos últimos 10 anos, com 8 assassinatos. No mesmo mês do ano passado, por exemplo, foram 18. Os números também são melhores que os de 2013.

Naquele ano ocorreram 49 homicídios. Já o primeiro quadrimestre de 2012 está entre os mais violentos, com 59. O mês mais violento em 2012 foi em fevereiro, com 20 homicídios.Fevereiro de 2013 também foi o mês com maior quantidade de pessoas assassinadas, 18.

NOVA LICITAÇÃO PARA BARRAGEM DO COLÔNIA

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O governo baiano anunciou nesta terça (5) uma nova licitação para as obras da Barragem do Rio Colônia, em Itapé, no sul da Bahia. De acordo com o cronograma, o processo licitatório será publicado dia 10 e a abertura das propostas está prevista para 15 de junho. Uma outra licitação foi realizada neste ano, mas não houve interessados.

A barragem é considerada fundamental para a regularização dos rios Colônia e Cachoeira e do abastecimento de água em Itapé e Itabuna, onde a vazão pode aumentar para 1,4 mil litros por segundo com a obra.

Os custos estimados para finalizar a construção da barragem são estimados em mais de R$ 32,7 milhões. O abastecimento de água em Itabuna é responsabilidade da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), que não tem recursos para obras de grande porte.

JANINE RIBEIRO DIZ QUE MEC ESTÁ SEM DINHEIRO PARA NOVOS CONTRATOS DO FIES

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O Ministério da Educação (MEC) não tem dinheiro para assinar novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) neste semestre, disse o secretário executivo da pasta, Luiz Cláudio Costa. Ele informou que o MEC ainda não foi notificado da determinação judicial para reabertura do prazo de inscrições, mas adiantou que a pasta recorrerá da decisão.

Segundo Costa, “mesmo que [o prazo para inscrições] seja reaberto, será inútil”. Ele informou que foram reservados R$ 2,5 bilhões para o Fies, o limite foi atingido e não será possível financiar novos contratos neste semestre.

O Fies registrou 252.442 novos financiamentos em instituições privadas de ensino superior, segundo balanço do ministério. O prazo para novos contratos foi encerrado no último dia 30 e mais de 500 mil candidatos buscaram o financiamento.

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, disse que o número superou a expectativa de 250 mil novos contratos. Os cursos mais procurados foram engenharia, com 46.981 contratos, direito (42.717), enfermagem (16.770) e administração (15.796).

De acordo com Renato Janine, o número pode cair, pois os alunos precisam comprovar as informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento em cada instituição de ensino. A expectativa é que a queda seja insignificante.

CONCURSO DA CÂMARA DE ITABUNA TEM MAIS DE 8,8 MIL CANDIDATOS

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O concurso público da Câmara de Vereadores de Itabuna teve 8.861 candidatos inscritos na disputa pelas 47 vagas. A concorrência chega atingiu 188,53 candidatos por vaga, segundo a Câmara e a empresa contratada para a aplicação das provas, a MSM Consultoria, de Teófilo Ottoni (MG).

Mais da metade dos inscritos disputará vagas para assistente administrativo e recepcionista. Foram 4.882 candidatos para estes cargos, no total. A lista com a concorrência geral e por área pode ser acessada clicando aqui.

De acordo com o cronograma do concurso, as provas objetivas serão aplicadas em 7 de junho, em Itabuna. A promessa é de divulgação dos locais de prova até dia 14 de maio.

O concurso oferece até R$ 4,6 mil de salário (cargos superior). A menor remuneração (R$1,1 mil) será para cargos que exigem, no mínimo, o fundamental incompleto (auxiliar de copa e cozinha e garçom). A previsão é de que o resultado da primeira fase do certame seja divulgado em 7 de julho.

AJUSTE DEVE SER FEITO SEM RETIRAR DIREITO TRABALHISTA, DIZ MINISTRO DA FAZENDA

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Levy fala em ajuste que não afete direito do trabalhador (Foto Wilson Dias/Ag. Brasil).

Levy fala em ajuste que não afete direitos do trabalhador (Foto Wilson Dias/Ag. Brasil).

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse, na noite desta segunda (4), que o ajuste fiscal deverá ser feito sem retirar direitos trabalhistas. De acordo com ele, as medidas propostas pelo governo, como as medidas provisórias 664 e 665, que alteram as regras de acesso ao seguro-desemprego e ao seguro defeso, “não retiram nenhum direito do trabalhador”.

“Fazer os ajustes necessários é absolutamente indispensável para retomarmos o caminho do crescimento. Esse ajuste tem de ser distribuído por todos os setores. Obviamente os trabalhadores estão dispostos. Teremos de fazer isso sem retirar nenhum direito dos trabalhadores”.

“O PT já se posicionou a favor da 664 e da 665, que são medidas extremamente importantes e, com essa característica, elas não retiram nenhum direito do trabalhador, ao contrário, elas fortalecem a Previdência Social. Elas estão dando uma disciplina para seguro defeso”, acrescentou em entrevista à imprensa após participar de evento comemorativo aos 15 anos do jornal Valor Econômico, em São Paulo.

O ministro disse ainda que o ajuste fiscal afetará o setor empresarial em curto prazo e que, em médio prazo, as medidas trarão um ambiente sustentável para o setor. “As empresas também terão de se adaptar a uma situação talvez menos cômoda no curto prazo mas, tenho certeza, muito mais proveitosa, sustentável, no médio prazo. Impossível querer viver de maneira permanente com acomodações, até desonerações, que talvez refletissem o momento passado”, disse, lembrando que as políticas anticíclicas do governo esgotaram sua capacidade de produzir resultados.

Levy espera que o ajuste fiscal seja aprovado pelo Congresso ainda no primeiro semestre. Segundo ele, o ajuste é apenas uma primeira etapa de um ajuste maior, o ajuste econômico, que pretende colocar em prática em 2016. “A postergação não é uma boa política. E o medo de fazer um ajuste rápido não é um bom conselheiro. Até porque o ajuste é uma primeira etapa. O ajuste fiscal é uma primeira etapa do ajuste econômico, que nós teremos que fazer para responder a mudança do cenário mundial. A mudança do fim do ciclo das commodities”, disse.

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