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6 de maio de 2021 | 06:59 am

ENQUANTO FALTA ÁGUA EM SUA CASA…

Tempo de leitura: 2 minutos
Água corre pela sarjeta da Avenida Félix Mendonça (foto reprodução Balanço Geral)

Água corre pela sarjeta da Avenida Félix Mendonça (foto reprodução Balanço Geral)

Moradores do bairro da Conceição, em Itabuna, estão indignados com o descaso da Emasa diante de uma cena de desperdício que se repete desde a última quinta-feira (17). Segundo denúncia apresentada hoje no programa Balanço Geral (TV Cabrália), um vazamento na rede de água já dura cinco dias, sem que a empresa responsável tome qualquer providência.

A água corre pela sarjeta da Avenida Félix Mendonça, a principal via de acesso ao bairro. Ao mesmo tempo, ela falta na maioria das casas do Conceição, principalmente nas situadas na parte mais alta. A carência é idêntica em todos os bairros de Itabuna.

A impressão que se tem é de que o desabastecimento de água na cidade se agravou, mesmo após o decreto de situação de emergência e a duplicação do número de carros-pipa, que agora trazem água de Buerarema e São José da Vitória. São 30 veículos operando, sob a coordenação da Defesa Civil.

Seria para amenizar o problema, mas as queixas da comunidade só aumentam (basta ouvir os programas de rádio, que recebem a maior parte das reclamações, principalmente da população mais humilde). Um indicativo de que os recursos superiores a R$ 3 milhões para atenuar os efeitos da estiagem, obtidos com o decreto de emergência, podem não estar sendo aplicados de modo eficiente.

SEM INFORMAÇÕES –  Quem liga para o serviço 0800 da Emasa dificilmente recebe informações seguras sobre o cronograma de abastecimento. Para quem não pode esperar e solicita um caminhão-pipa, a empresa cobra cerca de R$ 12,00 pelo metro cúbico, valor que é inserido na fatura mensal. O problema é que a fila é imensa e quem solicita o fornecimento com certeza irá esperar muitos dias até ser atendido.

Oficialmente, os caminhões que trazem água de Ubaitaba e São José não abastecem diretamente as casas, apenas os tanques comunitários instalados em alguns bairros. No mercado clandestino, a água pode chegar mais rápido, mas 5 mil litros custam no mínimo R$ 250,00, sem qualquer garantia quanto à procedência.

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