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16 de abril de 2021 | 02:09 pm

DILMA DESMENTE BOATO DE INTERNAÇÃO

Tempo de leitura: < 1 minuto
Dilma desmente boato (Foto Reprodução).

Dilma desmente boato (Foto Reprodução).

A presidente Dilma Roussseff desmentiu hoje (22) o boato que circulou ontem pela rede de mensagens WhatsApp de que estivesse internada em um hospital. Após o lançamento do Plano Nacional de Agricultura Familiar, a presidente fez questão de se aproximar dos jornalistas para negar as informações.

“Eu vim falar com vocês hoje, apesar de não ter tempo, porque me disseram, há pouco, que corria o boato de que eu estava internada. Vocês acham que eu estava?”, perguntou Dilma, que concluiu a conversa mandando um beijo para os jornalistas.

Dilma disse que não daria entrevista porque tinha um telefonema internacional para fazer. Informações da Agência Brasil.

Esta publicação possui 3 comentários
  1. Internação é pouco,morra Dilma e leva o Lula Lalau com tingo,boa viagem,o que me leva a pensar sobre suas almas,que nem o Satanás lá no 5º do inferno te queres.
    Eu iria sorrir de felicidades por suas partidas…Uma vez que nas lápides,”aqui jaz duas pessoas que tanto mau fez ao Brasil.”

    “A cachorra morreu,cumpriu sua sentença,encontrou-se com o único mal irremediável. Aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra.
    Aquele fato sem explicação que iguala tudo que é vivo,que só rebanho de condenados, porque tudo que é vivo morre.”

    Filme o Auto da Compadecida.

  2. WhatsApp é coisa do capeta, Dilma está ótima, a reforma agrária é que está na gaveta do IML, cooperativas ricas em festa, deixa que eu cuido do seu dinheiro, curso de oratória e sintese para Dilma, a classe média pensa que é elite, o povo meteu na cabeça que é classe média.

  3. O arrivismo do caudilho

    Sem tropas para comandar, o caudilho faz uma manobra ousada. Seu voo cego, contudo, pode levá-lo a se espatifar no chão
    24/06/2015 – 01h15

    Está certo que todo caudilho é egocêntrico por natureza, mas o ex-presidente Lula ultrapassou todos os limites do arrivismo ao pisar no pescoço da presidente Dilma Rousseff e entregar a cabeça do PT para tentar salvar a própria pele. Em uma ação desesperada, arrisca-se em um voo torto com o propósito de descolar sua imagem de Dilma e do PT. Só assim, acredita, preservará o que ainda lhe resta de popularidade. É o único caminho que vislumbra para tentar voltar ao Planalto em 2018.
    Por uma questão de respeito a quem não está mais neste mundo, não vamos aqui reproduzir as palavras de Brizola, de 1989, sobre o que Lula seria capaz de fazer para concretizar sua ambição pelo poder. Nem precisa. Basta olhar para os meios utilizados pelo ex para se despregar do rotundo fracasso do governo Dilma. Dia sim e outro também, vaza, ou deixa vazar, versões de reuniões que o deixam bem na fita e retiram mais ainda o escasso oxigênio da presidente que ele próprio inventou e tutelou.
    Como o atual governo virou uma mala sem alça, um andor difícil de carregar, Lula prepara o bote para abandonar o navio. Sabe-se bem que abraço dos afogados não é com ele.
    Não basta apenas se livrar da criatura. É preciso jogar no mar também o PT, antes da catástrofe eleitoral que se anuncia no horizonte do Partido dos Trabalhadores, nas próximas eleições municipais.
    Quando se pensa que já se viu tudo em matéria de sordidez na política, Lula apronta mais uma. Entrega os petistas aos leões, como se o processo de domesticação do Partido dos Trabalhadores e de amancebamento dos “companheiros” não tivessem sido obra sua.
    José Dirceu assumiu a presidência do partido com a missão de pavimentar a estrada que levaria Lula ao poder. Para tal enquadrou as tendências internas, jogou na lata do lixo as velhas bandeiras, entre elas a que funcionava pelo menos da boca para fora: a defesa da ética.
    Com a assunção de Lula o Estado foi tomado. Pelo Partido dos Trabalhadores e pelos movimentos sociais. Entidades anteriormente combativas receberam todo tipo de benesse governamental e até as poucas ditas puras se apelegaram.
    Sindicalistas e petistas deram origem a uma nova nomenclatura, aboletada em diretorias de fundos de pensão e empresas estatais, ocupando milhares de cargos de confiança. Difícil crer que agora Lula queira que eles larguem o osso.
    O modelo de cooptação foi ampliado aos partidos aliados por meio de mecanismos antirrepublicanos: o toma lá dá cá.
    A crise econômica, política e ética deixaram o rei nu. Seu rugido, tal qual o de um leão velho, já não mete medo. Sente-se sozinho, ameaçado por todos os lados, sobretudo por um furacão chamado Lava-Jato.
    Já não existem mais os exércitos de Stédile, da CUT e da UNE para saírem a campo em defesa de Lula e seu modelo populista.
    Sem tropas para comandar, o caudilho faz uma manobra ousada. Seu voo cego, contudo, pode levá-lo a se espatifar no chão.
    P/ Hubert Alquéres BLOG DO NOBLAT

    http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2015/06/o-arrivismo-do-caudilho.html

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