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7 de maio de 2021 | 04:35 am

CIOMF COMEÇA ANO LETIVO SEM DIREÇÃO; COLEGIADO PROTESTA CONTRA A SEC-BA

Tempo de leitura: 2 minutos
Ciomf começou ano letivo sem direção, mesmo após processo eleitoral validado.

Ciomf começou ano letivo sem direção, mesmo após eleição de novos dirigentes.

Pais, alunos e professores do Centro Integrado Oscar Marinho Falcão (Ciomf), em Itabuna, vão às ruas na próxima sexta (26), às 8 horas, protestar contra a Secretaria Estadual de Educação (SEC-BA). O Ciomf iniciou o ano letivo sem atividades programadas em sala de aula por causa de uma lambança da SEC-BA e da sua representação em Itabuna, o Núcleo Regional de Educação (NRE 5).

A professora Semíramis Castro foi eleita nova diretora do Ciomf, em 10 de dezembro passado, com 90% dos votos. Até agora, Semíramis e os demais colegas integrantes da chapa (vices) não tomaram posse. O colegiado escolar cobra transparência no processo. Quer saber o porquê da não posse dos dirigentes eleitos, principalmente porque o resultado eleitoral foi validado.

De acordo com professores, pais e alunos, a não nomeação dos novos dirigentes complicou o início do ano letivo. Os educadores ainda não têm horário de aula. O processo licitatório da merenda escolar não pode ser tocado nem há compra de material de manutenção. “Não há como se definir, por exemplo, a programação dos professores”, aponta o colegiado em nota.

PROTESTO NA SEXTA

O ato programado para a próxima sexta (26) foi decidido durante reunião do colegiado escolar do Ciomf. A caminhada terá concentração às 8h, quando os manifestantes saem em direção ao Núcleo Regional de Educação (NRE5), na Avenida Fernando Cordier (Beira-Rio), região central de Itabuna.

O colegiado também decidiu enviar representantes para uma audiência às 14 horas da próxima segunda (29), na Câmara de Vereadores. Professores, alunos e representantes dos funcionários, colegiado escolar e da APLB-Sindicato estarão no legislativo.

FUGA DE ALUNOS

A indefinição da SEC-BA quanto ao Ciomf preocupa a comunidade escolar. A lambança tem levado pais de alunos a matriculá-los em outras escolas. “Foi uma semana praticamente sem aula”, disse uma mãe, que preferiu transferir o filho para uma escola particular. Atualizado às 9h48min para correção de informação.

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