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12 de abril de 2021 | 01:50 pm

ITABUNA CORTA MAIS DE 730 EMPREGOS SÓ EM AGOSTO

Tempo de leitura: 2 minutos
Agosto foi período duro para quem procurou emprego.

Agosto foi período duro para quem procurou emprego.

A crise econômica afetou, fortemente, a geração de empregos com carteira assinada em Itabuna. Foram cortados 736 postos de trabalho apenas em agosto. É o pior resultado para um único mês, pelo menos, nos últimos dez anos.

Os principais responsáveis pelo resultado negativo foram os setores da indústria (corte de 222 vagas), construção civil (também 222 vagas a menos) e serviços (154).

Outro setor também afetado com força foi o comércio, que cortou 131 vagas com carteira assinada. O resultado é obtido da diferença entre admissões e desligamentos.

Para se ter uma ideia do impacto das demissões em agosto, Itabuna fechou os oito primeiros meses deste ano com corte de 852 vagas, sendo 736 somente no mês passado. Os dados são do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

ILHÉUS

Os números também não foram bons para Ilhéus, embora o impacto tenha sido bem menor. Corte de 152 vagas em agosto.

Os setores onde ocorreram mais demissões: serviços (menos 74 vagas), construção civil (-37) e comércio (-34).

Indo na contramão, a agropecuária abriu 13 novos postos de trabalho.

ITABUNA E SALVADOR LIDERAM DEMISSÕES

Dentre os maiores municípios baianos, Salvador e Itabuna foram os campeões de demissões em agosto, segundo levantamento feito pelo PIMENTA.

Salvador cortou 2.858 empregos no último mês. Itabuna, 736.

Outro com número de demissões considerado alto, Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, que sedia o Polo Petroquímico baiano, cortou de 664 postos de trabalho.

A Bahia cortou 6.853 empregos com carteira assinada em agosto. O setor que mais eliminou vagas foi o da construção civil, com corte de 2.577 vagas. No país, foram 86.543 desligamentos registrados no período.

JUAZEIRO GERA 345 NOVOS EMPREGOS

Dentre os grandes, apenas Juazeiro fechou agosto com saldo positivo. Gerou 345 novos empregos, puxado pela agropecuária, serviços e indústria.

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