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31 de março de 2020 | 11:41 am

RESERVATÓRIOS DE ÁGUA QUE ABASTECEM ITABUNA ATINGEM NÍVEIS CRÍTICOS

Tempo de leitura: 2 minutos
Dentro de canoa, prefeito vistoria de perto motobomba em Castelo Novo (Foto Gerson Teixeira).

Dentro de canoa, prefeito vistoria de perto motobomba em Castelo Novo (Foto Gerson Teixeira).

A longa estiagem no sul da Bahia comprometeu, de vez, o abastecimento de água em Itabuna. As estações de captação de Rio do Braço e de Castelo Novo, ambas em Ilhéus, e a de Ferradas operam em níveis críticos, de acordo com o presidente da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), Ricardo Campos.

Ontem, o dirigente visitou estações com o prefeito Vane do Renascer e o vice-prefeito e secretário do Planejamento, Wenceslau Júnior. A captação em Ferradas caiu para pouco menos de 30% do volume habitual, saindo de 250 para 70 litros de água por segundo.

Já a estação de Rio do Braço, a principal do sistema de abastecimento, terá que operar com intervalos de 72 horas. A situação vai perdurar até que haja aumento do volume de água, de acordo com o presidente da Emasa, Ricardo Campos.

A salvação tem sido a estação de Castelo Novo, também em Ilhéus, mas que opera em nível baixo. Por enquanto, não há perspectiva de aumento da maré, o que comprometeria a qualidade da água fornecida aos lares itabunenses, deixando a água salobra.

A Emasa definiu cronograma para que todas as regiões da cidade sejam abastecidas nesse período de longa estiagem no sul da Bahia. A população pode colaborar evitando lavagem de garagem e veículos e reduza uso de máquinas de lavar.

Segundo Ricardo Campos, a Emasa contratou mais carros-pipas para levar água às residências em áreas mais altas de Itabuna. “Vamos torcer para que chova e possamos normalizar o fornecimento de água o mais rápido possível”.

Vice Wenceslau Júnior e o prefeito Vane vistoriam estação em Rio do Braço.

Vice Wenceslau Júnior e o prefeito Vane vistoriam estação em Rio do Braço.

Esta publicação possui 11 comentários
  1. O desmatamento continua a pleno vapor, os mananciais sendo destruídos, e tudo isso sob as vistas complacentes de nossas autoridades municipais, estaduais e federal. Chorar pra que? A situação que os governos impuseram à região cacaueira, com todo mundo continuando silente, conivente e calado, ajudou a que esse drama se antecipasse e criasse esse clima preocupante e que ninguém sabe como vai acabar. Entretanto as homenagens e festejos às nossas autoridades coniventes e com grande responsabilidade por tudo que vem acontecendo de ruim com a nossa outrora pujante região, vão continuar, disso não temos a menor dúvida. Temos que nos lembrar de um sábio ditado que diz, “quem muito se abaixa a bunda logo aparece”! A verdade é que continuamos a nos abaixar em demasia”!

  2. Se existe água,há vida,por isso nós existimos,que bem precioso este líquido que significa as nossas vidas,só nos falta consciência pra reconhecer seu valor.

    O Sr.Geraldo Simões,nós elegemos prefeito de Itabuna e votei no mesmo,sua primeira eleição em 2OOO e assumiu o governo em 2OO1 a 2OO4 com promessa de construir a barragem de Itabuna,aliás o único que defendeu esta construção.

    Pra não haver nenhuma contestação ou desculpa a respeito de retaliações por parte do Imperador da Bahia,o imortal ACM,o Brasil elegeu o Sr.Lula da Silva e votei nele, em 2OO3 assumiu o governo ,o que significa que o dinheiro vinha pelo duto pra Itabuna,literalmente.

    Um homem mais poderoso do Brasil,amigo do prefeito,o mesmo hospedara na própria
    casa do prefeito e comia farofa com o prefeito,eis ai nenhuma desculpa pra não
    construir a barragem e o Sr.prefeito tem mais 2 anos de governo.

    O Sr.Geraldo Simões,não soube aproveitar a oportunidade,o mesmo não construiu a Barragem e prometeu construir a mesma,após ser reeleito prefeito de Itabuna,eu não votei no mesmo e o povo idem.

    Era hoje o legado do Sr.Geraldo prefeito de Itabuna e o reconhecimento do PT,o
    grande feito realizado em Itabuna,eis aqui o que seria os nossos reconhecimentos
    dos taboquenses.

    Nossas passagens pela terra é como uma chuva de verão,entretanto, nossos feitos ficam e são desfrutadas por outras gerações,são as águas as mesmas são vidas e vidas longas.

    É isso que precisamos nos conscientizar,usar as águas e preservar assim como nós
    nos cuidamos das nossas vidas,ambas são intrínsecas pra perpetuar as vidas humanas na terra.

  3. Que falta fez a barragem agora, hein? Tivemos muita chuva no primeiro semestre, ela abasteceria a cidade sem problemas durante o verão. E olha que uma barragem é uma obra simples, não é uma hidrelétrica… é só uma parede de pedras e concreto.

  4. Já basta de colocar a culpa apenas em fatores naturais, quando sabemos que os fatores são outros: uma péssima administração atrelada à interesses financeiros de empresas, por exemplo. E há quem diga que a privatização é a solução. E outra questão: não é apenas a população que deve economizar (levando em consideração não apenas a possibilidade em ficar sem água – o que já ocorre em muitos bairros o ano todo – mas, o uso consciente dos recursos naturais, que é algo muito menos superficial do que isso que vocês apontam). A indústria é quem mais gasta água, comparado ao uso doméstico!!! Então, vamos parar de colocar a responsbilidade apenas sobre a população e exigir das empresas maior responsabilidade social e ambiental. Vamos levantar as questões mais à fundo e não ficar tapando o sol com a peneira, culpando o trabalhador e trabalhadora que vê a conta chegar em sua casa, mas a água não cai em suas torneiras!!!

  5. O problema da seca em Itabuna é uma questão de incompetência de Vane e de Rui Costa. Primeiro porque há vários anos Itabuna vem sofrendo com estiagem, Segundo porque todos sabem que as cheias e secas seguem um ciclo natural e previsível o que obriga os governantes a adotarem medidas antiseca. Uma das medidas mais eficazes seria a conclusão da barragem de Itapé que por força do descaso dos gestores municipal e estadual encontra-se paralisada e abandonada depois de muitos milhares de reais investido e depois largada ao abandono. Como é fato o governador do Estado da Bahia começar obras publicas em Itabuna e depois abandonar sem conclusão, não nos surpreende mais tanto descaso por parte destes que, escolados na indolência e fraqueza politica, mantem-se no poder indiferentes ao caos que eles mesmos provocam no dia-a-dia da população sofrida desta maltratada cidade chamada Itabuna.

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